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quarta-feira, 7 de outubro de 2026

Programação semanal do Teatro Rival

Em Neon: quarta-feira, 7 de outubro de 2026


Muita música boa, muitas Drags, feijoada, samba e teatro de primeira linha. É uma semana inesquecível no Teatro Rival. Confira:


"Alma em canção" - Felipe Reis interpreta a obra de Paulo César Feital

O cantor e ator Felipe Reis apresenta “Alma em canção”, espetáculo inteiramente dedicado à obra do compositor, poeta e letrista Paulo César Feital. A apresentação reúne música, poesia e memória afetiva numa experiência artística que aproxima o público da riqueza literária e musical da MPB. No repertório, estão canções que marcaram a trajetória de Feital, como “Farol das estrelas” (Paulo César Feital e Altay Veloso) e “⁠Flamboyant (Paulo César Feital e Jota Maranhão).

“ALMA EM CANÇÃO” – FELIPE REIS CANTA A OBRA DE PAULO CÉSAR FEITAL CONVIDADOS: DHU MORAES E ALTAY VELOSO

9 de Outubro

Sexta às 19h30

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro


Paula Lima - D'Ouro Brilhante

Idealizado e dirigido por Paula Lima, o novo espetáculo da cantora,  “Eu, Paula Lima – D’Ouro Brilhante”, marca o lançamento do single “D’Ouro Brilhante”, primeira amostra do álbum inédito previsto para 2027. O show – no dia 10 de outubro, no Teatro Rival Petrobras – acompanha esse momento de renovação, unindo a identidade soul da artista a novas sonoridades brasileiras. A apresentação também celebra sua chegada à Black Service, selo comandado por Seu Jorge, que passa a acompanhar esse novo capítulo de sua carreira.

“EU, PAULA LIMA – D’OURO BRILHANTE”

10 de Outubro

Sábado às 19h30

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro


Feijoada do Rival com Ito Melodia e roda de samba

Vem aí mais uma edição da Feijoada do Rival! Será no dia 11 de outubro, mais uma vez sob o comando do grande intérprete do carnaval carioca Ito Melodia, cinco vezes premiado com o Estandarte de Ouro como Melhor Puxador. No repertório, clássicos do samba, composições próprias e, claro, sambas-enredo de todos os tempos. E, como nos eventos anteriores, Ito Melodia vai contar com participações especiais.

FEIJOADA DO RIVAL COM ITO MELODIA E SUA RODA DE SAMBA

11 de Outubro

Domingo às 13h00

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro


Show Room

Venha se divertir com “Showroom – O Espetáculo”, uma experiência que vai muito além de um tradicional show de drag. No dia 12 de outubro, o Teatro Rival Petrobras recebe Ravena Creole (Caravana das Drags), Organzza (vencedora da 1ª temporada do Drag Race Brasil), Conga Bombreia, Manalu e Lua Drag. Elas vão se revezar com performances de diferentes estilos, momentos de stand-up, brincadeiras com o público e, claro, surpresas, que são sempre um show à parte.

“SHOWROOM – O ESPETÁCULO” COM RAVENA CREOLE, ORGANZZA, CONGA BOMBREIA, MANALU E LUA DRAG

12 de Outubro

Segunda às 20h00

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro - Rio de Janeiro


"Macacos" – com Clayton Nascimento

O premiado espetáculo “Macacos” – criado, dirigido e atuado por Clayton Nascimento terá duas apresentações no teatro: dias 13 e 15 de outubro.

O título do espetáculo faz referência a uma das formas de ofensas racistas usadas para atacar pessoas negras no mundo todo. 

“MACACOS” COM CLAYTON NASCIMENTO

13 a 15 de Outubro

Terça e Quinta às 19h30

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro


Drag Star – Eliminatórias

Vem aí mais uma noite recheada de performances incríveis, apresentada por uma das maiores anfitriãs da cena drag carioca, que além de produtora cultural é conhecida como “a dona de concurso mais carismática da cidade”: Miami Pink. Depois de uma intensa fase de batalhas, que colocou as competidoras frente a frente em disputas marcadas por performance, estratégia, personalidade e muita torcida, chegou o momento de reduzir ainda mais o número de concorrentes e definir quem continua na corrida pelo título de Rainha Dragstar. 

DRAGSTAR – 13ª TEMPORADA – ELIMINATÓRIAS

14 de Outubro

Quarta às 20h00

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro

Fenômeno de público estrelado por Bruno Gadiol e Alexandre Acquiste, 'QUARTO 2107' retorna aos palcos para 2ª temporada


Dirigida por Rodrigo Ferraz, a peça reabre suas portas com texto de Arthur Pires e atuações aclamadas após uma primeira temporada de casa cheia

Depois de uma temporada de estreia com ingressos esgotados em todas as sessões e forte repercussão nas redes sociais, o espetáculo "QUARTO 2107: A Noite em que o Segredo Bateu à Porta" está de volta aos palcos para a sua segunda temporada no tradicional Espaço Parlapatões.

A peça, com dramaturgia do jornalista Arthur Pires e direção de Rodrigo Ferraz, consolida-se no teatro contemporâneo ao investigar a intimidade e a vulnerabilidade masculina. Para o crítico Carlos Rahal, "Quarto 2107 foge da mesmice das peças com temática gay", visão compartilhada pelo portal M.Arte, que observa como "a peça expõe que a hipocrisia não funciona como um desvio moral isolado".

Segundo o jornalista e crítico Miguel Arcanjo, "Arthur Pires constrói um inteligente suspense psicológico que questiona a hipocrisia social com seus silêncios coniventes", equilibrando momentos de humor e drama que deixam a plateia completamente surpresa ao final. Além da condução do texto, a sensibilidade da montagem também é ponto forte: José Cetra, crítico da APCA, destaca a direção de Rodrigo Ferraz, reforçando que "as cenas de sexo são bem resolvidas sem jamais resvalar para a nudez explícita, o erótico apelativo e o mau gosto".


O Colapso das Máscaras

Na trama, Mauricio (Alexandre Acquiste) é a imagem do sucesso: empresário bem-sucedido, casado e pai de família. Sua estrutura aparentemente inabalável é posta à prova quando ele decide alugar um quarto de hotel para vivenciar sua primeira experiência sexual com outro homem. O escolhido é Rafa (Bruno Gadiol), um jovem e experiente garoto de programa.

O encontro, inicialmente pautado pelo distanciamento e por identidades fictícias, ganha contornos dramáticos quando uma reviravolta inesperada força ambos a abandonarem seus papéis. Ao revelarem quem realmente são, descobre-se que o mundo fora daquele quarto é perigosamente menor do que imaginavam, e a realidade que surge ameaça destruir a vida de ambos.

Com performances intensas e um ritmo envolvente, a nova temporada convida o público a retornar ao Espaço Parlapatões para testemunhar de perto o colapso das máscaras sociais.


QUARTO 2107: A Noite em que o Segredo Bateu à Porta

Dramaturgia: Arthur Pires

Direção: Rodrigo Ferraz

Assistente de Direção: Kyra Piscitelli

Elenco: Alexandre Acquiste e Bruno Gadiol

Produção Executiva: Luiz Carlos Fernandes

Produção Geral e Redes Sociais: Ste Santoro

Cenário: Kaique Salvadori

Iluminação: João Piagge

Operação de Luz e Som: Lucas Gomes

Identidade e Programação Visual: Lucas Teixeira 

Fotos de Estúdio: Sérgio Santoian

Assessoria de Imprensa: Flávia Fusco

Gênero: Drama / Comédia

Duração: 65 minutos

Recomendação: 18 anos

Temporada: de 22 de outubro até 21 de novembro

Quinta-feira, às 21h | Sexta-feira, às 23h | Sábado, às 23h

Ingressos: R$ 80 inteira | R$ 40 meia

Vendas no Sympla ou na bilheteria do Espaço Parlapatões

‘PIAF – Eu não me arrependo’, com Laila Garin, estreia dia 10 de outubro no Teatro Riachuelo Rio


Produzida pela Aventura e dirigida por Sergio Módena, superprodução musical relembra a trajetória da lendária cantora francesa e reúne no palco sucessos que atravessaram gerações

A trajetória de Édith Piaf (1915-1963) é marcada por imenso sucesso, mas também por muitas perdas, tropeços, recomeços, desafios e superações. Uma das maiores vozes do século XX, a cantora francesa eternizou sucessos e transformou em canto e potência criativa toda a sua acidentada biografia. Com a estreia de ‘PIAF – Eu não me arrependo’, sua história vai ressurgir nos palcos em um espetáculo inédito, com dramaturgia de Newton Moreno e Alessandro Toller, direção de Sergio Módena, Laila Garin no papel-título em mais uma superprodução da Aventura. O espetáculo fica em cartaz no Teatro Riachuelo Rio, de 10 de outubro a 1º de novembro.

O musical é apresentado pela Bradesco Seguros, com apoio da Atlas Schindler, via Lei Federal de Incentivo à Cultura e acompanha a jornada de Piaf desde a infância marcada pela pobreza até a consagração mundial, em um percurso marcado por muitos amores, por seu envolvimento com a resistência francesa e por seus diversos problemas de saúde. Acompanhada por uma orquestra (com direção musical de Claudia Elizeu) e 12 atores em cena, Laila Garin encara o desafio de dar voz a canções icônicas, como ‘La Vie en Rose’, ‘Hymne à l’Amour’, ‘Padam, Padam’, ‘Milord’ e ‘Non, Je Ne Regrette Rien’.

Responsável por também reviver a célebre voz de Elis Regina em ‘Elis, A Musical’, Laila reprisa a parceria com a Aventura, de Aniela Jordan e Luiz Calainho, produtora de ambos os espetáculos.

‘Contar a história de Piaf em um musical é falar sobre vencer o destino que nos é imposto, mas celebrar a força feminina, a solidariedade e a vida inspiradora de uma mulher que superou todos os desafios e que jamais se arrependeu de suas escolhas’, analisa Aniela Jordan, diretora artística da Aventura.


Édith Piaf

Édith Piaf nasceu em Paris em 19 de dezembro de 1915. Criada entre um bordel, uma caravana circense e um bairro de classe trabalhadora, Piaf foi descoberta cantando na rua e iniciou sua carreira em um cabaré na Champs-Elysées.

Em 1935, cantando nas ruas de Pigalle, foi descoberta por Louis Leplée, que a levou para cantar no cabaré de sua propriedade, o Le Gerny’s. Com ele, aprendeu as técnicas de apresentação no palco e foi apelidada de “La Môme Piaf” (pequeno pardal). 

Mesmo durante a ocupação da França pelos alemães, na Segunda Guerra Mundial, Piaf continuou cantando. Em 1945, escreveu “Le Vie em Rose”, um dos seus maiores clássicos. Em 1947, fez seu primeiro show nos Estados Unidos.  Em 1948, de volta ao país, conheceu o pugilista Marcel Cerdan, com quem teve um grande romance, mas que terminou com a morte de Marcel em um acidente de avião em 1949. Em sua memória, Piaf gravou a célebre “Hymne à l’amour” e “Mon Dieu”.

Abalada emocionalmente pela morte do companheiro e com fortes dores provocadas pelo reumatismo, Piaf passou a fazer uso da morfina e se entregou ao álcool. Em 1951, sofreu um sério acidente de carro, sendo submetida a várias cirurgias e novas injeções de morfina. Mesmo fragilizada, realizou apresentações memoráveis no Olympia de Paris e no Carnegie Hall de Nova Iorque.

Após um rápido romance com Charles Aznavour e um casamento de quatro anos com Jacques Pills, ela se envolveu com o cantor Georges Moustaki. Em 1958, ao lado dele, Piaf sofreu um grave acidente de carro, que lhe causou um traumatismo craniano e fragilizou de vez sua saúde. Depois de tanta tragédia em sua vida, em 1960, Piaf interpretou “Non, Je Ne Regrette Rien”, que se tornou um de seus maiores sucessos. 

Sem condições de retomar a carreira, Piaf se retirou para o sul da França, onde viveu seus últimos dias ao lado de seu marido Theo Sarapo e de sua enfermeira. Edith Piaf faleceu no dia 10 de outubro de 1963. 

Teatro Riachuelo Rio

O prédio, tombado como patrimônio histórico-cultural, é imponente e se destaca na Rua do Passeio, número 40, reunindo passado, presente e futuro em um só lugar. O ícone da belle époque brasileira ficou com as portas fechadas por dois anos até 2016, quando foi devolvido à população como Teatro Riachuelo Rio, sempre com uma programação plural e acessível. Desde então, foram realizadas diversas peças, musicais, concertos e shows. 

Com uma área de aproximadamente 3.500 m², o teatro oferece uma estrutura completa para seus frequentadores, incluindo foyer, salas de ensaio, escritórios, camarins, área externa e uma grande sala com plateia para 999 pessoas. Mais do que um espaço físico, o teatro representa um compromisso com a promoção da cultura e da arte em suas diversas formas. O espaço conta ainda como o Bettina, Café & Arte, que além de abrir como bomboniere para atender ao público do teatro, funciona também para café da manhã e almoço.


PIAF - EU NÃO ME ARREPENDO 

Newton Moreno e Alessandro Toller - Dramaturgia 

Sergio Módena - Idealização e direção

Cláudia Elizeu - Direção Musical

Alonso Barros - Direção de Movimento e Coreografia

André Cortez - Cenografia

Karen Brusttolin - Figurino

Feliciano San Roman - Desenho de Visagismo, Cabelos e Perucas

Keila Santos - Desenho de Maquiagem

Wagner Antônio - Desenho de Luz

Gabriel D’Angelo - Desenho de Som

Gustavo Wabner - Diretor Assistente

Rafael Michalichem - Assistente de Direção

Elenco por Marcela Altberg

Bianca Caruso - Direção de Produção

Aniela Jordan - Direção Artística e Produção Geral

Luiz Calainho - Direção de Negócios e Marketing

Com Laila Garin (Piaf), Luísa Vianna (Piaf alternante / Coro), Bernardo Berro (Louis Leplée / Charles Dumont), Bruna Pazinato (Marlene Dietrich / Marguerite), Claudio Lins (Jean Cocteau / General Wetcher), Erika Riba (Dedée / Santa Teresa), Gabriel Vicente (Louis Gassion / Jornalista – 1º ato / Jacques Pills / Théo Sarapo), Leonardo Ventura (Raymond Asso / Nazista / Bourgeat), Luciana Ramanzini (Momone / Marianne Michel), Martina Blink (Marianne Michel / Marie Dubas / Simone / Mãe de Piaf), Patrick Amstalden (Marcel Cerdan / Bruno Coquatrix / Policial / Médico), Thiago Marinho (Louis Dupont / Mitty Goldin / Loulou), Bruno Ospedal (Coro / Pianista / Jornalista – 2º ato), Carol Lippi (Coro), Shantala Marthins (Coro), Vitor Veiga (Coro) e Vinicius Cosant (Swing).

O ELENCO DESTE ESPETÁCULO PODE SER ALTERADO SEM AVISO PRÉVIO


Serviço: 

PIAF – Eu não me arrependo

Temporada: 10 de outubro a 01 de novembro

Dias e horários: Quintas e sextas, às 20h

Sábados, às 15h30 e 20h

Domingos, às 15h

Valores: Ingressos (1º lote) de R$ 50 a R$ 300

Classificação indicativa: 12 anos

Menores de 12 anos poderão assistir ao espetáculo desde que acompanhados por seus responsáveis legais ou por acompanhante autorizado, maior de 18 anos. Quando o acompanhante não for o responsável legal, será necessária autorização formal assinada pelo responsável, acompanhada da documentação exigida. A relação de documentos varia conforme o vínculo do acompanhante com o menor.

Duração: 150 min + 15 minutos de intervalo

Vendas: https://www.ingresso.com/espetaculos/piaf-eu-nao-me-arrependo?utm_source=trr_site&utm_medium=organico&utm_campaign=trr_piaf 

Teatro Riachuelo Rio - Rua do Passeio, 38 - Centro, Rio de Janeiro - RJ

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Samba Que Elas Querem e Marco Vivan se apresentam no Teatro Rival Petrobras

Em Neon: sexta-feira, 2 de outubro de 2026


Vai ter muita música boa, Elas cantam Beth Carvalho e Vivan canta Carlos Colla e muitas outras lindas canções da MPB. Confira abaixo:


Samba que elas querem canta Beth Carvalho

O teatro recebe o show Samba Que Elas Querem canta Beth Carvalho”, unindo a força da nova geração feminina ao repertório imortalizado por uma das maiores vozes da música brasileira, nascida há exatamente 80 anos. O espetáculo mergulha no legado de Beth Carvalho, em quatro décadas de discografia — de 1970 a 2011 —, destacando a conexão dela com a Estação Primeira de Mangueira e o revolucionário Fundo de Quintal. 

SAMBA QUE ELAS QUEREM CANTA BETH CARVALHO

2 de Outubro

Sexta às 19h30

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro

Marco Vivan no show "Vivan a vida!"

O público pediu, ele vai voltar, cantando sucessos de vários gêneros musicais. No repertório, estão canções como “Me dá tudo que é seu”, de Carlos Colla e Paulo Debétio, gravada por Bruno e Marrone; “Besame Mucho”, sucesso internacional da compositora mexicana Consuelo Velázquez; “Gostosa”, de Wando, gravada pelo próprio autor; e sua recém-lançada “Amor infinito”, de Carlos Colla e Marcio Greyck. 



sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Festival Amir Haddad reúne gerações LGBTQIAPN+ em programação que celebra corpo, liberdade e resistência na Lapa

Em Neon: sexta-feira, 25 de setembro de 2026


Dos DZI Croquettes á Ballroom, Lapa é palco do Orgulho até sexta, dia 25 de setembro

FOTOS DIVULGAÇÃO - Foto Victor Curi

Ópera das Malandras transforma os Arcos da Lapa em um grande cabaré LGBTQIA+ ao ar livre

A Lapa é uma arena de afeto e resistência. Do documentário histórico dos Dzi Croquettes à explosão de cor e movimento da Vogue Night, o Festival de Teatro Amir Haddad, reserva um eixo especial da programação para colocar frente a frente diferentes gerações da cultura LGBTQIAPN+ memória, cena contemporânea e teatro-cabaré, tudo em torno de um único palco: a rua.


Entre os destaques estão os Dzi Croquettes, que apresentam um documentário sobre sua trajetória, seguido de conversa com os artistas presentes, no dia 25/09, às 15h30, promovendo um encontro entre a memória de um dos grupos mais revolucionários da cena brasileira e o público de hoje; o Cabaré Tá Na Rua, que fará uma participação no Buraco Show, no mesmo dia, a partir das 20h, ampliando o diálogo entre gerações, linguagens e territórios da noite carioca; e a Cultura Ballroom / Vogue Night, também no dia 25/09, às 22h. Essas duas últimas atividades acontecem no Centro Cultural Casa do Tá Na Rua (Av. Mem de Sá, 35, Lapa). 


Serviço

4º Festival de Teatro Amir Haddad - Viva o Povo Brasileiro!

De 18 a 25 de setembro de 2026

O Ato I - A Rua aconteceu nos dias 18, 19 e 20 de setembro, na Praça Cardeal Câmara, sob os Arcos da Lapa, Rio de Janeiro. Com uma programação inteiramente gratuita 

O Ato II - A Casa acontece de 21 a 25 de setembro, no Centro Cultural Casa do Tá Na Rua, na Av. Mem de Sá, 35, Lapa, Rio de Janeiro, com atividades culturais gratuitas e espetáculos teatrais a preços populares. Os Ingresso dos espetáculos que ocorrerão na Casa: estão a partir de R$ 25,00 a meia e R$ 50,00 a inteira 

A programação reúne cerca de 80 atrações, entre teatro, arte pública, música, conversas, oficinas, filmes, literatura e cenas curtas.




quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Programação semanal do Teatro Rival

Em Neon: quinta-feira, 24 de setembro de 2026


Uma viagem no tempo com os Inimigos do Rei, as deliciosas cançoes de Lô Borges, as purpurinadas Drag Queens, um som fantástico da Outra Banda e os 80 anos de Aldir Blanc são o supra sumo desta semana no Rival. Confira: 


Inimigos do Rei no show “Vem Kafka Comigo"

Performance cênica e teatral, humor inteligente e atemporal, conexão direta com o público, nostálgico sem ser datado. Assim será o show “Vem Kafka comigo” dos Inimigos do Rei, banda formada por Luiz Guilherme (vocal), Luiz Nicolau (vocal), Lourival Franco (teclado), Celão Marques (bateria), Marcelo Crelier (contrabaixo e vocais) e Mario Vitor (guitarra e vocais), a banda promete um show divertido, com sucessos próprios – como “Adelaide” (Run DMC, versão de Luiz Guilherme), “Uma barata chamada Kafka” (Paulinho Moska, Luiz Guilherme e Marcelo Marques) e “Mamãe viajandona” (Paulinho Moska, Luiz Nicolau e Luiz Guilherme), além de hits de outros artistas e grupos, como “Kátia Flávia” (Fausto Fawcett e Laufer) e “Bichos escrotos” (Arnaldo Antunes, Nando Reis e Sérgio Britto).

INIMIGOS DO REI NO SHOW “VEM KAFKA COMIGO!”

25 de Setembro

Sexta às 19h30

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro


“Simplesmente Lô – As eternas canções de Lô Borges" com Rodrigo Borges e Eduardo Braga

Vem aí uma bela homenagem a Lô Borges, fundador do lendário Clube da Esquina! No dia 26 de setembro, Rodrigo Borges, sobrinho do homenageado, Eduardo Braga e banda sobem ao palco do Teatro Rival Petrobras para exaltar a obra do saudoso mineiro que deixou o nome gravado na história da música brasileira. O show tem direção de Djalma Amaral e participações especiais.

“SIMPLESMENTE LÔ – AS ETERNAS CANÇÕES DE LÔ BORGES” COM RODRIGO BORGES E EDUARDO BRAGA

26 de Setembro

Sábado às 19h30

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro




Realeza Drag – A Grande Final

Vem aí a grande final do Realeza Drag, comandado pela poderosa Samara Rios! Será no dia 29 de setembro, no Teatro Rival Petrobras! Preparem-se para performances e disputas bafônicas!

Não vão faltar emoção, glamour, rivalidade e grandes surpresas. Venha torcer por sua drag favorita!

REALEZA DRAG COM SAMARA RIOS

29 de Setembro

Terça às 20h00

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro


"Uma Outra Banda" – com Vinicius Cantuária, Arnaldo Brandão e Dadi Carvalho

Formada por três nomes fundamentais da música brasileira – Vinicius Cantuária, Arnaldo Brandão e Dadi Carvalho –, Uma Outra Banda traz o espetáculo “Agora vocês”. O trio apresenta um repertório formado exclusivamente por sucessos de suas carreiras e de grandes parceiros. O repertório reúne clássicos como “Lua e estrela”, “Totalmente demais”, “Só você”, “Abri a porta”, “O tempo não para” e “Menino Deus”.

UMA OUTRA BANDA NO SHOW “AGORA VOCÊS” VINICIUS CANTUÁRIA, ARNALDO BRANDÃO E DADI CARVALHO

30 de Setembro

Quarta às 19h30

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro


"Aldir Blanc 80 anos" – com Guinga, Moacyr Luz e Zé Renato

Para celebrar a obra de Aldir blanc, que completaria 80 anos, três grandes nomes — Guinga, Moacyr Luz e Zé Renato — sobem juntos ao palco do Teatro Rival Petrobras, no espetáculo inédito “Aldir Blanc – 80 Anos”, no dia 1º de outubro. Entre as canções do repertório, estão “De frente pro crime”, “Kid Cavaquinho”, “Só dói quando eu rio”, “Coração do Agreste” e “Chá de panela”.

ALDIR BLANC – 80 ANOS GUINGA, MOACYR LUZ E ZÉ RENATO

1 de Outubro

Quinta às 19h30

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro

'A Construção', solo com Marcelo Olinto, reestreia em 2 de outubro, no Teatro Municipal Sérgio Porto


Com direção de Beto Brown, peça é uma adaptação feita pelo dramaturgo Pedro Emanuel da obra homônima de Franz Kafka

Fotos: Nil Caniné

Escrita por Franz Kafka (1883-1924) seis meses antes de sua morte e publicada postumamente em 1931, a novela inacabada “A Construção” volta ao circuito para uma curta temporada entre 2 e 18 de outubro no Teatro Municipal Sérgio Porto, com sessões de sexta a domingo. Com idealização e atuação de Marcelo Olinto, a montagem tem direção de Beto Brown e adaptação de Pedro Emanuel (vencedor do Shell de melhor dramaturgia por “Língua”).

Em cena, o narrador-protagonista interpretado por Marcelo Olinto é um animal mamífero, um texugo que se dedica obsessivamente à criação e manutenção de sua toca subterrânea, um refúgio seguro criado para sua proteção. Cercado por uma atmosfera claustrofóbica, o personagem oscila entre o orgulho de seu trabalho e o medo paranoico de ter a sua toca invadida por inimigos, sejam reais ou imaginários. Ao encenar a história desse animal envolvido na construção de sua moradia-fortaleza, a obra aborda metaforicamente os sentimentos que acompanham o ser humano durante toda a sua vida: a necessidade de um teto e o medo da morte.

A narrativa suscita reflexões sobre a luta pela sobrevivência em um ambiente hostil. Quando Kafka escreveu a obra, na primeira metade da década de 1920, a Europa assistia à ascensão do fascismo. Hoje, um século depois, o mundo assiste, perplexo, à repetição da história não somente no continente europeu, mas também em países da América do Sul, da Ásia e da África.

Idealizador do projeto, Marcelo Olinto alimenta há anos a vontade de levar essa obra de Kafka para o teatro. “Sempre me chamou atenção o fato de esse texto ser uma crítica à burguesia, desse lugar da pessoa nunca querer partilhar e dividir, desse lugar da loucura da pessoa autocentrada”, conta Olinto. Diretor da peça, Beto Brown volta ao universo kafkiano depois de dirigir e adaptar outra obra do autor checo, “Macaco — Relatório a uma academia”. “Esse burguês da peça é egoísta ao máximo, mas não diria que é um ser infeliz porque ele ama a propriedade dele”, diz Brown.

Criado por Olinto em parceria com o estilista Almir França, o figurino preto tem uma textura bordada nas costas remetendo a um animal. A dupla recebeu uma indicação ao Shell 2025 na categoria Melhor Figurino. A equipe de criação conta ainda com a direção de movimento da coreógrafa Lavínia Bizzotto, cenário de Teca Fichinski, trilha sonora original de Mario Olinto e iluminação de Adriana Ortiz.

Marcelo Olinto – Com 43 anos de carreira, é ator, figurinista e produtor. É membro fundador da Cia. dos Atores, grupo com o qual já realizou inúmeros espetáculos como “Rua Cordelier”, “Tempo e morte de Jean Paul Marat”, “A Bao A Qu”, “Um lance de dados”, “A morta”, “Melodrama”, “O enfermeiro”, “Cobaias de Satã”, “O rei da vela”, “Notícias Cariocas”, “Insetos”, “Ensaio.HAMLET”, “Bait Man”, “Conselho de Classe”, entre outros. Está à frente do Projeto RESIDENTES DA SEDE, desenvolvido pela Cia. dos Atores.


Já trabalhou com diretores premiados como Aderbal Freire Filho, Enrique Diaz, Gerald Thomas, Gilberto Gawronski, João Saldanha, Nehle Franke, Rodrigo Portella e Rubens Corrêa. Com mais de 40 peças no currículo atuou nos sucessos “O Bem-Amado”, com Marco Nanini, e “Conselho de Classe”, que lhe rendeu o prêmio APTR de melhor ator. Encenou obras de autores brasileiros como Filipe Miguez, Jô Bilac, Nelson Rodrigues (Suzana Flag) e Oswald de Andrade.

Como figurinista, já recebeu seis prêmios, entre eles Shell RJ, Shell SP, APCA, Mambembe RJ e Cultura Inglesa. Assinou os figurinos do show “Universo Particular”, de Marisa Monte. Suas últimas criações: “Virgínia”, de Claudia Abreu; “A Falecida”, de Nelson Rodrigues; “Julius Caesar, Vidas paralelas”, de Gustavo Gasparani; “Os Mambembes”, de Artur Azevedo; e “As irmãs Pereira”, de Pedro Brício.

Beto Brown - Começou a carreira em 1983 no Marxmellow como ator e figurinista de “Os Banhos”, de Maiakovsky; “Jogos de Guerra”, de Fernando Arrabal e Bertolt Brecht; Folias do Coração”, de Geraldo Carneiro. Dirigiu os infantis: “Morangos e Lunetas”, com Patrícia Pillar, coautoria com Denise Crispun (indicado ao Prêmio Mambembe diretor-revelação, 1985); “Pedro e o Lobo” (indicado ao Prêmio Mambembe melhor diretor), com Luiz Salem e Jonas Torres, 1986; “Tem Areia no Maiô” com As Marias da Graça, desde 1992, e ainda em rodando pelo Brasil; “O Lobo sem Chapéu”, de Denise Crispun; Palhaço Dudu e O Esquecimento Global”, “O Mundo Encantado de Buarque de Hollanda”, de Anna Markun.

No teatro adulto, Beto dirigiu “Zee”, de Fernando Pessoa, “O Grelo Falante em Conversa Privada”, com Claudia Ventura e Lucilia de Assis; “Amor Perfeito”, de Denise Crispun, com Rosane Gofman. Depois da pandemia, fez a adaptação e direção de “Macaco – Relatório a uma academia”, de Franz Kafka, com Eduardo Andrade no Rio; e sua versão uruguaia – “Mono - Informe a la academia”, em Montevidéu, com o ator Marcos Valls. Escreveu o texto de “O Prazer é Todo Nosso”, com Juliana Martins e direção de Bel Kutner.

Ficha Técnica 

Texto: Franz Kafka

Adaptação Dramatúrgica: Pedro Emanuel

Direção: Beto Brown

Atuação: Marcelo Olinto

Direção de movimento e preparação corporal: Lavinia Bizzotto

Cenário: Teca Fichinski

Figurino: Almir França e Marcelo Olinto

Iluminação: Adriana Ortiz

Composição: A Construção/Suite Sinfônica Mario Olinto

Produção executiva: Liliana Mont Serrat

Assessoria de imprensa: Catharina Rocha e Paula Catunda

Mídias sociais: Rafael Teixeira

Design gráfico: Maria Cristina Pacheco

Fotos banner e cartaz: Nil Caniné 

Fotos: Ricardo Brajterman

Filmagem e edição de vídeo: Bruna Baitelli

Ateliê de costura: Empório Almir França

Estúdio: Mega

Técnico de luz e operação: Rafael Maia

Montagem cenário: Ryan dos Santos

Produção: Beto Brown e Marcelo Olinto

Realização: Antropofagia Produções

Idealização: Marcelo Olinto


SERVIÇO

Espetáculo: “A Construção”

Temporada: de 02 a 18 de outubro de 2026

Dias e horários: Sextas e sábados, às 20h. Domingos, às 19h.

Local: Teatro Municipal Sérgio Porto (Rua Visconde de Silva, S/N – ao lado do 292 – Humaitá

Ingressos: R$ 40 (meia-entrada) e R$ 80 (inteira) no site da Sympla ou na bilheteria do teatro uma hora antes do início da sessão

Classificação: 14 anos.

Duração: 55 min.

Instagram: @aconstrucao.teatro 

quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Centenário da atriz Berta Loran é celebrado na peça inédita 'Berta – Minha vida por um palco'

Em Neon: quarta-feira, 23 de setembro de 2026


Com texto de Miriam Halfim e Marcelo Aquino e direção de Ary Coslov, peça homenageia uma das grandes comediantes do país

Fotos: Nil Caniné

Peça cumpre temporada no teatro do Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) de 4 a 27 de setembro

Uma das grandes comediantes do país, a atriz Berta Loran (1926-2025) tem seu centenário de nascimento celebrado no lugar onde ela mais se sentia feliz: o teatro. Com texto de Miriam Halfim (sobrinha de Berta) e Marcelo Aquino e direção de Ary Coslov, o espetáculo inédito "Berta – Minha vida por um palco"; está em cartaz no teatro do Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) entre 4 e 27 de setembro de 2026. No elenco, os atores Andrea Dantas, Alexandre Regis, Junior Vieira e Patrícia Pinho dão vida a uma narrativa que transita entre a comédia e a crítica contundente sobre o esquecimento cultural no Brasil.


A montagem homenageia a trajetória e o legado de uma das artistas mais queridas e marcantes do Brasil. Em cena, as etapas marcantes de sua vida são lembradas desde a infância difícil em Varsóvia, na Polônia, até a sua morte aos 99 anos em 2025, em Copacabana. Berta migrou para o Brasil aos 9 anos de idade, junto com os pais e cinco irmãos fugindo da perseguição nazista crescente na Europa. Ao chegar no Rio de Janeiro, a família se instalou num sobrado na Praça Tiradentes. Por incentivo do pai, que era alfaiate e ator, Berta ingressou no teatro ainda adolescente e nunca parou.

Com quase oito décadas de carreira e mais de 2 mil personagens, Berta começou no teatro de revista, esteve em dezenas de peças teatrais e foi nos programas de humor na TV que ela ficou famosa em todo o Brasil. Sua ida a Portugal para participar da peça “Fogo no Pandeiro” acabou lhe rendendo um enorme sucesso no país, onde morou por seis anos, entre o fim dos anos 1950 e o início dos 1960. Essa experiência acabou criando uma das personagens mais marcantes de sua carreira na TV. Nos anos 1990, na Escolinha do Professor Raimundo, ela criou a imigrante portuguesa Manuela D'Além Mar, cujo sotaque carregado e o "Manuela D'Além Mar, de Trás-os-Montes, sim senhoire!"; se tornaram sua marca registrada.

Com um humor ácido, a montagem utiliza a figura da icônica comediante para dialogar sobre a falta de preservação da memória artística e histórica do país. Como dramaturga, Miriam Halfim tem se destacado com obras que jogam luz sobre personalidades e episódios históricos. Filha de um dos irmãos de Berta, a autora teve muito contato com a tia ao longo de sua vida. "O palco deu a ela tudo o que ela quis. Apesar de uma infância muito difícil, miserável, em Varsóvia,


Berta escolheu viver com alegria. Ela dizia que felicidade é uma escolha", lembra Miriam.

“É muito importante que as pessoas conheçam a história da vida dela e se lembrem de Berta Loran. Ela era extremamente talentosa”, diz o diretor Ary Coslov, que decidiu ter duas atrizes – Andrea Dantas e Patrícia Pinho – dividindo o papel de Berta Loran (além de fazerem outros papéis) em diferentes etapas da trajetória dela.

Para construir a narrativa da peça, além das muitas lembranças pessoais, Miriam contou com a extensa pesquisa do ator, diretor e autor Marcelo Aquino, coautor do texto. “Nós somos um país com um problema sério de preservação da memória. Tem uma questão cultural com a memória, a gente apaga com muita rapidez muitos artistas”, diz Marcelo. “Por isso, acho que a Miriam presta um serviço não só para arte, mas também para a memória. A Berta é uma artista que abriu caminho para muitos humoristas que estão aqui hoje, principalmente para as mulheres”, afirma Marcelo.

A equipe de criação reúne um time de grandes nomes dos bastidores do teatro brasileiro. A iluminação é de Aurélio de Simoni. Os figurinos foram criados por Mauro Leite. A trilha sonora do espetáculo é assinada por Ary Coslov e Marcelo Aquino. A direção de produção fica a cargo do experiente Celso Lemos.


FICHA TÉCNICA

Texto: Miriam Halfim e Marcelo Aquino

Direção: Ary Coslov

Atores: Andrea Dantas, Alexandre Regis, Junior Vieira e Patrícia Pinho

Cenografia: Ary Coslov e Mauro Leite

Figurino: Mauro Leite

Iluminação: Aurélio de Simoni

Direção de movimento: Lavínia Bizzotto e Alê Maïa

Trilha sonora: Ary Coslov e Marcelo Aquino

Design gráfico: Isio Ghelman

Fotografia: Nil Caniné

Assessoria de imprensa: Paula Catunda e Catharina Rocha

Assessoria de mídias sociais: Rafael Teixeira

Assessoria de marketing digital: Rafael Gandra

Assistente de direção: Johnny de Castro

Preparação corporal: Alê Maïa

Assistente | Trilha sonora: Gabriel Fomm

Cenotécnica: Fátima de Souza

Alfaiate: Renato Nascimento

Costureira: Risonete

Diretor de cena: Fábio Lima Batista

Operador de luz: Marcelo de Simoni

Operadora de luz e vídeo: Júlia Hespanhol

Produção ensaios: Osni Silva

Produção executiva: Maísa Schorn

Direção de produção: Celso Lemos

Realização: MM Halfim Produções Artísticas Ltda


SERVIÇO

Espetáculo: “Berta – Minha vida por um palco”

Temporada: de 4 a 27 de setembro de 2026

Dias e horários:

Sextas: às 19h | Sábados e domingos (sessões duplas): às 16h30 e às 19h

Local: CCJF - Centro Cultural Justiça Federal

Endereço: Av. Rio Branco, 241 - Centro, Rio de Janeiro

Ingressos pela Sympla

Valores: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)

Classificação Indicativa: 14 anos

Duração: 80 min.

Instagram: @berta.teatro

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Gongada Drag reúne Suzy Brasil, estrelas de Drag Race Brasil e grandes nomes do humor no Teatro Riachuelo Rio

Em Neon: quinta-feira, 17 de setembro de 2026


Espetáculo comandado por Bruno Motta chega ao Rio de Janeiro em 30 de setembro com DaCota Monteiro, Nando Gald, Deco Machado, Melina Blley e Chanel

O palco do Teatro Riachuelo Rio recebe, na quarta-feira, 30 de setembro, às 20h, uma nova edição do Gongada Drag. Criado e apresentado pelo humorista Bruno Motta, o espetáculo reúne diferentes gerações da arte drag e da comédia LGBTQIA+ brasileira em uma noite de performances, improviso, interação com a plateia e muito deboche.

O elenco desta edição é formado por Suzy Brasil, DaCota Monteiro, Nando Gald, Deco Machado, Melina Blley e Chanel, além do anfitrião Bruno Motta. A seleção combina artistas consagrados do humor, fenômenos das redes sociais e duas participantes da segunda temporada de Drag Race Brasil.

Inspirado no formato do roast, o Gongada transforma a provocação em espetáculo. No palco, as artistas apresentam números e participam de jogos e desafios de humor, nos quais ninguém está livre das piadas, nem mesmo quem segura o microfone.

Cada apresentação recebe uma formação diferente, criando um show único e imprevisível. O público encontrará um elenco marcado por trajetórias de destaque:


Suzy Brasil — Um dos maiores nomes da comédia drag brasileira, foi campeã da quinta temporada de LOL: Se Rir, Já Era!, no Prime Video, após ter sido vice-campeã da terceira edição. Também venceu o Prêmio PRIO do Humor com o espetáculo Bye Bye Bangu e foi anunciada como jurada da nova temporada do Prêmio Multishow de Humor, com Dani Calabresa.

DaCota Monteiro — Drag queen, atriz, comediante e criadora de conteúdo, ganhou projeção em realities como Queen Stars Brasil e Corrida das Blogueiras. Na televisão, tornou-se apresentadora de La Maison: Drag Me As a Queen, ao lado de Lia Clark.

Nando Gald — Influenciador carioca que viralizou com vídeos de humor sobre o cotidiano, a comunidade da Urucânia e sua paixão pelo Vasco. Com seu bordão “Respeita a minha história!”, tornou-se uma voz de representatividade LGBTQIA+ dentro de um ambiente tradicionalmente marcado pelo machismo: as arquibancadas do futebol.

Deco Machado — Comediante e publicitário que transforma vivências relacionadas ao autismo, à bissexualidade e à umbanda em humor. Seus vídeos conquistaram as redes sociais e deram origem a espetáculos como Testemunha de Oxalá, seu solo de stand-up umbandista.

Melina Blley — Finalista da segunda temporada de Drag Race Brasil, encerrou a competição entre as três melhores participantes. A artista paraibana radicada no Rio destacou-se pelos visuais grandiosos, pela presença de palco e por sua personalidade marcante.

Chanel — Uma das revelações da segunda temporada de Drag Race Brasil, é conhecida pela capacidade de transitar entre glamour, terror e cultura pop. Após o reality, tornou-se apresentadora de Mostra a Mala, produção oficial da WOW Presents Plus dedicada aos bastidores e aos looks das participantes da temporada.

Bruno Motta — Criador e apresentador do Gongada Drag, é um dos pioneiros do stand-up brasileiro. Foi um dos criadores do Furo MTV, apresentou o espetáculo de improviso Improvável e acumula participações em programas como Altas Horas, The Noite, Conversa com Bial e Programa do Jô.

Ao levar a linguagem do roast para um grande palco, o Gongada Drag celebra uma tradição histórica da cultura LGBTQIA+: rir de si, responder com inteligência e transformar provocação em arte. O resultado é um encontro entre humor, performance e representatividade que já passou por importantes teatros do país.



Teatro Riachuelo Rio

O prédio, tombado como patrimônio histórico-cultural, é imponente e se destaca na Rua do Passeio, número 40, reunindo passado, presente e futuro em um só lugar. O ícone da belle époque brasileira ficou com as portas fechadas por dois anos até 2016, quando foi devolvido à população como Teatro Riachuelo Rio, sempre com uma programação plural e acessível. Desde então, foram realizadas diversas peças, musicais, concertos e shows.

Com uma área de aproximadamente 3.500 m², o teatro oferece uma estrutura completa para seus frequentadores, incluindo foyer, salas de ensaio, escritórios, camarins, área externa e uma grande sala com plateia para 999 pessoas. Mais do que um espaço físico, o teatro representa um compromisso com a promoção da cultura e da arte em suas diversas formas. O espaço conta ainda com o Bettina, Café & Arte, que, além de funcionar como bomboniere para atender ao público do teatro, também oferece café da manhã e almoço.

Serviço:

Gongada Drag

30 de setembro (quarta-feira),  20h

Valores:

Plateia VIP - R$ 220,00

Plateia - R$ 180,00

Balcão Nobre - R$ 150,00

Balcão - R$ 50,00

Classificação etária: 14 anos

Duração: 120 minutos

Teatro Riachuelo Rio – Rua do Passeio, 38 – Centro, Rio de Janeiro – RJ

Teatros Riachuelo Rio e TotalEnergies integram programação da Semana de Arte do Rio


Musicais, teatro, humor e samba fazem parte da programação especial dos espaços durante a iniciativa, que movimenta a cena cultural carioca em setembro

A programação cultural do Rio de Janeiro ganha ainda mais força em setembro com a participação do Teatro Riachuelo Rio e do Teatro TotalEnergies – Sala Adolpho Bloch na Semana de Arte do Rio. Os dois espaços recebem uma seleção de espetáculos que passeia por diferentes linguagens e reúne nomes de destaque da cena artística brasileira, entre eles Marco Nanini, Guilherme Weber, Helena Ignez, Ary França, Teresa Cristina, Vitor diCastro e o grupo Sururu na Roda.

Semana de Arte do Rio

A Semana de Arte do Rio celebra a diversidade da produção artística e cultural da cidade, reunindo uma programação especial em diferentes espaços culturais cariocas. A iniciativa convida o público a circular pelo Rio e prestigiar diferentes manifestações artísticas, linguagens e artistas, fortalecendo a conexão entre a cidade, seus espaços culturais e a produção contemporânea.

No Teatro Riachuelo Rio, a programação inclui o musical “Mamma Mia!”, em cartaz até 27 de setembro. Ambientado em uma ilha grega, o espetáculo conta a história de Sophie, uma jovem prestes a se casar que convida três ex-pretendentes de sua mãe para a cerimônia, na tentativa de desvendar o mistério que envolve sua paternidade. A história combina romance e comédia ao som de grandes sucessos do ABBA, como “Dancing Queen”, “Mamma Mia”, “The Winner Takes It All” e “Money, Money, Money”, entre outros. No dia 16 de setembro, o palco recebe Vitor diCastro com “INTENSO – meu retorno de Saturno”. Após o sucesso da estreia, o espetáculo ganha uma nova temporada e acompanha Daniel, um homem gay recém-divorciado que, ao se mudar para um novo apartamento, se vê diante das memórias de um relacionamento encerrado e das incertezas de um recomeço. Conhecido pelo humor afiado e pelo carisma, Vitor, apresentador do Mesacast BBB 25 e criador do canal Deboche Astral, interpreta o personagem, que vive situações divertidas e caóticas ao lado da assistente virtual Britney, inicialmente uma simples voz de comando que acaba se tornando sua confidente. Já no dia 23 de setembro, Teresa Cristina apresenta o show da turnê de lançamento de “Tudo Que Eu Tenho”, seu primeiro álbum totalmente autoral e inédito. Produzido por Pretinho da Serrinha, o trabalho reúne canções, histórias de vida e o olhar da sambista carioca sobre o país. O espetáculo promove um encontro entre diferentes momentos da carreira da artista, resgatando composições autorais como “Candeeiro”, “Acalanto” e “Pedro e Teresa”, além de parcerias como “Oferendas”, com Arlindo Cruz; “Sem Poder Dançar”, com Joyce; “Armadilha”, com Kátia B e Dé Palmeira; e “Trégua Suspensa”, com Lula Queiroga.

No Teatro TotalEnergies – Sala Adolpho Bloch, a programação conta com “Fim de Partida”, em cartaz até 27 de setembro. Escrita por Samuel Beckett nos anos 1950, sob o impacto da Segunda Guerra Mundial, a obra apresenta Hamm e Clov, personagens que simbolizam um mundo em ruínas físicas e emocionais. Quase sete décadas depois, a montagem brasileira dirigida por Rodrigo Portella e produzida por Fernando Libonati mantém o diálogo com o mundo contemporâneo. O elenco reúne Marco Nanini, Guilherme Weber, Helena Ignez e Ary França. No dia 23 de setembro, o espaço recebe ainda o Sururu na Roda, que celebra 25 anos de trajetória com o show “Na Linha do Tempo”. Com direção musical do álbum assinada por Rildo Hora, o projeto revisita a história do grupo a partir de um repertório afetivo, popular e profundamente ligado à memória do samba brasileiro. Mais do que um show comemorativo, o espetáculo funciona como uma biografia musical, percorrendo a trajetória do Sururu na Roda desde os primeiros anos na Lapa carioca, passando pelo reconhecimento nacional e pelas turnês internacionais, até a maturidade artística da formação atual.

Teatro Riachuelo Rio

O prédio, tombado como patrimônio histórico-cultural, é imponente e se destaca na Rua do Passeio, número 40, reunindo passado, presente e futuro em um só lugar. O ícone da belle époque brasileira ficou com as portas fechadas por dois anos até 2016, quando foi devolvido à população como Teatro Riachuelo Rio, sempre com uma programação plural e acessível. Desde então, foram realizadas diversas peças, musicais, concertos e shows.

Com uma área de aproximadamente 3.500 m², o teatro oferece uma estrutura completa para seus frequentadores, incluindo foyer, salas de ensaio, escritórios, camarins, área externa e uma grande sala com plateia para 999 pessoas. Mais do que um espaço físico, o teatro representa um compromisso com a promoção da cultura e da arte em suas diversas formas. O espaço conta ainda como o Bettina, Café & Arte, que além de abrir como bomboniere para atender ao público do teatro, funciona também para café da manhã e almoço.

Teatro TotalEnergies – Sala Adolpho Bloch

Localizado no histórico Edifício Manchete, na Glória, Rio de Janeiro, projetado por Oscar Niemeyer, com paisagismo de Burle Marx, o Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch é palco de momentos célebres da cultura brasileira. Desde maio de 2019, o Instituto Evoé assumiu a missão de devolver à cidade esse ícone cultural, agora ainda mais moderno e plural.

Graças à genialidade de Niemeyer, que concebeu um palco reversível, tornou-se possível, inclusive durante o período desafiador da pandemia, realizar espetáculos e eventos tanto na área interna quanto na externa, ao ar livre, ou mesmo em ambos os espaços simultaneamente, em formato arena. Essa versatilidade proporciona aos artistas, produtores, cariocas e turistas múltiplas formas de criar, vivenciar e consumir arte e entretenimento.

Único teatro da cidade do Rio de Janeiro com um palco reversível, o Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch permite que o público se acomode também no jardim externo do espaço. Em 2021, o local foi adaptado para o formato arena, com capacidade para 359 lugares na área interna e 120 na externa, além de um palco de 140m², equipado com infraestrutura técnica de alto padrão.

O espaço abriga ainda um centro de convivência, cinco salas de ensaio (projetadas para receber diversas produções simultaneamente) e o bistrô Bettina Café & Arte. A programação valoriza a diversidade cultural e prioriza um entretenimento plural, pensado para públicos de todas as idades e estilos. Desde sua reabertura, já foram realizadas mais de 1000 apresentações, reunindo uma plateia de mais de 400.000 pessoas.

Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch

R. do Russel, 804 – Glória

https://teatro.totalenergies.com.br/ 

Teatro Riachuelo Rio

Rua do Passeio, 40 – Centro

https://teatroriachuelorio.com.br/

 
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