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quarta-feira, 4 de novembro de 2026

Festival Clássicos do Brasil traz Maria Bethânia, Caetano Veloso, Alceu Valença e grandes nomes da música brasileira

Em Neon: quarta-feira, 4 de novembro de 2026


Ingressos para os shows na Marina da Glória, nos dias 28 e 29 de novembro e 5 e 6 de dezembro já estão à venda

Maria Bethânia, Caetano Veloso, Alceu Valença, Péricles, Fábio Jr. e Roupa Nova estão entre os grandes nomes que vão passar pelo palco da quinta edição do Clássicos do Brasil, nos dias 28 e 29 de novembro e 5 e 6 de dezembro, na Marina da Glória, no Rio de Janeiro. Realizado pela PECK e  apresentado pelo Ministério da Cultura, Petrobras e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa via Lei Rouanet e Lei de Incentivo a Cultura RJ, o festival chega a 2026 inspirado pelo conceito de “músicas que se tornaram eternas”, reunindo, ao longo de quatro noites, artistas e repertórios que têm história e fazem parte da memória afetiva dos brasileiros. A programação conta ainda com Vanessa da Mata, Alexandre Pires, Ferrugem, Paulo Ricardo, Os Paralamas do Sucesso e Pepeu Gomes.

O Clássicos do Brasil mais uma vez vai promover encontros entre diferentes repertórios e estilos. Este ano, o festival começa com Maria Bethânia e termina com Caetano Veloso, irmãos que dão nome à música brasileira e que ajudam a traduzir o espírito desta edição.

“A programação artística desta edição começou a partir de uma ideia que eu já tinha há algum tempo: queria muito ter Maria Bethânia e Caetano Veloso no Clássicos do Brasil em 2026. Bethânia, uma mulher com uma trajetória fundamental para a nossa música, abrindo o festival, e o irmão, Caetano, encerrando. Para mim, isso é uma síntese de tudo o que é o Clássicos. A curadoria começou a partir daí e, depois, fomos montando esse grande quebra-cabeça”, conta o idealizador do evento, Peck Mecenas.

A abertura, no dia 28 de novembro, reúne Maria Bethânia, Alceu Valença e Vanessa da Mata. Bethânia e Alceu chegam à Marina da Glória no ano em que comemoram 80 anos de vida. Vanessa completa a programação com uma conexão especial: Maria Bethânia é uma importante referência na trajetória da artista.

No domingo, 29 de novembro, o samba e o pagode ocupam o festival. A programação reúne Péricles e Alexandre Pires, que construíram carreiras marcantes à frente do Exaltasamba e do Só Pra Contrariar, respectivamente, e Ferrugem, hoje um dos principais nomes do pagode contemporâneo.

O fim de semana seguinte começa, no dia 5 de dezembro, com uma noite há tempos desejada pelo festival. Fábio Jr., Paulo Ricardo e Roupa Nova protagonizam a chamada Noite do Rock Romântico, com repertórios marcados por canções de amor e sucessos conhecidos pelo público. O encontro acontece poucos meses depois de o Roupa Nova voltar ao Rock in Rio após 35 anos, em uma apresentação com Guilherme Arantes que levou uma multidão ao Palco Sunset e transformou clássicos da banda em um grande coro.

O encerramento, em 6 de dezembro, fica por conta de Caetano Veloso, Os Paralamas do Sucesso e Pepeu Gomes. Se a primeira noite começa com Maria Bethânia, a última tem Caetano como um dos protagonistas, criando uma conexão entre a abertura e o encerramento da edição. Paralamas e Pepeu completam a programação de um festival que, ao longo de quatro noites, navega por diferentes vertentes da música brasileira.

A quinta edição do Clássicos do Brasil conta ainda com os patrocínios de Icatu, Enel Brasil e Amstel.

Sobre o Festival Clássicos do Brasil

Criado pela PECK para celebrar canções e artistas brasileiros atemporais, o Festival Clássicos do Brasil nasceu no Rio de Janeiro, em 2023, ano em que homenageou o Nordeste levando à Marina da Glória grandes expoentes da música e da culinária da região. Alceu Valença, Geraldo Azevedo, Chico César, Lenine, Elba Ramalho, Zeca Baleiro e Nação Zumbi estrelaram uma programação que também contou com atrações como Paulinho Moska, Jorge Aragão, Mart’nália, Xande de Pilares, Sorriso Maroto e Orquestra Petrobras Sinfônica.

A edição de 2024 repetiu a celebração da brasilidade levando ao palco Titãs, Alcione, Simone, Samuel Rosa, Nando Reis, Ira!, Biquini Cavadão, Maria Gadú e Diogo Nogueira. Ana Cañas, Julia Mestre e Tacy, três artistas de uma nova geração, apresentaram tributos a Cazuza, Rita Lee e Cássia Eller, respectivamente.

Em abril de 2025, o Recife recebeu o Clássicos do Brasil pela primeira vez, com shows de SpokFrevo Orquestra, Academia da Berlinda, Mundo Livre S/A, Os Paralamas do Sucesso, Vanessa da Mata, Samuel Rosa, Alcione, Maria Rita, Diogo Nogueira, Raimundos, Marcelo Falcão, Marcão Britto & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr. Grupos regionais como o Maracatu Cambinda Brasileira – o maracatu rural de baque-solto mais antigo do país, com 107 anos –, a Orquestra Frevo do Babá, a Cia Mariângela Valença e o Maracatu Nação Pernambuco se apresentaram em um rico intercâmbio cultural. Após todo o sucesso da edição passada, o evento está confirmado na capital pernambucana em 2026. A programação acontece entre os dias 06 e 08 de novembro, com vendas abertas.

Ainda em 2025, o Clássicos do Brasil voltou à Marina da Glória com uma edição dedicada a discos célebres da música brasileira. A programação reuniu espetáculos inspirados em trabalhos que entraram para a história, como Da Lama ao Caos, com Nação Zumbi; Olho de Peixe, de Lenine e Marcos Suzano; A Tábua de Esmeralda, de Jorge Ben Jor, interpretado por Los Sebosos Postizos; O Grande Encontro, com Elba Ramalho, Alceu Valença e Geraldo Azevedo; além de uma noite dedicada ao reggae nacional.

Sobre a PECK

A excelência dos eventos da PECK, produtora carioca que acaba de completar 25 anos, tornou a empresa fundada por Péricles Mecenas uma das mais queridas pelas grandes marcas que investem e incentivam a cultura e os esportes no Brasil. O Festival de Inverno do Rio, com oito edições de sucesso, o 90´s Festival e o Rock Brasil 40 anos são exemplos de projetos que ganharam o coração do público com uma extensa programação cultural e também criaram um disputado espaço de Live Marketing para patrocinadores e parceiros. O Festival Clássicos do Brasil, criado em 2023, estreou no Nordeste em 2025 com uma temporada no Recife. Atuando no Rio, onde está sediada, São Paulo, Espírito Santo e Pernambuco, a PECK hoje é mais que uma produtora de shows e festivais; é uma empresa de criação de experiências por meio da música e dos esportes, com uma agência própria – comandada pela publicitária Andrea Mecenas – funcionando internamente junto à produção e dedicada ao seu calendário de eventos, que em 2026 inclui a turnê nacional “80 Girassóis”, pelos 80 anos de Alceu Valença.

Programação

28 de novembro – sábado

Maria Bethânia

Alceu Valença

Vanessa da Mata


29 de novembro – domingo

Péricles

Alexandre Pires

Ferrugem


5 de dezembro – sábado 

Fábio Jr.

Paulo Ricardo

Roupa Nova


6 de dezembro – domingo

Caetano Veloso

Os Paralamas do Sucesso

Pepeu Gomes


Serviço

Clássicos do Brasil 2026

Local: Marina da Glória – Rio de Janeiro

Datas: 28 e 29 de novembro e 5 e 6 de dezembro de 2026

Vendas: https://www.bilheteriadigital.com/classicosdobrasil

sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Noite de Nostalgia e Emoção: Biafra celebra aniversário com show inesquecível no Teatro Rival Petrobras

Em Neon: sexta-feira, 23 de outubro de 2026


Por: Redação
Fotos: Eduardo Moraes
Color/edit: Maurício Code

O tradicional palco do Teatro Rival Petrobras, no coração do Rio de Janeiro, foi tomado por uma atmosfera de profundo romantismo e nostalgia na última quinta-feira, 22 de outubro de 2026. 


O cantor e compositor niteroiense Biafra escolheu a casa carioca para celebrar seu aniversário em grande estilo, entregando ao público um espetáculo marcado por memórias afetivas, cumplicidade e sucessos que atravessam gerações.   


Com quase cinco décadas de estrada dedicadas à música popular brasileira, o artista transformou a apresentação em uma verdadeira festa de aniversário compartilhada com os fãs. Desde a abertura das portas, o clima do Rival era de expectativa. Fãs de longa data e novos admiradores lotaram o espaço para celebrar não apenas a data festiva, mas também a longevidade de uma voz inconfundível que marcou a trilha sonora de milhares de brasileiros.   


Um repertório que marcou época
Quando Biafra subiu ao palco foi recebido com calorosos aplausos. Acompanhado por músicos talentosos, o cantor desfilou um repertório repleto de clássicos absolutos que dominaram as rádios e as trilhas sonoras de novelas desde os anos 1980.   


Não faltaram na setlist hinos atemporais como "Sonho de Ícaro", "Leão Ferido", "Helena" e "Seu Nome". Cada canção era acompanhada em coro por uma plateia emocionada, que transformou o Teatro Rival em um gigantesco karaoke romântico. Entre uma música e outra, o artista aproveitou para interagir com o público, dividindo lembranças bem-humoradas de sua trajetória e agradecendo o carinho incondicional que recebe ao longo de sua carreira.   


Encontro de gerações e celebração da vida
   
O show no Teatro Rival reforçou a vitalidade artística de Biafra, provando que suas melodias e letras continuam dialogando com diferentes públicos. A comunhão entre o palco e a plateia fez da noite de 22 de outubro muito mais do que um simples show comemorativo: foi a reafirmação de um pacto de amor entre um dos grandes nomes da nossa música romântica e os seus fiéis seguidores. Biafra desceu do palco e cantou no meio da plateia que se acumulou em volta do artista para cantarem com ele e aproveitar para tirar uma foto a seu lado. 


Sua atual esposa e as duas filhas subiram ao palco e puxaram o "parabéns a você", pois o cantor aniversariou no último dia 15. Entre aplausos entusiasmados e pedidos de "bis", Biafra encerrou a noite com a sensação de dever cumprido, celebrando a vida da melhor forma possível — fazendo o que mais ama, no palco e cantando para o seu público.

quinta-feira, 22 de outubro de 2026

A Atemporalidade do Afeto: Markinhos Moura Encanta e Emociona no Teatro Rival

Em Neon: quinta-feira, 22 de outubro de 2026


Por: Redação
Fotos: Eduardo Moraes
Color/edit: Maurício Code

Uma Noite Sem Tempo

Na noite de terça-feira (20), o icônico Teatro Rival, no coração do Rio de Janeiro, transformou-se em um templo de afeto, da nostalgia e da alta performance vocal. Subindo ao palco para uma apresentação memorável, Markinhos Moura provou, mais uma vez, por que seu nome permanece cravado com lugar de honra na história da Música Popular Brasileira.


Assistir a uma apresentação do cantor não é apenas ver um show, mas sim testemunhar um verdadeiro acontecimento artístico em estado puro. Um espetáculo cristalino que não há adjetivos para descrever a mágica potência vocal e cênica de Markinhos Moura; sua voz arrebatadora preencheu cada canto do teatro com uma entrega emocionante, combinada a uma presença de palco singular que fascinou e dominou completamente a plateia do início ao fim.


Potência Vocal e Presença de Palco

Desde os primeiros acordes, Markinhos impressionou pela extensão e saúde vocal impecáveis. Com o timbre aveludado e os agudos cristalinos que se tornaram sua marca registrada, o artista passeou por um repertório inteligente que equilibrou seus grandes clássicos, interpretações marcantes da MPB e momentos de pura poesia.


Os Momentos Marcantes do Show

O Clássico Inevitável: O Clímax com "Meu Mel": O ponto mais alto da noite ocorreu quando os primeiros acordes do inesquecível sucesso de 1987 ecoaram pelo teatro. Em um coro uníssono e apoteótico, o público cantou do início ao fim, transformando o espaço em uma só voz.


Homenagens e Releituras:
O show reservou momentos de pura poesia ao reinterpretar obras de mestres como Guilherme Arantes, Elis Regina e Djavan, revelando a versatilidade de Markinhos ao dar nova roupagem a clássicos consagrados.


Conexão com o Público:
Entre arranjos bem trabalhados e solos de acompanhamento precisos da banda, o diálogo direto e afetuoso com os fãs deu ao show um tom intimista, como se todos estivessem na sala de estar do artista.


O Encontro com o Público: 
Ao final da apresentação, a comoção era visível no saguão e nas mesas do Teatro Rival. A fã de longa data Cláudia Silveira, 52 anos, que acompanhou o show acompanhada da família, resumiu o sentimento da plateia: "Assistir ao Markinhos ao vivo é uma experiência arrebatadora. Ele não apenas canta com uma perfeição incrível, mas nos faz viajar no tempo com tanta delicadeza que é impossível não se emocionar."


Veredito: Uma Celebração à Arte Viva

O show no Teatro Rival reafirma que a voz de Markinhos Moura não pertence apenas a uma década ou geração, mas sim ao patrimônio da boa música brasileira. Foi uma noite de celebração da vida, da diversidade e da potência artística de um intérprete que domina o palco como poucos.


Para quem esteve presente, a noite de 20 de outubro não foi apenas mais um show na agenda carioca: foi uma aula de elegância, presença e paixão pela arte de cantar.

terça-feira, 20 de outubro de 2026

Confira a programação do Teatro Rival para esta semana!

Em Neon: terça-feira, 20 de outubro de 2026


Tributo a Elis Regina com Camila Lopez, Elisa Addor canta Elis, Elza Soares e Elizeth Cardoso, o Quarteto Andréa Dutra traz um grande repertório com a participação especial do MPB4. Agende-se:


"Tributo a Elis Regina" com Camila Lopez

Como a apresentação de maio foi um sucesso, Camila Lopez vai voltar ao Teatro Rival Petrobras, no dia 24 de outubro, com o espetáculo “Tributo a Elis Regina”. A apresentação reúne clássicos que marcaram diferentes fases da carreira de Elis, como “Cartomante”, “Maria, Maria” e “Como nossos pais”.

“TRIBUTO A ELIS REGINA” COM CAMILA LOPEZ

24 de Outubro

Sábado às 19h30

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro



Elisa Addor em "Elisa, Elis, Elza & Elizeth

A força, a ancestralidade e a potência da voz feminina ganham os palcos no novo show da cantora e compositora Elisa Addor. O espetáculo inédito – que será no Teatro Rival Petrobras, no dia 28 de outubro – presta uma homenagem emocionante a três das maiores divas da música brasileira: Elis Regina, a pimentinha que revolucionou a MPB; Elza Soares, a voz do milênio que cantou o fim do mundo; e Elizeth Cardoso, a “Divina” que fundou as bases da bossa nova e do samba-canção.

ELISA ADDOR EM: ELISA, ELIS, ELZA & ELIZETH

28 de Outubro

Quarta às 19h30

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro



Andréa Dutra Quarteto 25 anos

O Andréa Dutra Quarteto comemora 25 anos no Teatro Rival Petrobras, no dia 29 de outubro. O show é a celebração de uma trajetória musical diversa, que mistura música brasileira e jazz, em arranjos muito particulares. O quarteto vai contar com a participação especial do MPB4, grupo importantíssimo para a formação dessa identidade tão peculiar, de uma música tão brasileira e tão universal.

ANDRÉA DUTRA QUARTETO – 25 ANOS PARTICIPAÇÃO ESPECIAL: MPB4

29 de Outubro

Quinta às 19h30

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro



segunda-feira, 19 de outubro de 2026

RJ/SHOW: Suzy Mac mistura ritmos do Brasil e dos EUA

Em Neon: segunda-feira, 19 de outubro de 2026


Crédito: Pino Gomes

A cantora e compositora brasileira-americana Suzy Mac lançou o EP “Amor e Atitude” no dia 16 de outubro, nas plataformas digitais, incluindo o Spotify.

Para celebrar a chegada do novo trabalho, a artista sobe ao palco do Dolores Club, na Lapa, no dia 22 de outubro.

No projeto, Suzy Mac mistura influências da música brasileira e norte-americana, passeando por ritmos como samba, bossa nova, soul e jazz. O repertório celebra a diversidade musical e a força feminina, reunindo composições autorais e uma releitura bilíngue de “Força Estranha”, clássico de Caetano Veloso, em português e inglês.

O público carioca vai ter a oportunidade de conhecer o trabalho da cantora e compositora brasileira-americana Suzy Mac, que vai apresentar o projeto "Amor e atitude" no Dolores Club, no dia 22. Nesse trabalho, a artista mistura suas influências das músicas norte-americana e brasileira, numa salada que dá samba.

Assim que chegou ao Rio de Janeiro, Suzy Mac começou a pensar e preparar o show e todos os detalhes para o lançamento do EP “Amor e atitude”, que chega às plataformas digitais no próximo dia 16, sob o selo Ada Brasil Music.  O EP conta com outros três singles: o mais recente “Fall Into You”, “Treat Me Right” e “Tomo controle contigo”, lançados em setembro, agosto e julho, respectivamente. Todos estão no roteiro do show, que vai do samba ao jazz, misturando clássicos imortalizados por cantoras como Ella Fitzgerald, Alcione, Gal Costa e Carmen Miranda, da qual canta o sucesso “Disseram que voltei americanizada”.   “É um show pensado para agradar brasileiros e americanos, sempre com uma leitura de empoderamento feminino norteando o repertório”, conta ela, lembrando que a direção musical do show é de Julinho Teixeira e direção-geral de Marcio Azevedo. Multi-instrumentista, arranjador, maestro e compositor, Julinho Teixeira é vencedor do Grammy Latino e do Prêmio da Música Brasileira 2025. Ao longo de sua carreira, Julinho trabalhou ao lado de alguns dos maiores nomes da música brasileira, consolidando-se como um dos importantes músicos e produtores da cena atual.

Um dos destaques é “Treat Me Right”, que “conta a história de uma mulher que se dá conta de que não precisa aceitar pouco de seu parceiro no relacionamento”, conta Suzy. Já “Tomo controle contigo” nasceu do desejo de a artista expressar sensualidade com autonomia. “Ela é divertida, rítmica e íntima, mas no fundo fala de uma mulher que escolhe o que quer e como quer. Para mim, representa confiança, flerte e controle sem perder a suavidade. Também foi uma das canções que ajudou a definir o universo de ‘Amor e atitude’: romântico, ousado, brasileiro e feminino”, explica a cantora e compositora.

Suzy Mac também vai apresentar, pela primeira vez ao vivo, a inédita versão bilíngue de “Força Estranha”, clássico de Caetano Veloso eternizado nas vozes de Roberto Carlos e Gal Costa, agora reinterpretado em português e inglês em um arranjo criado especialmente para o novo álbum.

O time que vai acompanhar Suzy Mac no palco do Dolores vai ser grande: seis músicos, com bateria, percussão, baixo, violão, teclado e violino, além de uma backing-vocal. E ainda vai ter uma apresentação de passistas. Como já foi dito, tudo acaba em samba!

Um pouco mais sobre Suzy Mac

Suzy nasceu no Brasil, filha de mãe brasileira e pai norte-americano, ambos músicos. Mudou-se para os Estados Unidos aos 9 anos e mora lá até hoje, mas está sempre no Brasil. Nos últimos três anos, intensificou sua imersão musical, visitando Minas Gerais e o Nordeste, sempre em busca de novas influências e conhecimentos.

Nos Estados Unidos, Suzy tornou-se uma espécie de embaixadora da cultura brasileira. Além de se apresentar com sua banda, realiza eventos que incluem, além de música, dança e gastronomia brasileiras.

“É incrível compartilhar a cultura brasileira. Principalmente onde moro agora, na Carolina do Norte, onde as pessoas normalmente só conhecem “Garota de Ipanema” e uma ou outra música de Sergio Mendes.

Você pode conhecer mais sobre o trabalho desta cantora no @suzymacmusic/ @suziemacmusic /@suzymccalley /@SuzyMacMusi.

Sobre “Amor e atitude”

“Amor e Atitude” é seu projeto trilíngue inspirado pelo Brasil, pela força feminina, pela sensualidade, pelo ritmo e pela honestidade emocional. O álbum foi desenvolvido entre o Brasil e a comunidade musical de Miami, com colaborações com o compositor Yauggy e o produtor musical Carlos Yael. O projeto une raízes brasileiras, pop, soul, bossa e sonoridades latinas modernas.

Suzy fala sobre as canções

“A música ‘Treat Me Right’ fala sobre amor-próprio, respeito e elevar os próprios padrões. Tem uma energia soul, direta, de dizer: eu posso ser amorosa, aberta e generosa, mas também sei o que mereço. A música veio desse momento em que a gente para de se explicar demais e simplesmente pede para ser tratada com consistência, cuidado e respeito. É empoderada, mas ainda vulnerável.”

“Já ‘Fall Into You’ fala sobre uma relação que acabou, mas que ainda vive dentro de você. É aquela sensação de tentar se manter forte enquanto uma parte sua fica tentada a olhar para trás, romantizar o passado e lembrar só das partes bonitas. A música explora como pode ser difícil não cair de volta em velhos padrões quando a conexão emocional ainda está ali.”

“O carro-chefe do EP é ‘Força estranha / Strange Force’. Eu quis compartilhar a beleza dessa obra-prima com o público de língua inglesa, honrando a poesia e a profundidade emocional da canção original de Caetano Veloso. A minha versão mantém essa reverência, mas traz a música para o meu universo com uma sonoridade moderna e um ritmo de bossa. ‘Strange Force’ fala sobre criação, mistério, tempo e essa força invisível que move todos nós para frente."

SERVIÇO:

Suzy Mac no show “Amor e atitude”

Data: 22 de outubro de 2026 (quinta-feira)

Local: Dolores Club

Endereço: rua do Lavradio 10 – Lapa

Horário: 20h30 (abertura da casa às 19h)

Ingressos: R$ 60 (inteira) / R$ 30 (meia-entrada)

Classificação indicativa: 18 anos

sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Programação semanal do Teatro Rival

Em Neon: sexta-feira, 16 de outubro de 2026


Tributo aos Secos & Molhados, de volta aos anos 80 com Markinhos Moura e Biafra, música e dança com o Dá o Tom, espetáculo infantil e os Escafandristas cantando Chico Buarque. Tudo lindo de se ver. Se agende: 


Flores Astrais em tributo aos Secos e Molhados

O público pediu, então “Flores Astrais – Um Tributo aos Secos & Molhados” vai voltar ao Teatro Rival Petrobras no dia 16 de outubro. O espetáculo  é uma experiência cênico-musical que recria, no presente, a liberdade estética e a força poética de um dos grupos mais revolucionários da música brasileira. Com rigor artístico e pesquisa cuidadosa, esta homenagem une música, corpo e imagem em uma imersão sensorial na obra atemporal, viva e absolutamente pulsante do grupo que revelou Ney Matogrosso.

FLORES ASTRAIS – UM TRIBUTO AOS SECOS & MOLHADOS

16 de Outubro

Sexta às 19h30

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro


Dá o Tom 25 anos

No dia 17 de outubro, o grupo vocal carioca Dá O Tom celebra 25 anos no Teatro Rival Petrobras. Sua trajetória é marcada pela música brasileira, pela cena e pelo encontro de diferentes vozes, tendo construído uma identidade artística que vai além do formato coral tradicional. O grupo integra canto, interpretação, corpo e cena, criando apresentações em que a música ganha movimento, presença e dramaturgia em canções como “Paula e Bebeto” (Milton Nascimento e Caetano Veloso) e “Baioque” (Chico Buarque).

DÁ O TOM – 25 ANOS

17 de Outubro

Sábado às 19h30

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro


"A menina dança" espetáculo infantil

O Teatro Rival Petrobras apresenta o musical “A menina dança”, espetáculo infantil que apresenta às crianças a história de Maria Felipa de Oliveira, heroína da Independência do Brasil e símbolo de coragem, resistência e liberdade. Por meio dos ritmos e danças de matrizes africanas, a montagem convida o público a conhecer uma personagem fundamental da história brasileira.

“A MENINA DANÇA” – ESPETÁCULO INFANTIL DE PATY LOPES

18 de Outubro

Domingo às 16h00

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro 


Markinhos Moura

O cantor Markinhos Moura revisita trajetória no espetáculo “Confissões”, que apresenta no Teatro Rival Petrobras, no dia 20 de outubro. O artista que marcou os anos 1980 com o sucesso “Meu mel” aposta na mistura de música, histórias pessoais e interação com o público em novo momento profissional.

MARKINHOS MOURA NO SHOW “CONFISSÕES”

20 de Outubro

Terça às 19h30

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro


Escafandristas cantam Buarque

O cancioneiro de Chico Buarque ganha uma leitura original e sofisticada na voz do quarteto carioca Escafandristas. O grupo apresenta o show de lançamento de seu primeiro álbum, remodelando arranjos consagrados com liberdade poética e apuro técnico, sem alterar as melodias que habitam o imaginário nacional. 

ESCAFANDRISTAS CANTAM BUARQUE

21 de Outubro

Quarta às 19h30

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro


BIAFRA - Show Especial de Aniversário

O artista sobre ao palco para um espetáculo especial, unindo emoção, grandes sucessos e momentos marcantes de sua carreira. No repertório do show, estão clássicos como “Sonho de Ícaro”, “Leão ferido”, “Helena”, “Seu nome”, além de outros sucessos que marcaram sua trajetória e canções que revelam diferentes momentos de sua carreira.

BIAFRA EM SHOW ESPECIAL DE ANIVERSÁRIO

22 de Outubro

Quinta às 19h30

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Glamour, emoção e ingressos esgotados: A noite de eliminatória da 14ª Temporada do Dragstar agita o Teatro Rival Petrobras

Em Neon: quinta-feira, 15 de outubro de 2026


Texto e fotos: Eduardo Moraes

A noite de 14/10 foi marcada por luzes, aplausos calorosos e uma energia contagiante no centro do Rio de Janeiro. Apresentado pelo Ministério da Cultura e pela Petrobras, o Festival DiverCidade transformou o tradicional Teatro Rival Petrobras no palco de mais uma noite de eliminatória da 14ª temporada do Dragstar.


Com ingressos esgotados, o público lotou a casa na Rua Álvaro Alvim, na Cinelândia, provando mais uma vez a força e a representatividade do evento. A abertura das portas às 19h00 deu início a uma celebração vibrante da diversidade, da arte e da cultura da arte transformista.


Performance, Emoção e o Poder da Plateia

Sob o comando carismático e afiado da anfitriã Miami Pink, a noite entregou performances eletrizantes e disputas acirradas a cada rodada. As artistas candidatas à coroa deram um show de talento, figurino e presença de palco, levando os espectadores ao delírio.


Um dos grandes destaques do formato do Dragstar é a participação ativa do público: a plateia funcionou como um verdadeiro jurado, usando a voz e o entusiasmo para apoiar suas candidatas favoritas e impulsioná-las rumo ao topo da competição.


"Ver o Teatro Rival lotado e vibrando com a arte drag mostra a importância de espaços que valorizam e celebram a diversidade com tanto carinho e profissionalismo", destacou um dos espectadores presentes na noite.


A presença fundamental das Drags juradas e madrinhas das concorrentes

Andreia Andrews, Miranda Lebrão, Ravena Creole, Organzza e Samara Rios comentavam sobre suas afilhadas após cada número, mostrando o quando elas entendem do ofício e dando dicas para cada apresentação. 


Esta noite teve duas desistências sobrando 13 concorrentes, das quais apenas 10 passaram para a próxima fase, a Semifinal.


A política estava presente em muitas das performances mostrando a real intenção de voto da candidata e provando que o Rival inteiro e em peso se posiciona na mesma direção: Esquerda e vermelha. 


Miami Pink conduziu o espetáculo com maestria. Ela não apenas ditou o ritmo das apresentações, mas também soube esquentar os ânimos da plateia, lembrando a todos que a decisão daquela noite dependia diretamente da energia que vinha do público.


Com a 14ª temporada atingindo seu ponto alto, a torcida agora aguarda os próximos passos e os desdobramentos dessa disputa inesquecível. Uma coisa é certa: a noite do dia 14/10 ficou gravada na história do Teatro Rival Petrobras.


O Palco em Chamas: Disputas Acirradas rumo à Coroa

A 14ª temporada do Dragstar provou por que é considerada uma das vitrines mais importantes do talento transformista no Brasil. A cada entrada no palco, as competidoras apresentaram números de alta complexidade técnica, combinando:

Lip Sync e Performance: Dublagens emotivas e coreografias ousadas que levaram o público ao delírio;

Conceito e Figurino: Iluminações cênicas valorizadas por figurinos ricos em detalhes, plumas, pedrarias e conceito artístico apurado;

Presença e Narrativa: Histórias de resistência, humor e ancestralidade contadas em poucos minutos de apresentação.

Maquiagem; Capricho no detalhe das maquiagens, pois também era um dos quesitos julgados.

Todas se esmeraram.



A disputa acirrada deixou evidente o nível de maturidade e dedicação das artistas. O poder da torcida mostrou que a busca pela coroa não é apenas uma vitória individual, mas a coroação de uma comunidade inteira que se reconhece e se celebra naquele espaço.


"Vir ao Teatro Rival e ver a arte drag tratada com esse nível de estrutura, luz, som e público pagante esgotando a casa é emocionante. O DragStar dá a dignidade e a visibilidade que essas artistas merecem", comentou um dos espectadores na saída do evento.


Com data da SEMIFINAL marcada para o dia 11 de novembro e ingressos já a venda pelo Sympla (CLIQUE AQUI E ADQUIRA SEU INGRESSO), fica o convite para você vivenciar uma das experiências mais incríveis do mundo Drag em pleno coração do Rio de Janeiro. 

quarta-feira, 14 de outubro de 2026

A voz que ecoa no Palco: 'Macacos' transforma dor e memória em arte viva no Teatro Rival

Em Neon: quarta-feira, 14 de outubro de 2026


Texto e fotos: Eduardo Moraes

Na noite do dia 13 de outubro de 2026, a atmosfera no Teatro Rival Refit era de visível expectativa. A plateia — diversa, atenta e engajada — lotou o espaço consciente de que presenciaria não apenas um espetáculo, mas um verdadeiro rito coletivo.

O impacto sobre o público foi imediato e contínuo. Durante os momentos de denúncia e dor, o silêncio na sala era absoluto, quase tangível. Em contrapartida, as quebras de expectativa, o humor ácido e as provocações diretas arrancaram risos aliviados e acenos de cabeça em sinal de identificação. Ao final da apresentação, a reação foi avassaladora: aplausos de pé prolongados, com boa parte da plateia visivelmente emocionada, consolidando o sentimento de que a arte havia cumprido sua função mais nobre de incomodar, acolher e transformar.

A dramaturgia de Macacos, escrita pelo próprio Clayton Nascimento, destaca-se pela estrutura inteligente e pelo rigor histórico, combinando pesquisa acadêmica, lírica poética e relatos documentais.


A Força da Atuação e da Dramaturgia

Sozinho em cena, vestindo um simples shorts preto calça jeans e com a força de sua presença corporal e vocal, Clayton Nascimento conduz o espectador por um fluxo contínuo de emoções que oscilam entre a dor profunda, a ironia mordaz e o alívio poético.

A peça toma como ponto de partida a estruturação do racismo no Brasil, desdobrando o uso pejorativo e histórico da palavra "macaco" e traçando uma linha direta até a violência policial e o encarceramento em massa da juventude negra. Clayton não apenas atua; ele encarna memórias coletivas e relatos reais, como as cartas e relatos de mães que perderam seus filhos para a violência do Estado.


Elementos Cênicos e Direção

Espaço e Luz: A iluminação pontual e minimalista no palco do Teatro Rival cria um tom de intimidade e urgência, transformando o espaço cênico em um ambiente de denúncia e celebração da vida negra.

Uso da Voz e do Corpo: O domínio técnico de Clayton impressiona. Ele transita por diferentes personagens, ritmos de fala e dinâmicas corporais sem a necessidade de figurinos complexos ou adereços exagerados.

Interação com o Público: O espetáculo quebra a quarta parede de forma orgânica, convocando a plateia não como mera espectadora, mas como testemunha e cúmplice da reflexão proposta.

A passagem de Macacos pelo Teatro Rival em outubro de 2026 reafirma a urgência dessa obra no panorama cultural brasileiro. A força do texto aliada à entrega visceral de Clayton Nascimento transforma o espetáculo em uma experiência indispensável — um exercício de memória, denúncia e celebração da vida.

Lembrando que o espetáculo "Macacos" tem mais uma apresentação no Teatro Rival no dia 15/10. 
CLIQUE AQUI e garanta seu ingresso. 

"Macacos" vai virar filme em 2027. A peça teatral escrita, dirigida e protagonizada por Clayton Nascimento depois de virar um importante livro ganhará uma adaptação para os cinemas produzida pelos Estúdios Globo.

terça-feira, 13 de outubro de 2026

'Show Room' um espetáculo totalmente necessário

Em Neon: terça-feira, 13 de outubro de 2026

Texto e fotos:  Eduardo Moraes

Neste feriado do dia 12 de Outubro, aconteceu o espetáculo"Show Room" no Teatro Rival e mostrou que após uns anos parados voltou se mostrando necessário para uma fase brasileira de muita conscientização. 


Ravena Creole (Caravana das Drags), Organzza (vencedora da 1ª temporada do Drag Race Brasil), Conga Bombreia, Manalu e Lua Drag se revezaram em números bem elaborados formando um leque de diversidade, consciência, alegria, humor e espiritualidade. Muita música brasileira, aproximadamente 90% do espetáculo, com Gal Costa, Elis Regina, Ney Matogrosso, Rita Ribeiro, Cazuza, entre tantas canções, cantores e cantoras memoráveis. As músicas de cunho político traziam um fervor na plateia que entendeu bem o recado de que um VIRADA é mais que precisa para o Brasil. 


Ravena e Conga deram conta do recado com humor e energia. 


Organzza cada apresentação mostra que sua vitória no Drag Race Brasil não foi à toa, excelente em cada número. 




Manalu e Lua Drag eu ainda não conhecia e me encantei, uma traz aquele clima de Priscilla, a Rainha do deserto e a outra um humor refinado. ganharam meu coração. 

As músicas foram pensadas e escolhidas a dedo. No dia de Nossa Senhora de Aparecida e Das Crianças, elas foram homenageadas à altura pelas Drags competentes Organzza e Manalu.

Pelo que foi visto e mostrado ontem no Teatro Rival, o "Show Room" deve voltar com mais frequencia e entrar para a grade da casa. Imperdível. Parabéns a todos os envolvidos. 















 
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