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quinta-feira, 23 de julho de 2026

Bemti e Jáder lançam novos álbuns em show duplo no Rio de Janeiro

Em Neon: quinta-feira, 23 de julho de 2026


Cantores levam novos trabalhos ao palco da Audio Rebel, Botafogo (RJ), em noite que une diferentes sonoridades da música brasileira

O palco da Audio Rebel, em Botafogo (RJ), recebe no dia 28 de julho, terça-feira, dois nomes em ascensão da música brasileira contemporânea. Os cantores Bemti e Jáder apresentam, pela primeira vez na capital fluminense, os shows de seus mais recentes trabalhos, "Adeus Atlântico" e "Deixa o Mundo Acabar". A data, que ganhou o nome de “Bemti e Jáder no Rio de Janeiro”, promete ser marcada pela diversidade de ritmos, força da música autoral e valorização das identidades regionais. As apresentações acontecem às 20h (show Jáder) e 21h (show Bemti).

O mineiro Bemti traz para o palco o seu terceiro álbum que nasceu a partir das experiências vividas entre Brasil, Portugal e Inglaterra após a pandemia. Em Adeus Atlântico (disco com participações nacionais e internacionais como FBC e Fyfe Dangerfield), ele transforma deslocamentos geográficos e emocionais em canções que transitam entre gêneros como o indie pop, o Congado mineiro e o amapiano sul-africano. O disco, definido por ele como "ensolarado, oceânico e eufórico", também reflete sobre pertencimento e identidade, temas presentes desde o início de sua trajetória.

Para a Audio Rebel, a proposta é ampliar essa narrativa. "Gosto de me enxergar como um trovador, um contador de histórias. Quero que o público mergulhe nas melodias e nas letras. É um show pra escutar, cantar junto e viver emocionalmente aquilo que as músicas despertam", explica. Conhecido por utilizar a Viola Caipira como base de suas músicas, nesse show o cantor estreia fora de São Paulo a viola-guitarra, instrumento criado pelo luthier Sânzio Brandão e que passou a integrar sua nova turnê. O instrumento une Viola Caipira e Guitarra Les Paul num modelo único e é uma novidade na sonoridade de seu novo álbum.

“O Sânzio é de Belo Horizonte e eu encontrei esse instrumento dele na minha busca por alguma Viola Caipira que me desse mais versatilidade ao vivo, e que eu pudesse usar e explorar os efeitos que já uso em estúdio. O instrumento estava parado desde que foi fabricado e o próprio luthier disse que é como se essa Viola estivesse me esperando, foi um encontro cósmico”, complementa.

Vídeo de ‘Lua em Libra’, música com participação de Marissol Mwaba, que faz parte de “Adeus Atlântico" 

Já o pernambucano Jáder traz para a mesma noite o espetáculo de Deixa o Mundo Acabar, segundo álbum da carreira. O trabalho mistura MPB, pop, forró, brega, bachata, funk e música eletrônica para celebrar o amor, a liberdade e os encontros, tendo Recife como principal inspiração.

"Esse disco é ainda mais sobre Recife. É uma cidade intensa, múltipla, onde convivem maracatu, frevo, ciranda, forró, caboclinho e tantos outros ritmos. Essa diversidade está presente em todas as músicas", afirma.

A proposta do show acompanha essa mistura. "Quis criar um espetáculo com clima totalmente quente e tropical. É uma apresentação dançante, sensual e muito cênica, com figurino, cenário e dramaticidade. Não é só música, é uma imersão de sentimentos", resume. O repertório reúne as faixas inéditas, releituras do primeiro disco e versões de clássicos da música brasileira, enquanto a faixa-título ganha novos contornos ao vivo, transformando-se, segundo Jáder, em "uma catarse que leva o carnaval do Recife para o palco".

Clipe de ‘Volta’, parceria com Jaloo, que está no novo trabalho do cantor

Os artistas enxergam afinidades entre seus trabalhos. "Tanto eu quanto o Jáder fazemos uma recontextualização pop das nossas raízes mineiras e pernambucanas", destaca Bemti. A apresentação conjunta surgiu justamente da vontade de unir forças para ampliar o alcance da música autoral em uma cidade onde artistas independentes ainda enfrentam desafios para consolidar público.

O Rio como palco

Para os dois, a escolha do Rio de Janeiro para apresentar os novos trabalhos não aconteceu por acaso.

O mineiro explica que a cidade faz parte da própria construção de Adeus Atlântico. Além de ter passado longos períodos entre Rio e Bahia durante a criação do álbum, foi na capital fluminense que nasceu "Só pra ter você", parceria com a atriz e cantora carioca Thuany Parente (que estrela produções como “Hair" e “Wicked”). "O Rio é uma cidade importante para a história do disco e eu não tocava aqui desde 2023", afirma.

Para o pernambucano, o momento representa uma estreia dupla: além de apresentar o novo álbum pela primeira vez na cidade, será seu primeiro show no Rio de Janeiro.

"Sempre tive vontade de tocar no Rio. É um local que amo, já fui diversas vezes, mas acabei nunca tocando! Agora chegou a hora de voltar com minha música. Além de ser um dos grandes berços da música brasileira, é uma cidade que conversa muito com o espírito do disco, que fala sobre viver o presente, deixar os problemas de lado e celebrar a vida", ressalta.


Trajetórias em ascensão

O encontro na Audio Rebel acontece em um momento importante para as carreiras de ambos.

Em apenas seis anos de trajetória solo, Bemti consolidou seu nome na cena independente com uma discografia premiada e elogiada pela crítica e colaborações com artistas como Fernanda Takai, Tiê, Johnny Hooker, Jaloo, ÀVUÀ, FBC e o britânico Fyfe Dangerfield (vocalista da cultuada banda Guillemots). Para o cantor, cada parceria contribuiu para ampliar sua visão artística e reforçar sua identidade musical.

Jáder vive um momento de consolidação nacional. Depois de integrar trilhas sonoras de produções audiovisuais, como Cangaço Novo e Minha Mãe com o Seu Pai, o artista passou a circular por festivais em diferentes estados e lançou seu segundo álbum reunindo participações de Mariana Aydar, Jaloo, Joyce Alane e Totô de Babalong.

"Lançar esse disco já ocupando palcos importantes do país mostra que a carreira deixou de ser apenas uma promessa. E continuo acreditando que o show é a melhor forma de me conectar com o público, sem a interferência dos algoritmos", diz.

A força da representatividade que ecoa além da música 

Além da afinidade musical, os artistas compartilham outro ponto importante de suas trajetórias: ambos são artistas LGBTQIAPN+ e utilizam a música como espaço de representatividade.

Desde o primeiro lançamento, Bemti faz questão de abordar sua vivência como homem gay. Segundo ele, poder falar abertamente sobre quem é faz parte da verdade de sua obra. "Recebo quase todos os dias mensagens de pessoas LGBTQIAPN+ agradecendo por se reconhecerem nas minhas músicas. Saber que alguém tatuou uma letra minha ou encontrou acolhimento em uma canção é uma das maiores realizações que um artista pode ter."

O cantor também destaca a importância de fortalecer redes de apoio entre artistas da comunidade. "Quando o apoio institucional diminui, resta o apoio de nós por nós mesmos. Criar comunidade é fundamental."

Os dois não escondem o entusiasmo em tocar em uma das capitais globais do turismo LGBTQIA+. Como diz o pernambucano, “é muito especial. O Rio tem uma energia única e uma comunidade LGBTQIA+ muito forte. Poder levar meu trabalho para um lugar onde tanta gente vive e celebra essa diversidade faz tudo ter ainda mais sentido”.

Mais do que reunir dois shows, a noite do dia 28 propõe um encontro entre diferentes regiões, influências e formas de fazer música. Como resume o cantor mineiro, "vai ser uma noite para cantar junto, dançar e se emocionar", enquanto Jáder promete entregar "um espetáculo quente, intenso e cheio de celebração".


Os ingressos para “Bemti e Jáder no Rio de Janeiro” estão à venda pelo https://www.sympla.com.br/evento/bemti-e-jader-no-rio-de-janeiro/3467974

Instagrans oficiais

https://www.instagram.com/bemti/

https://www.instagram.com/jader____/

Bemti e Jáder no Rio de Janeiro

Local: Audio Rebel

Endereço: R. Visconde de Silva, 55 - Botafogo, Rio de Janeiro - RJ

Dia: 28 de julho (terça)

Horário: 19h (abertura da casa)

Show Jáder (20h); Show Bemti (21h)

Duração: 40 min (Jáder) e 60min (Bemti)

Classificação etária: Livre

Lotação: 80 lugares

Ingressos: a partir de 30 reais

Venda pelo: https://www.sympla.com.br/evento/bemti-e-jader-no-rio-de-janeiro/3467974


Sobre Bemti

Bemti é um músico mineiro formado em Audiovisual pela USP e com um longo percurso como roteirista e editor, além da carreira musical. Em 2018 lançou sua carreira solo com o disco "era dois", escolhido um dos melhores discos do ano por diversos sites como a Rolling Stone Brasil.

Lançou no início de 2026 seu 3° álbum de estúdio, “Adeus Atlântico", que combina referências tão diversas quanto o Indie Pop, o Congado e o Amapiano africano. Escrito e gravado entre Brasil, Portugal e Inglaterra o disco conta com participações nacionais e internacionais (FBC, Fyfe Dangerfield, Alex D’Alva) e tem sido elogiado pela crítica brasileira e estrangeira (Rolling Stone Brasil, Noize, Remezcla, Indie Hoy, etc). Em apenas 6 anos de carreira solo, Bemti lançou parcerias com grandes nomes da música brasileira como Fernanda Takai, Tiê, Johnny Hooker, Jaloo, ÀVUÀ (Jota.pê e Bruna Black) e outros.

Nascido numa fazenda na Serra da Saudade, o artista cresceu com avós que tocavam Viola Caipira de 10 cordas em Folias de Reis e desenvolveu um trabalho autoral onde o instrumento é base de um som que passa por diversos gêneros e o faz se posicionando como pessoa LGBTQIA+ desde o seu primeiro single. No novo show, apresenta um instrumento único: a Viola-Guitarra, híbrido de Viola Caipira e Guitarra Les Paul feito sob encomenda que amplifica sua proposta de misturar raízes mineiras com referências estrangeiras. “Adeus Atlântico” aborda a jornada de (re)conhecer o mundo e desvendar a própria identidade envolto em euforia e êxtase. O repertório também inclui músicas de seus álbuns anteriores como “Logo Ali”, indicado ao Prêmio APCA, e faixas que viraram trilha sonora de filmes e séries como "Amor da Minha Vida", série da Disney estrelada por Bruna Marquezine.


Sobre Jáder

Jáder é um artista e compositor recifense que constrói uma ponte entre o pop e a MPB. Sua obra traduz o calor e a poesia do Nordeste, dialogando com o brega, o forró e a música eletrônica para criar uma sonoridade própria e contemporânea.

Seu novo álbum, "Deixa o Mundo Acabar", marca um novo capítulo de sua trajetória. Misturando a força dos ritmos populares nordestinos com texturas eletrônicas e a delicadeza da MPB, o trabalho convida o público a celebrar o amor, a liberdade e os encontros em tempos de incerteza. Em um mergulho nas próprias raízes, sem deixar de dialogar com novas referências, Jáder cria um universo múltiplo que percorre gêneros como forró, brega, bachata, pagode, funk e galope. O disco também reúne participações especiais de grandes nomes da música brasileira, como Mariana Aydar, Jaloo, Joyce Alane e Totô de Babalong.

Desde seu disco de estreia, Jáder se consolidou como uma das vozes mais originais da nova cena brasileira. Suas canções integram trilhas sonoras de produções como Cangaço Novo (Amazon Prime Video) e Minha Mãe com o Seu Pai (Globo), além de levá-lo a festivais e palcos de diferentes regiões do país, como Casa Natura Musical (SP), Bocadim (DF), Festival Oferendas (BA) e Coquetel Molotov (PE).

 

'Essa Peça Tem Beijo Gay' Reestreia no Teatro Municipal Ziembinski


Fotos: Higor Nery

Sob direção de Dadado de Freitas, o texto escrito e encenado por Leandro Fazolla e Rohan Baruck leva à cena a discussão reflexiva de um casal que, diante uma censura indireta, debate sobre o quão visíveis ou privados podem ser seus afetos.

Qual o problema de um beijo? Por que um beijo ainda hoje pode causar repulsa e espanto? Provocando uma reflexão cênica acerca da pergunta, reestreia dia 31 de julho no Teatro Municipal Ziembinski o espetáculo “Essa peça tem beijo gay”, texto inédito escrito por Leandro Fazolla e Rohan Baruck, que também sobem ao palco sob a direção de Dadado de Freitas. O que poderia ser um ato cotidiano gera um dilema sobre limites pessoais e o impacto das escolhas em um tempo onde o amor entre iguais ainda permanece sob constante suspeita e até vigilância.

A montagem questiona quais afetos podem ser visíveis, quais ainda são interditados e a noção de público e privado, quando decisões aparentemente comuns podem ter desdobramentos maiores do que se imagina. A temática da montagem, comum aos autores e a boa parte da equipe, formada em sua maioria por profissionais LGBTQIAPN+, nasceu do desejo de Leandro e Rohan, um casal também fora de cena, de trabalharem juntos e terem no assunto um mesmo objetivo de debate.

“Fomos atravessados por diversas notícias em que o chamado ‘beijo gay’ estava no centro da discussão, desde a censura do ex-prefeito Crivella na Bienal do Livro de 2019 até o alarde feito na imprensa sobre um ou outro beijo gay nas novelas. E pensamos que este poderia ser um tema a partir do qual poderíamos abordar nossas vivências. Então, desenvolvemos um conflito em que os dois personagens pudessem tensionar sua relação e pensamentos sobre a própria comunidade LGBTQIAPN+”, resume Leandro.

A partir de um conflito central envolvendo dois personagens - uma foto de beijo circulando nas redes sociais - o texto se abre para novas camadas, flertando com a autoficção, trazendo conflitos comuns aos autores, sobretudo a partir de suas origens em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. A dramaturgia problematiza como a visão da sociedade sobre os corpos dissidentes interfere nas vidas e formas de se colocar no mundo.


“Entre naturalização e fetichização, ainda haver uma categoria ‘aceitável’ ou ‘permissível’ de beijo é um sinal do retrocesso que estamos vivendo. Eu pesquiso a cena dissidente e a personagem ‘bicha’ nas narrativas contemporâneas. Ainda ter que discutir o beijo como esse fantasma e num lugar de urgência social me inquieta como artista”, pondera Dadado, que possui longa trajetória na cena queer e que recebeu, junto de Maurício Lima, o Prêmio Shell de Melhor Direção por “Arqueologias do Futuro”.

A dramaturgia também olha para trás a partir de um diálogo com “O Beijo no Asfalto”, de Nelson Rodrigues, já que muito dessa polêmica parece estar não apenas parada no tempo, mas retrocedendo a partir de um aumento cada vez maior do conservadorismo no Brasil e no mundo. “A mesma homofobia e o mesmo sensacionalismo que pautam nossos beijos hoje interferem radicalmente na vida dos personagens rodrigueanos. A gente acredita ter avançado nessa discussão, mas será mesmo? Olhar pro passado ajuda a pensar um pouco sobre o que mudou e a projetar o que vem pela frente”, aponta Rohan.

Embora se anuncie por um beijo, é um espetáculo que se propõe a falar do amor e de suas idiossincrasias. “O amor numa relação homoafetiva é tão amor quanto em qualquer outra relação. No entanto, ainda é visto como um tema das dissidências, um tema maldito. Então criamos uma imaginação distópica de um futuro não muito distante em que este beijo e estas relações dissidentes permanecem sob intensa vigilância. É uma espécie de ‘e se’ que provocamos através da peça: e se essa onda conservadora ganhasse contornos ainda mais radicais? Nosso público poderá se afetar por personagens em um momento limite que causa uma montanha-russa de emoções. Apenas no meio disso tudo há um beijo gay”, encerra Dadado.


SERVIÇO

“ESSA PEÇA TEM BEIJO GAY”

Temporada: 31 de julho a 19 de agosto

Horário: Sexta-feira a sábado, às 20h; Domingo, às 19h

Local: Teatro Municipal Ziembinski

Endereço: Av Heitor Beltrão, s/n - Tijuca

Classificação Indicativa: 14 anos

Duração: 70 minutos

Gênero: Drama

Instagram: @essapecatembeijo


FICHA TÉCNICA

Idealização, dramaturgia e atuação: Leandro Fazolla e Rohan Baruck

Direção artística e supervisão dramatúrgica: Dadado de Freitas

Direção de movimentos: Maurício Lima

Direção Musical: Bèá Ayòóla

Cenografia: Maurício Bispo

Figurino: Flávio Souza

Iluminação: Ana Luzia Molinari de Simoni

Direção de produção: Stephany Lopez

Operação de Luz: Rafa Domi

Fotografia: Higor Nery

Programação semanal do Teatro Rival





Samba, música romântica e Drag Queens são as atrações do Rival desta semana!!!

“Marianna Leporace no show "Samba em família"

A cantora e compositora Marianna Leporace reúne sambas autorais e outros que cresceu ouvindo em casa, obras do pai e do irmão, além de diversos autores contemporâneos, caso de Chico Buarque, João Bosco, Gonzaguinha, Edu Krieger e Fred Martins. Acompanham Marianna a pianista Sheila Zagury, o irmão Fernando Leporace, sua grande influência, autor sempre presente em seus projetos, além de baixista e arranjador; Luisinho Sobral, baterista; e Guilherme Hermolin, flautista.

MARIANNA LEPORACE NO SHOW DE LANÇAMENTO DE “SAMBA EM FAMÍLIA”

23 de Julho

Quinta às 19h30

Horários referentes ao local do evento.

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro


Kátia no show "Romântica e tal"

Fãs e admiradores da cantora Kátia do Rio de Janeiro já podem se animar! A artista apresenta-se com o show “Romântica e tal”. Uma ótima oportunidade para cantar com ela sucessos que consagraram seus 45 anos de carreira, como “Lembranças”, “Cedo pra mim”, “Qualquer jeito” e “Jogo marcado”.

KÁTIA NO SHOW “ROMÂNTICA E TAL”

24 de Julho

Sexta às 19h30

Horários referentes ao local do evento.

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro


Realeza Drag

A última noite de batalhas chegou! Vem aí mais um  Realeza Drag, sob o comando da poderosa Samara Rios! Preparem-se para performances e disputas bafônicas antes da grande final!

As rainhas Kiarah Pucca, Vitilda, Kashalotte e o Rei Mister Carrot enfrentarão seus últimos desafios.  transformar essa noite em um espetáculo inesquecível. Tudo pode acontecer nesta noite eletrizante!

REALEZA DRAG COM SAMARA RIOS

28 de Julho

Terça às 20h00

Horários referentes ao local do evento.

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro

terça-feira, 21 de julho de 2026

Em agosto, a voz, o carisma, o talento e toda a emoção de Roberto Carlos no Rio de Janeiro

Em Neon: terça-feira, 21 de julho de 2026


Fotos: Maurício Code

Um dos mais queridos e importantes artistas do planeta iniciou o ano de 2026 consolidando sua posição como uma figura central no cenário artístico musical.

O Brasil é celeiro de grandes compositores e cantores e Roberto Carlos é um dos artistas mais queridos pelo público, não só no Brasil como na América Latina e no mundo. Com 70 álbuns lançados em seu país tem sua carreira pautada em lançamentos simultâneos em português e espanhol desde a década de 60 além de inúmeros outros sucessos em diferentes idiomas. Esse grande talento e seu público têm mais um encontro marcado para os dias 15 de agosto (sábado) às 20h30 e 16 de agosto (domingo) às 20h30, quando Roberto Carlos se apresentará no Qualistage (Av. Ayrton Senna 3000 - Via Parque Shopping). 

Roberto Carlos começou o ano de 2026 fazendo uma turnê pelo México e na sequencia retornou ao Brasil para cumprir sua agenda de shows. Em 2025, Roberto Carlos se apresentou no Equador, Colômbia e Peru, o lançamento do Além do Horizonte no transatlântico Costa Pacífica no dia 12 de março foi um sucesso de publico e critica.

O artista, que lançou em 2024 o EP “Eu ofereço flores”, está em turnê com o show “Eu Ofereço Flores” e apresentando muitos sucessos de sua carreira.

Em 2024 o artista se apresentou nas principais cidades dos EUA, país que o colocou no ranking da Global Concert Pulse, como um dos 30 artistas de maior público naquele país, ao lado de nomes como Elton John, Cher e o grupo de rock Kiss e prepara-se para turnê na Europa. Cada uma dessas conquistas é fruto de dedicação e profissionalismo com sua arte.

Compondo tanto sozinho quanto ao lado do parceiro Erasmo Carlos, Roberto Carlos consolidou um gênero musical que consegue ser elaborado e simples, refinado e objetivo, fazendo do seu estilo único no país e no mundo. Roberto Carlos ao longo dos anos foi visionário, pioneiro, inclusivo e combativo muito antes de esses pleitos estarem hoje na pauta do dia. Tudo isso sem perder sua essência ou se descaracterizar, alcançando, a cada lançamento, excelentes números de vendas e acessos no streaming, sempre lotando casas de espetáculo, arenas e estádios.


A CARREIRA

Roberto Carlos nasceu em Cachoeiro de Itapemirim, no estado do Espírito Santo, em 19 de abril de 1941 e cresceu ouvindo as grandes vozes do rádio da época. Aos 9 anos, já se apresentava na Rádio Cachoeiro de Itapemirim (ZYL-9). Na juventude se muda para o Rio de Janeiro onde junto a turma da Tijuca, da qual faziam parte Tim Maia, Arlênio Lívio, Edson Trindade, Wellington Oliveira e José Roberto "China" formam o conjunto vocal The Sputnicks. Mais tarde ao lado de Erasmo Carlos é a vez de montar banda The Snakes para apresentações em clubes e festas. Roberto Carlos passa então a deixa-se influenciar tanto pelo canto minimalista e pelo violão sincopado de João Gilberto quanto pelos timbres e pelos gingados de Elvis Presley e Little Richards. Sim, são influências de estilos díspares, mas que contribuíram (e muito) para Roberto Carlos tornar-se o cantor e compositor único que o Brasil conheceria a partir dos anos 1960.

Saudado, em fins dos anos 1950, pelo apresentador Carlos Imperial no Clube do Rock como o Elvis Presley brasileiro, um jovem iniciante ganhou o público com sua afinação impecável e a veia roqueira. Seu nome? Roberto Carlos! Na mesma época, o artista era crooner na boate do Hotel Plaza, num roteiro recheado de temas bossanovitas, mas o rock reservava para ele seu lugar. Entre os anos de 1959 e 60, Roberto Carlos grava seus primeiros compactos, mas, em 1961, a canção “Louco por você” mostraria que aquele rapaz não estava de brincadeira. Na canção, um chá-cha-chá turbinado com arranjos entre o jazz e o pop, Roberto Carlos caprichara no vocal e nas divisões rítmicas. Algo novo surgia ali.

Em 1963, o LP “Splish splash”, o coloca entre os artistas jovens mais populares daquele momento. No ano seguinte, Roberto Carlos incendeia o país com a provocante “É proibido fumar” mostrando que sim, o fogo poderia pegar – e pegou!

Com aparições na TV cada vez mais frequentes, não demoraria para Roberto Carlos comandar um programa. Impulsionado pela explosão dos Beatles no mundo, o programa “Jovem Guarda” era apresentado por ele juntamente com o Tremendão Erasmo Carlos e com a Ternurinha Wanderléia, sempre tendo o foco na apresentação de jovens talentos ligados àquele movimento. O programa foi um sucesso e levou nomes mais conservadores da música a se reunirem numa passeata contra a guitarra elétrica. Não tardou para se darem conta de que todos eles falavam a mesma língua – a da música.

Com a Jovem Guarda, que inspirou o LP lançado em 1965, Roberto Carlos e sua turma revolucionaram a música, ditaram moda, mudaram padrões estéticos e comportamentais e iluminaram os tempos sombrios que começavam a ganhar o país. O fim dos anos 1960 faria Roberto Carlos ampliar seus horizontes em duas direções: à carreira internacional e ao Cinema.

Sua primeira aparição na Europa acontece no festival MIDEM (1967), realizado em Cannes, na França. No ano seguinte, ele vence o Festival de San Remo, na Itália, onde defendeu “Canzone per te”, dos Sergios Endrigo e Bardotti. Ao mesmo tempo, no Brasil, o filme “Roberto Carlos em ritmo de aventura”, de Roberto Farias, atrai multidões aos cinemas, levando Roberto, Erasmo e Wanderleia à retornar telona em “Roberto Carlos e o diamante cor-de-rosa” (1970), novamente sob a direção de Farias.


SERVIÇO DO SHOW ROBERTO CARLOS NO RIO DE JANEIRO - RJ

Qualistage - Av. Ayrton Senna 3000 - Via Parque Shopping

15 de agosto (sábado) às 20h30 (abertura do portão às 18h30)

16 de agosto (domingo) às 20h30 (abertura do portão às 18h30)

Bilheteria oficial: Qualistage - Via Parque Shopping

Endereço: Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca - RJ

Horário: De segunda a sábado – das 11h às 20h. Dias de shows – das 11h até 30 min após o início do show. Domingo e feriados – das 13h às 20h.

Através: www.eventim.com.br

SAC : https://help.eventim.com.br/hc/pt-br

Visite: www.robertocarlos.com

Classificação: 18 anos - Menores de idade acompanhados dos responsáveis legais

O local possui estacionamento pago.

VALOR DOS INGRESSOS POR ÁREAS:

SETOR AZUL

INTEIRA R$ 960,00

MEIA ENTRADA R$ 480,00

PCD R$ 480,00


SETOR AMARELO

INTEIRA R$ 820,00

MEIA ENTRADA R$ 410,00

PCD R$ 410,00


SETOR BRANCO

INTEIRA R$ 620,00

MEIA ENTRADA R$ 310,00

PCD R$ 310,00


CAMAROTE A

INTEIRA R$ 780,00

MEIA ENTRADA R$ 390,00

PCD R$ 390,00


CAMAROTE B

INTEIRA R$ 680,00

MEIA ENTRADA R$ 340,00

PCD R$ 340,00


CAMAROTE C

INTEIRA R$ 680,00

MEIA ENTRADA R$ 340,00

PCD R$ 340,00


POLTRONA A

INTEIRA R$ 480,00

MEIA ENTRADA R$ 240,00


POLTRONAS

INTEIRA R$ 420,00

MEIA ENTRADA R$ 210,00

Pagamentos: INTERNET – PIX, CARTÃO DE DÉBITO ou CRÉDITO: COM OPÇÃO DE ATÉ 10X COM JUROS DE 2.80% À PARTIR DA 2ª PARCELA

BILHETERIA: DINHEIRO, CARTÃO DE DÉBITO ou CRÉDITO: COM OPÇÃO DE ATÉ 3X SEM JUROS

Através: www.eventim.com.br

SAC : https://help.eventim.com.br/hc/pt-br

Visite: www.robertocarlos.com

MEIA ENTRADA:

Cota de ingressos do tipo meia entrada, limitada a 40% da capacidade, conforme a Lei Federal nº 12.933/2013. Idosos não fazem parte desses números e não estão submetidos à limitação, por estarem enquadrados na Lei 10.741/2003. A Compra da meia entrada é pessoal e intrasferível e a legitimidade está condicionada à apresentação dos documentos que comprovem está condição na entrada do espetáculo, conforme LEI Nº 7.844 de 13 de maio de 1992.

sexta-feira, 17 de julho de 2026

'Como a MPB acabou com a minha vida amorosa' ironiza o impacto de hits dos anos 80 e 90 nos relacionamentos

Em Neon: sexta-feira, 17 de julho de 2026


Comédia musical volta aos palcos para apenas duas apresentações no Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch

Nos dias 18 e 19 de julho, a atriz e cantora Flávia Santana sobe ao palco do Teatro Total Energies - Sala Adolpho Bloch para a comédia musical “Como a MPB acabou com minha vida amorosa". Acompanhada por músicos, a artista costura histórias reais, misturando memórias pessoais com a dramaturgia da diretora e roteirista Renata Mizrahi, questionando as narrativas intensas, obsessivas e melancólicas da MPB que antes eram vistas como o ápice do romantismo. 

Cada verso de Cazuza, Caetano Veloso, Kid Abelha ou Marisa Monte se transforma em espelho, conselho e armadilha. A personagem revisita suas histórias de amor sob a trilha sonora de uma MPB que, ao mesmo tempo que consola, também idealiza. “Lembro que tinha brigado com um namorado da escola e ficava sentada na porta da casa dele às sete da manhã, pensando em fazer tudo o que a música da Calcanhotto falava”, diverte-se Flávia. “De certa forma, essas canções ensinaram a viver o amor com uma profundidade quase impossível, criando expectativas amorosas irreais e, hoje, consideradas tóxicas.”

O espetáculo mistura música, humor e confissão, transformando a dor e a desilusão em arte e catarse. Mais do que um desabafo pessoal, o monólogo é uma declaração de amor à própria MPB e à capacidade que a arte tem de nos afetar profundamente — até o ponto de confundirmos a canção com a vida.

Teatro TotalEnergies – Sala Adolpho Bloch

Localizado no histórico Edifício Manchete, na Glória, Rio de Janeiro, projetado por Oscar Niemeyer, com paisagismo de Burle Marx, o Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch é palco de momentos célebres da cultura brasileira. Desde maio de 2019, o Instituto Evoé assumiu a missão de devolver à cidade esse ícone cultural, agora ainda mais moderno e plural.

Graças à genialidade de Niemeyer, que concebeu um palco reversível, tornou-se possível, inclusive durante o período desafiador da pandemia, realizar espetáculos e eventos tanto na área interna quanto na externa, ao ar livre, ou mesmo em ambos os espaços simultaneamente, em formato arena. Essa versatilidade proporciona aos artistas, produtores, cariocas e turistas múltiplas formas de criar, vivenciar e consumir arte e entretenimento.

Único teatro da cidade do Rio de Janeiro com um palco reversível, o Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch permite que o público se acomode também no jardim externo do espaço. Em 2021, o local foi adaptado para o formato arena, com capacidade para 359 lugares na área interna e 120 na externa, além de um palco de 140m², equipado com infraestrutura técnica de alto padrão.

O espaço abriga ainda um centro de convivência, cinco salas de ensaio (projetadas para receber diversas produções simultaneamente) e o bistrô Bettina Café & Arte. A programação valoriza a diversidade cultural e prioriza um entretenimento plural, pensado para públicos de todas as idades e estilos. Desde sua reabertura, já foram realizadas mais de 1000 apresentações, reunindo uma plateia de mais de 400.000  pessoas.

Serviço: Como a MPB acabou com a minha vida amorosa

18 e 19 de julho

Dias e horários: Sábado: às 20h e Domingo: às 18h

Vendas: https://www.ingresso.com/evento/como-a-mpb-acabou-com-a-minha-vida-amorosa/informacoes 

Valores:

Plateia Central: R$150 (inteira) | R$75 (meia)

Plateia Lateral: R$50 (inteira) | R$25 (meia)

Duração: 80 minutos

Classificação: 14 anos

Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch - Rua do Russel, 804 - Glória

'O Baterista', com Antônio Fragoso, segue em cartaz no Teatro Contemporâneo, em Botafogo


Todas as sextas-feiras de julho, às 20h, o Teatro Contemporâneo, em Botafogo, recebe o espetáculo "O Baterista", uma comédia que mistura música ao vivo, humor e emoção em uma narrativa envolvente sobre recomeços e superação.

Na trama, um baterista recém-divorciado volta a morar na casa do pai e decide dar aulas de bateria. No entanto, ao esquecer o dia da primeira aula, é surpreendido por uma plateia de alunos à sua espera. A partir desse encontro, ele transforma a aula em uma divertida viagem pela história da bateria, compartilhando curiosidades sobre o instrumento, histórias da música e reflexões sobre a vida, sempre com muito bom humor.

Com texto de Celso Taddei, atuação de Antônio Fragoso e direção de Diego Molina, o espetáculo tem duração de 60 minutos e classificação livre. A temporada segue até o dia 31 de julho, com apresentações sempre às sextas-feiras, às 20h, na Cia. de Teatro Contemporâneo, localizada na Rua Conde de Irajá, 253, em Botafogo.

Uma excelente opção para quem aprecia teatro, música e boas histórias, "O Baterista" promete divertir o público enquanto presta uma homenagem ao instrumento que marca o ritmo de diferentes estilos musicais e emociona gerações.

O BATERISTA com Antônio Fragoso

Local: no Teatro Contemporâneo

DIAS 17, 24 E 31 DE JULHO ÀS 21h

R$ 90,00

Inteira - 90 reais

meiactc - o ingresso passa para 45 reais

amigoctc - o ingresso passa para 30 reais

FICHA TÉCNICA

Texto: Celso Taddei

Atuação: Antônio Fragoso

Direção: Diego Molina

Diretor assistente: Alexandre Regis

Cenografia: Diego Molina e Patrícia Muniz

Direção musical: Marcio Lomiranda e Pedro Coelho

Iluminação: Anderson Ratto

Figurino: Patrícia Muniz

Programação visual: Daniel de Jesus

Fotografia: Caique Cunha

Filmagem: Bernardo Palmeiro

Direção de Produção: Botão Cultural

Produção: Antônio Fragoso e Celso Taddei

Realização: Levante42


MONÓLOGO MUSICAL REÚNE QUATRO CRAQUES DO HUMOR

A peça “O baterista” – que reúne Celso Taddei, Antônio Fragoso, Diego Molina e Alexandre Regis – estreiou em março de 2020 no Teatro Poeira, em Botafogo

O que têm em comum Robertinho Silva, João Barone e Igor Cavalera? Com certeza, todos enfrentaram problemas com os vizinhos reclamando de barulho. Afinal de contas, todos têm em comum a bateria como instrumento, ferramenta de trabalho e meio de expressão. Também têm “um pouco de torneiro mecânico, funileiro e mestre de obra", como diz o texto de Celso Taddei no monólogo “O baterista”.

O espetáculo foi idealizado pelo autor Celso Taddei, ex-roteirista do “Zorra”, programa da TV Globo, e demorou dois anos para ser montado. Taddei reuniu outros três craques do humor com os quais trabalhou no programa: o roteirista Diego Molina, que assumiu a direção da peça; e os atores Antônio Fragoso – que divide a produção com o autor e é “o baterista”, único ator em cena – e Alexandre Regis, que faz a assistência de direção.

Desse encontro, saiu do papel uma reflexão filosófica feita por um baterista que liga seu instrumento a toda mecânica da vida. E por que filosofar – com humor – utilizando a música, o ritmo, as batidas de uma bateria? Para o autor Celso Taddei – um apaixonado por música que toca mal vários instrumentos –, a bateria é um instrumento “dramaturgicamente interessante e complexo por causa de seu tamanho e porque faz muito barulho”. Além do mais, Taddei acha curioso o envolvimento de uma pessoa, durante toda a vida, com um instrumento; sobretudo quando se trata de um baterista, aquele que é “sempre o primeiro a chegar e o último a sair do estúdio”. Essa característica solitária dos bateristas é, de cara, um ótimo gancho para um monólogo.

Foi com todas essas ideias na cabeça, mais o amor pela música e a inspiração de autores como Tchekov e Patrick Süskind que Taddei resolveu esmiuçar o pensamento de um baterista louco por seu instrumento, com o qual tem um “relacionamento quase neurótico”. Assim, ele escreveu “O baterista”, que serviu, na medida, para o talento do ator Antônio Fragoso, com quem divide a produção do espetáculo, que não conta com patrocínio.

Para Fragoso, foi fácil entrar no personagem. Nos anos 1980, em Brasília, quando morava na mesma quadra de Herbert Vianna, Bi Ribeiro e Dado Villa-Lobos, ele fez parte de duas bandas de rock: Os Sociais, que montou com Pedro Ribeiro (irmão do Bi, dos Paralamas) e Fernando Bola, e Escola de Escândalo. Foi Pedro Ribeiro, aliás, que incentivou Antônio Fragoso a assumir a bateria, uma vez que ele já tocava tarol na banda marcial do Colégio Marista.

A direção é de Diego Molina, um dos roteiristas do “Zorra”, o que possibilita um ótimo entrosamento na equipe: “a gente já sabe como o outro funciona melhor, os maneirismos do ator, o ator já conhece o tipo de texto e de direção”. Tudo na intenção de “deixar tudo mais lúdico”, como ele explica. O diretor usa a expressão “partiturando” para se referir a seu modo de trabalhar, em que cada gesto é estudado, e nada é gratuito.

A trilha sonora, aliás, foi escolhida com cuidado, com alguns standards do início do ragtime, contextualizando a história da formação da bateria. “Preferi os clássicos para ajudar as pessoas a se situarem. Cada música foi escolhida como símbolo de determinada época, de determinada banda”, explica o autor Celso Taddei. Por isso, ele acha que o espetáculo ficou “divertido de ver e ouvir”. No repertório, há pot-pourri de canções dos Beatles e muito rock’n’roll: de Bill Haley a Led Zeppelin, passando por The Who, Cream, Sex Pistols, Black Sabbath, The Police e Nirvana. Bandas brasileiras – como Titãs e Paralamas do Sucesso – também marcam presença na trilha de “O baterista”.

O ESPETÁCULO

“O baterista” é uma comédia dramática musical escrita pelo dramaturgo e roteirista Celso Taddei (que foi roteirista-final do programa “Zorra”, da Rede Globo e autor do musical “Apesar de você”), com Antônio Fragoso no elenco (ator de peças como “Se meu apartamento falasse” e “Obsessão) e dirigida por Diego Molina (diretor de “Bette Davis e a máquina de Coca-Cola” e “Ela é meu marido”) e Alexandre Regis (diretor de “Buraco da Lacraia Dance Show” e “Nós da fita”).

A história se passa durante uma aula de bateria ministrada por um músico excêntrico, que  vive um relacionamento afetivo em crise. Ele é obrigado a encarar uma aula repleta de alunos exigentes pouco tempo depois de se separar da mulher. Com a cabeça na lua, ele se esquece da aula e se surpreende com a quantidade de pessoas que aparece na sua garagem – sua sala de aula improvisada. Mas o dia não vai ser fácil: sua bateria está completamente desmontada; e o lugar, todo bagunçado.

Durante a aula, o baterista organiza as coisas, ao mesmo tempo em que se vê às voltas com a ex-mulher, com quem troca diversas mensagens nas redes sociais. Como ainda é apaixonado por ela, o baterista transborda todas as suas emoções diante dos alunos, usando seu instrumento musical para expurgar suas desventuras e decepções, em cenas ora divertidas, ora comoventes.

O público acompanha a história da bateria – esse instrumento fascinante! – contada pelo músico, desde a percussão dos homens das cavernas até o rock’n’roll, passando por vários estilos como jazz, bebop, folk, blues, entre outros ritmos. Para ilustrar melhor sua aula, o baterista executa seu instrumento para tocar músicas de bandas e artistas famosos.

Ágil e divertido, o texto inédito de Celso Taddei também fala da relação do baterista com os outros músicos de uma banda, que muitas vezes deixam de valorizá-lo por considerá-lo um tipo inferior de músico, já que trabalha com percussão, e não com harmonia propriamente dita. Assim, o espetáculo faz um paralelo entre o preconceito que muitas vezes a música não erudita/não europeia tem com músicas consideradas “periféricas”, vindas da África e do Oriente. A bateria representa, na verdade, uma junção de diversas influências, de diversos lugares do planeta, a ponto de hoje ser um elemento fundamental na nossa cultura.

A peça toma como inspiração dois monólogos clássicos – “O contrabaixo”, de Patrick Süskind, e “Os malefícios do cigarro”, de Anton Tcheckhov – para criar um texto original e voltado para o público brasileiro, de todas as idades.

“O baterista” é o resultado da união de quatro artistas – Celso Taddei, Antônio Fragoso, Diego Molina e Alexandre Regis – que há anos vêm desenvolvendo trabalhos juntos no meio audiovisual e que agora constroem um espetáculo inteiramente artesanal; com grande pesquisa estética, musical e artística; e comprometido com o público.

quinta-feira, 16 de julho de 2026

Teatros Riachuelo e TotalEnergies recebem o 2º Festival de Teatro do Rio com mostra inédita

Em Neon: quinta-feira, 16 de julho de 2026


De 29 de julho a 16 de agosto, a mostra ‘Nova Cena’ ocupa os palcos com espetáculos da nova geração carioca, debates e oficinas produzidos pela Aventura

A segunda edição do Festival de Teatro do Rio contará com uma grande novidade: a mostra inédita Nova Cena, que vai trazer quatro espetáculos e um trabalho ainda em fase de criação para o público do evento. As montagens vem se unir à programação já anunciada pelo Festival em maio, com espetáculos como ‘(Um) Ensaio Sobre a Cegueira’, do Grupo Galpão, ‘Fim de Partida’, com Marco Nanini, e ‘Balada da Louca’, com Lília Cabral.

Produzido pela Aventura, de Aniela Jordan e Luiz Calainho, e com curadoria e direção geral de Maria Siman, o Festival ocupará os teatros Riachuelo e TotalEnergies de 29 de julho a 16 de agosto.

O eixo Nova Cena acontecerá na Sala Nova Cena, no Teatro TotalEnergies, em um espaço intimista idealizado especialmente para o evento. A ideia é trazer grupos e artistas em ascensão, além de apostas em jovens talentos emergentes da cena. 

A proposta é trazer  jovens artistas e criadores que estão renovando a linguagem e despontando na cena teatral. Queremos abrir uma janela para a vitalidade, a diversidade e a reinvenção constante do nosso teatro’, explica Maria Siman.

Entre os espetáculos selecionados, estão ‘O Dinossauro de Plástico’, estrelado por Rafael Saraiva e com direção de Barbara Duvivier, ‘Aqueles que Deixam Omelas', com João Pedro Zappa, ‘1 Peça Cansada’, com Natasha Corbelino, e ‘Na Quinta Dor’, com Dora de Assis. Com direção de Stella Rabello e texto de Bernardo Coimbra e João Miller, ‘O Buraco’ vai abrir o seu processo criativo e mostrar um ensaio aberto antes da estreia  com entrada gratuita.

"Ficamos muito felizes com o sucesso do Festival ano passado. Não somente com os espetáculos lotados, mas também com todo o interesse e os debates com nossas ações formativas, com uma plateia diversa e atenta. A ideia com o Festival é mesmo mobilizar a cena teatral carioca, fomentar a produção e também dar uma contribuição na formação de novas plateias’, comenta a diretora artística Aniela Jordan.

Sobre o 2º Festival de Teatro do Rio

Anunciada em maio, a programação do Festival seguirá com a proposta inicial do evento: apresentar montagens que impactaram a cena teatral no ano anterior, mas também fomentar e fortalecer o setor, além de debater a formação de novas plateias e novos profissionais. Todas as ações formativas (batizadas aqui de Palco 360, com debates, encontros e oficinas) serão anunciadas em breve.

Nos palcos, o público poderá conferir a estreia carioca de ‘Balada da Louca’, solo em que Lilia Cabral revive Rita Lee e cuja temporada de estreia foi totalmente esgotada em São Paulo. É o mesmo caso de ‘Fim de Partida’, que chega ao Rio após vender todos os ingressos em São Paulo, além de colher elogios da crítica especializada por este trabalho em que Marco Nanini é dirigido por Rodrigo Portella e divide o palco com Guilherme Weber, Ary França e Helena Ignez.

Os espectadores também terão a chance de rever espetáculos que tiveram concorridas temporadas por aqui, como ‘O Motociclista no Globo da Morte’, que rendeu diversos prêmios para Eduardo Moscovis, ‘Mulher em Fuga’, com Malu Galli  e Tiago Martelli, e ‘Deserto’, com direção de Luiz Felipe Reis.

2º FESTIVAL DE TEATRO DO RIO

Espetáculos:


(Um) Ensaio sobre a Cegueira’
– com o Grupo Galpão. Direção de Rodrigo Portella.

Dias 29 (abertura), 30 e 31 de julho (quarta, quinta e sexta), às 20h

Teatro Riachuelo

‘Como um Palhaço’

Dias 30 e 31 de julho, às 20h (quinta e sexta)

Teatro TotalEnergies

‘Um Sim à Vida’

Dia 1 de agosto (sábado), às 20h

Teatro Riachuelo

‘Ideias para Adiar o Fim do Mundo’

Dia 2 de agosto (domingo), às 18h

Teatro TotalEnergies


‘Negra Palavra: Poesia do Samba’

Dia 1 de agosto (sábado), às 20h

Teatro TotalEnergies

‘A Menina Escorrendo dos Olhos da Mãe’

Dia 2 de agosto (domingo), às 19h

Teatro Riachuelo

Foto: Miro

‘Rita Lee - Balada da Louca’

Dias 4 e 5 de agosto (terça e quarta), às 20h

Teatro Riachuelo

‘Meu Corpo Está Aqui’

Dia 4 de agosto (terça), às 20h

Teatro TotalEnergies


‘O Motociclista no Globo da Morte’

Dias 5 e 6 de agosto (quarta e quinta), às 20h

Teatro TotalEnergies

Foto: João Pacca

‘Mulher em Fuga’

Dia 7 de agosto (sexta), às 20h

Teatro Riachuelo


‘Histórias do Porchat’

Dia 8 de agosto (sábado), às 18h e 20h30

Teatro Riachuelo

‘A Pediatra’

Dia 9 de agosto (domingo), às 18h

Teatro Riachuelo

‘Deserto’

Dias 8 e 9 de agosto (sexta e sábado), às 20h

Teatro TotalEnergies


‘Fim de Partida’

De 13 a 16 de agosto (quinta a sábado, às 20h. Domingo, 18h)

Teatro TotalEnergies

Mostra Nova Cena – No Teatro TotalEnergies – Sala Nova Cena

‘Na Quinta Dor’

1 de agosto (sábado), às 20h30

‘O Dinossauro de Plástico’

8 de agosto (sábado), às 20h30

‘Aqueles que Deixam Omelas’

9 de agosto (domingo), às 18h30


‘O Buraco’

13 e 14 de agosto (quinta e sexta), às 20h30

*Espetáculo gratuito, ingressos liberados às 18h30 do dia da apresentação.

‘1 Peça Cansada’

15 de agosto (sábado), às 18h30 e 20h30

Mais informações em: https://festivaldeteatrodorio.com.br/ 

Teatro TotalEnergies – Sala Adolpho Bloch

Localizado no histórico Edifício Manchete, na Glória, Rio de Janeiro, projetado por Oscar Niemeyer, com paisagismo de Burle Marx, o Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch é palco de momentos célebres da cultura brasileira. Desde maio de 2019, o Instituto Evoé assumiu a missão de devolver à cidade esse ícone cultural, agora ainda mais moderno e plural.

Graças à genialidade de Niemeyer, que concebeu um palco reversível, tornou-se possível, inclusive durante o período desafiador da pandemia, realizar espetáculos e eventos tanto na área interna quanto na externa, ao ar livre, ou mesmo em ambos os espaços simultaneamente, em formato arena. Essa versatilidade proporciona aos artistas, produtores, cariocas e turistas múltiplas formas de criar, vivenciar e consumir arte e entretenimento.

Único teatro da cidade do Rio de Janeiro com um palco reversível, o Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch permite que o público se acomode também no jardim externo do espaço. Em 2021, o local foi adaptado para o formato arena, com capacidade para 359 lugares na área interna e 120 na externa, além de um palco de 140m², equipado com infraestrutura técnica de alto padrão.

O espaço abriga ainda um centro de convivência, cinco salas de ensaio (projetadas para receber diversas produções simultaneamente) e o bistrô Bettina Café & Arte. A programação valoriza a diversidade cultural e prioriza um entretenimento plural, pensado para públicos de todas as idades e estilos. Desde sua reabertura, já foram realizadas mais de 1000 apresentações, reunindo uma plateia de mais de 400.000  pessoas.

Teatro Riachuelo Rio

O prédio, tombado como patrimônio histórico-cultural, é imponente e se destaca na Rua do Passeio, número 40, reunindo passado, presente e futuro em um só lugar. O ícone da belle époque brasileira ficou com as portas fechadas por dois anos até 2016, quando foi devolvido à população como Teatro Riachuelo Rio, sempre com uma programação plural e acessível. Desde então, foram realizadas diversas peças, musicais, concertos e shows. 

Com uma área de aproximadamente 3.500 m², o teatro oferece uma estrutura completa para seus frequentadores, incluindo foyer, salas de ensaio, escritórios, camarins, área externa e uma grande sala com plateia para 999 pessoas. Mais do que um espaço físico, o teatro representa um compromisso com a promoção da cultura e da arte em suas diversas formas. O espaço conta ainda como o Bettina, Café & Arte, que além de abrir como bomboniere para atender ao público do teatro, funciona também para café da manhã e almoço.

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Montagem de 7 Gatinhos revisita Nelson Rodrigues a partir de uma forte presença trans em cena e nos bastidores

Em Neon: segunda-feira, 13 de julho de 2026


Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona e Viradas da Encruza encenam clássico; com Jup do Bairro integra a montagem que tem direção de Joana Medeiros

Fotos: Pedro Martins

Em cartaz no Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona entre 20 de junho e 16 de agosto de 2026, a montagem de 7 Gatinhos propõe uma leitura contemporânea do clássico de Nelson Rodrigues a partir da presença expressiva de artistas trans em diferentes áreas da criação. Com direção de Joana Medeiros, o espetáculo mantém integralmente a dramaturgia original, mas desloca a ação para um cortiço do Bixiga (SP) e faz das discussões sobre gênero, corpo e patriarcado um dos seus principais campos de investigação.

Para o diretor de cena Gii Lisboa, revisitar Nelson Rodrigues hoje significa justamente confrontar sua obra com subjetividades historicamente excluídas dos palcos. “Ao mesmo tempo que Nelson se mostra muito atual, a gente tem que lembrar que também houve um tantão de montagens dele. Então como reatualizar e renovar Nelson? Nada como irmos ao encontro dele na integridade de nossas subjetividades dissidentes”, afirma o artista. Segundo ele, a presença trans não suaviza os conflitos da dramaturgia, mas potencializa sua dimensão crítica. “Aqui a gente tem total alinhamento da construção em cena desta violência para chegarmos à queda desse patriarca, à execução desta podridão de patriarcado. A presença trans indica também a força dessas dissidências na nossa luta cotidiana em sociedade para enterrar o patriarcado.”

As discussões sobre gênero atravessaram toda a construção do espetáculo. Gii destaca que a própria dramaturgia já aborda temas como o controle dos corpos femininos, a virgindade e as relações de poder dentro da família, mas que a montagem amplia essas questões a partir de experiências contemporâneas. Um dos exemplos está no personagem Silene, interpretado por Zizi Yndio do Brasil. “Na nossa montagem, a gente desvira Nelson apresentando uma Silene trans, que não tem útero e está grávida, e que se diz inclusive ‘até mais mulher’ que as irmãs. Em vez de retalhar a dramaturgia ou apagar suas contradições, respondemos com a própria presença em cena, lembrando ao público que existe mulher sem útero, sim.”

Gii Lisboa, que também faz o personagem Bordalo, ressalta que a presença de pessoas trans tensiona os próprios limites da representação teatral. “Se Nelson já chega com uma dramaturgia para escancarar a família, o ideal burguês e a misoginia, quando acrescentamos artistas trans à nossa montagem também escancaramos a estrutura dos binarismos e da cisgeneridade. Espatifamos o gênero.” Em cena, atores e atrizes interpretam personagens de diferentes identidades de gênero sem buscar uma correspondência naturalista. “O gênero não é impeditivo para se estar em cena. Todo atuante tem alguma possibilidade de encarnar aquelas figuras sem abrir mão do próprio corpo. A gente expande possibilidades.”

Essa perspectiva também alcança a linguagem audiovisual do espetáculo. Responsável por uma das câmeras que operam o cinema ao vivo característico do Teatro Oficina, Luz Barbosa destaca que a discussão sobre gênero atravessa o próprio olhar que constrói as imagens projetadas durante a peça. “A câmera nunca é neutra. Ela é uma ferramenta de poder e aponta para o que deve ser visto”, afirma.

Ao lado de uma segunda câmera e de uma operação de corte realizada ao vivo, Luz ajuda a construir imagens que comentam a ação dramática, ampliando relações de poder e produzindo novas leituras sobre os personagens. “Sobrepor Aracy em cena com uma projeção enorme de Noronha evidencia a relação de poder. Enquadrar Silene com uma auréola de luz beatifica a Silene travesti que traiu a expectativa de pureza aplicada ao feminino. Filmar Noronha do alto do terceiro andar, aos olhos de Deus, ou transformar Bibelot em um sex symbol também produz sentidos. O elenco contracena não só entre si, mas com essas telas preenchidas por intenções.”

Para Luz, a participação de artistas trans no processo não está ligada a uma lógica de inclusão simbólica, mas à potência crítica que essas vivências trazem para a discussão. “A presença de pessoas trans deve ser considerada em todos os processos. Em 2026, nos próximos e pagando a dívida dos anos anteriores. Já estamos em atraso.” Ele acrescenta: “Pessoas trans cruzaram fronteiras, passaram pela migração, negaram o gênero imposto. Isso amadurece a discussão. Não significa que pessoas trans sejam isentas de falhas, mas que precisam ter lugar na mesa se você não quiser discutir gênero de forma rasa.”

Ao colocar corpos trans no centro da cena e também nos mecanismos que constroem o olhar sobre ela, 7 Gatinhos transforma uma das obras mais conhecidas de Nelson Rodrigues em um campo de disputa sobre quem pode representar, narrar e ocupar determinados espaços. Sem alterar uma linha da dramaturgia, a montagem responde ao autor a partir da própria presença de artistas que desafiam as normas de gênero e ampliam as possibilidades de leitura de um clássico brasileiro.


Sinopse

Dona Aracy, a Gorda, e Seu Noronha, contínuo da Câmara dos Deputados, vivem num cortiço do Bixiga com suas cinco filhas. Entre silêncios, tapas, gritos e pequenas barganhas, o pai fecha os olhos para os rumos que cada uma toma, contanto que a engrenagem da casa continue girando.

Mas é a virgem Silene — guardada em um colégio interno como promessa de pureza e futuro — que desmancha o equilíbrio frágil da família. Seu retorno inesperado desencadeia tensões que transbordam os limites da casa, trazendo à tona todo mal cheiro e podridão que se escondiam nas frestas do cortiço.

O público está envolvido pelos habitantes desse cortiço, são testemunhas e cúmplices dos crimes, numa proximidade promíscua, ou no mínimo duvidosa.

No coração do Bixiga, uma família apodrece em um retrato fiel de uma sociedade inteira.


FICHA TÉCNICA

TEAT(R)O OFICINA UZYNA UZONA

VIRADAS DA ENCRUZA

Dramaturgia: Nelson Rodrigues

Direção: Joana Medeiros

Assessoria de direção: Ana Clara Cantanhede y Victor Rosa

Atuação: Ana Clara Cantanhede, Bianca Terraza, Gii Lisboa, Henrique Maria, Joana Medeiros, Larissa Silva, Marina Wisnik, Raphael Calheiros, Victor Rosa, Viviane Clara Gangá, Zizi Yndio do Brasil

Cantora do cortiço: Jup do Bairro

O Ponto: Artur Medeiros

Banda: Adriano Salhab, André Santana, Fefê Camilo, Victor Rosa

Direção Musical: Adriano Salhab y Viradas da Encruza

Sonoplastia: Adriano Salhab y Nine

Desenho e operação de som: Nine

Técnico de som: DJ Clevinho y Julia Ávila

Bateria Mirim do Vai-Vai

Diretor Musical do Vai-Vai: Danilo Alves

Direção de Cena: Gii Lisboa, Larissa Silva

Direção de Arte y Cenografia: Alex de Tata y Viradas da Encruza

Direção de Luz: Angel Taize

Operação de foco móvel: Adler Cristian, Afonso Costa, Felipe Soares, Victória Pedrosa

Direção de Comunicação: Zizi Yndio do Brasil

Assessoria de Comunicação: Ana Clara Cantanhede

Assessoria de Imprensa: Canal Aberto Comunicação

Fotografia: Pedro Martins

Desenho e Operação de vídeo: Diego Arvate

Câmera ao vivo: Aleph Antialeph, Lufe Bollini, Luz Barbosa

Camareira: Sellma Paiva

Contrarregras: Artur Medeiros, Rafael Castilho, Yan

Produção: Sônia Esper y Raphael Calheiros

Produção de Campo: João Estevão

Assessoria de produção: Victor Rosa, Zizi Yndio do Brasil

Produção Executiva e Administração Teat(r)o Oficina: Anderson Puchetti

Bilheteria: Artur Medeiros, João Estevão, Rafael Castilho, Sônia Esper

Figurino: Arianne Vitale y Casa de Acervo Oficina

Assessoria de Figurino: Mandy Justo

Objetos de cena: Arianne Vitale y Casa de Acervo Oficina

Maquiagem: Erica Gabriela y Zizi Yndio do Brasil

Bombeira: Amanda Aguiar

Conselheira-poeta: Camila Mota 

Conselheiros Poetas Cósmicos: Catherine Hirsch, Denise Assunção,Vera Valdez, Zé Celso Martinez Corrêa y Zuria

Apoio de Monique Gardenberg

FICHA TÉCNICA DA CASA DE ACERVO OFICINA

Gestão: A Arte da Direção de Cena

Consultoria de Preservação y Restauro do Acervo: Claudia Nunes

Diretor Executivo da Cia: Anderson Puchetti

Camareira Guardiã dos Figurinos: Cida Melo

Alessandra Cavaco, Elisete Jeremias, Bianca Terraza, Gii Lisboa, Fernanda Pappalardo, Isabela Porto, Mabel Ikeda Alves, Larissa Silva,  Thamires Marquês, Victor Rosa, Zizi Yndio do Brasil. 

APOIOS

Beale Bebidas, Casa de Acervo. Oficina, Centro de Memória do Circo, Cordeiro Lima, Dueto Produções, Mercadinho Monteiro, Mercado Condemerc, Piolin, Oplay Mercado, Sacolão Bela Vista, Start Clean Fa beleza, Fabio Araujo e Kazuo Ota

AGRADECIMENTOS

Aboud, Alex de Tata, Cafira Zoé, Camila Mota, Cesalpina, Cris Cordeiro, Cristiano Vieira de Lisboa, Dan Salas, Diego Monte, Fernanda Araújo, Giovanna Barros, Igor Marotti, Joel Carlos, Juraci Vieira, Lidia Lisboa, Marília Piraju, Marli dos Santos Lima, Monique Gardenberg, Vera Valdez, Verônica Tamaoki, Paloma Silva, Roseli Aparecida Ferreira de Oliveira, Saphirah, Vick Nefertiti e Water Mancini

SERVIÇO

7 GATINHOS

Duração: 150 minutos | Classificação: 16 anos

Temporada estendida:

Data: 20 de junho a 16 de agosto de 2026

Sextas e sábados, às 20h e domingos, às 19h*

Local: Teatro Oficina - Rua Jaceguai, 520 – Bixiga, São Paulo, SP

* Nas sextas dias 17, 24 e 31/7 não haverá sessões.

Ingressos vendidos pela Sympla, por lotes:

R$ 100 | R$ 50

ENXOVAL DE SILENE (ingresso de apoio ao espetáculo) - 150 reais 

Ingressos disponíveis enquanto durarem os estoques. 

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Enel Festival de Inverno Rio celebra o Dia Mundial do Rock com line-up que reúne grandes nomes do gênero


Capital Inicial, Titãs, Charlie Brown Jr. (Thiago Castanho & Marcão Britto) e IRA! protagonizam a tradicional noite de rock da 9ª edição do festival, que terá virada de lote às 23h59 de hoje

Celebrado em 13 de julho, o Dia Mundial do Rock ganha um motivo especial para os fãs do gênero no Rio de Janeiro. Faltando poucos dias para o início da 9ª edição do Enel Festival de Inverno Rio, o evento faz contagem regressiva para sua tradicional noite dedicada ao rock nacional, marcada para o sábado, dia 25 de julho, reunindo no mesmo palco alguns dos maiores nomes da história: Titãs, Capital Inicial, IRA! e Charlie Brown Jr. (Thiago Castanho & Marcão Britto).

A noite foi pensada para celebrar diferentes momentos do rock brasileiro, reunindo bandas que ajudaram a construir a história do gênero e seguem arrastando multidões pelo país. Os Titãs apresentam o espetáculo Cabeça Dinossauro, em homenagem ao álbum lançado em 1986 que marcou o rock nacional com clássicos como Homem Primata e Polícia. 

“O disco permanece muito atual e eu acho que isso se deve muito porque os temas são temas constantes. Em tempos em que a política fica muito efervescente, o disco também faz muito sentido, porque ele é um disco a favor da liberdade, a favor da democracia, contra o autoritarismo e contra a ditadura”, relembrou Tony Bellotto, guitarrista e compositor da banda.

Já Capital Inicial  leva ao palco a turnê Música Urbana, com sucessos como Primeiros Erros, Tudo Que Vai e À Sua Maneira, além de músicas do EP Movimento.  O IRA! comemora os 20 anos do histórico Acústico MTV, revisitando canções que se tornaram parte da memória afetiva do público, como O Girassol, Tarde Vazia e Envelheço na Cidade. 

“Às vezes o tempo passa e a gente não fica ouvindo os mesmos discos do passado, mas o nosso álbum acústico mostrou que muitas músicas entraram no nosso repertório para nunca mais sair. Girassol e Eu Quero Sempre Mais, por exemplo, são um dos maiores sucessos da nossa carreira", afirmou Nasi, vocalista do Ira!.

Fechando a programação, Charlie Brown Jr. (Thiago Castanho & Marcão Britto) presta homenagem ao legado de uma das bandas mais influentes do rock brasileiro em um show intimista que passeia por diferentes fases da carreira, reunindo sucessos como Proibida pra Mim, Zóio de Lula, Dias de Luta, Dias de Glória, Só os Loucos Sabem e Céu Azul. 

A 9ª edição do Enel Festival de Inverno Rio acontece entre os dias 24 de julho e 2 de agosto, na Marina da Glória, reunindo alguns dos principais nomes da música brasileira. Além da tradicional noite do rock, o festival recebe artistas como Ludmilla, Luísa Sonza, Seu Jorge, Belo, Nando Reis, Marina Lima, Ana Carolina, Samuel Rosa, Anavitória, Marcelo D2, Criolo, Maria Gadú, Gilsons, Geraldo Azevedo, Chico César, Arnaldo Antunes, Rael, Negra Li e Gabi Melim, entre outros.

Os ingressos estão à venda pelo site e aplicativo da Bilheteria Digital. Esta é a última oportunidade para garantir a entrada com valores mais em conta, já que o lote vira às 23h59 desta segunda-feira (13). A opções são para os setores Pista e Lounge. O evento contará ainda com um pavilhão de experiências e uma ampla praça de alimentação.

Produzido e idealizado pela PECK, uma das maiores produtoras de festivais de música do país, o Enel Festival de Inverno Rio se consolidou como um dos principais eventos do calendário cultural carioca, movimentando o turismo e a economia criativa durante a baixa temporada. Desde sua criação, em 2017, o festival já recebeu mais de 500 mil pessoas e chega à nona edição mantendo a proposta de transformar o inverno na estação mais musical da cidade.

SERVIÇO

Festival de Inverno Rio 2026

Local: Marina da Glória – Av. Infante Dom Henrique, s/n – Glória – Rio de Janeiro

Datas: 24 de julho a 2 de agosto de 2026

Horários: 

Sextas-feiras: abertura dos portões às 19h

Sábados: abertura dos portões às 17h

Domingos: abertura dos portões às 15h

LINE-UP

Sexta-feira | 24 de julho

Samuel Rosa + Negra Li

Nando Reis + Arnaldo Antunes

Geraldo Azevedo + Chico César


Sábado | 25 de julho

Titãs apres. Cabeça Dinossauro

Capital Inicial

Charlie Brown Jr. (Thiago Castanho & Marcão Britto)

IRA!


Domingo | 26 de julho

Marina Lima

Ana Carolina

Maria Gadú


Sexta-feira | 31 de julho

Ludmilla

Luísa Sonza

Marina Sena


Sábado | 1º de agosto

ANAVITÓRIA

BK’

Gilsons


Domingo | 2 de agosto

Seu Jorge + Marcelo D2

Criolo + Rael

Belo + Gabi Melim


Vendas: https://www.bilheteriadigital.com/busca/inverno 

Valor: a partir de R$200,00 (até hoje 23h59)

Após virada de lote, a partir de R$ 210,00

Forró e musical são as atrações do Rival Petrobras nesta semana


Agende-se e confira o que tem de bom no Rival nesta semana:


Pimenta do Reino - "Daqui, de lá, do mundo"

Baião, xote, xaxado, forró. É o show bem temperado da banda Pimenta do Reino. Com composições próprias, o grupo mantém a referência dos grandes mestres da nossa música, como Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro e Trio Nordestino. E já dividiu palcos com grandes artistas. Zé Ramalho, Alceu Valença, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo. 
PIMENTA DO REINO – “DAQUI, DE LÁ, DO MUNDO”

17 de Julho

Sexta às 19h30

Horários referentes ao local do evento.

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro


“Josephine Baker – A Vênus Negra” com Aline Deluna

O premiadíssimo espetáculo “Josephine Baker – a Vênus Negra” é a atração do Teatro Rival Petrobras no dia 18 de julho. Idealizado e estrelado por Aline Deluna, o musical conta a história de Josephine Baker, artista afro-americana que – com seu talento, suas controvérsias e seu ativismo – conquistou o mundo. Com texto de Walter Daguerre e direção de Otávio Muller, o espetáculo conquistou público e crítica com uma combinação de texto, música e dança.


ALINE DELUNA EM “JOSEPHINE BAKER – A VÊNUS NEGRA”

18 de Julho

Sábado às 19h30

Horários referentes ao local do evento.

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro

 
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