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segunda-feira, 15 de junho de 2026

Celso Frateschi e Zécarlos Machado, em Dois Papas em curta temporada no RJ

Em Neon: segunda-feira, 15 de junho de 2026


Vista por mais de 25 mil pessoas, Dois Papas chega ao Rio de Janeiro - em curta temporada no Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch - após passar por São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte e Curitiba. O espetáculo foi vencedor de Melhor Drama 2025 pelo Prêmio Arcanjo de Cultura e rendeu indicações ao Prêmio APCA de Melhor Ator aos seus protagonistas. Com direção de Munir Kanaan, a peça marca a primeira montagem internacional do texto de Anthony McCarten, também adaptado para o cinema em filme da Netflix, dirigido por Fernando Meirelles, com 4 indicações ao Oscar.

Sucesso de público e crítica, Dois Papas estreia no Rio de Janeiro na sexta-feira, 12 de junho, às 20h, no Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch. Com direção original de Munir Kanaan, a peça leva aos palcos o encontro entre dois líderes com visões de mundo opostas: o conservador Papa Bento XVI, interpretado por Zécarlos Machado, e o progressista argentino Cardeal Jorge Bergoglio - futuro Papa Francisco - vivido por Celso Frateschi.

O espetáculo foi vencedor de Melhor Drama 2025 pelo Prêmio Arcanjo de Cultura e os protagonistas foram indicados ao Prêmio APCA 2025, na categoria Melhor Ator. A peça marca a primeira montagem internacional do texto de Anthony McCarten, autor também do livro homônimo e do roteiro do filme da Netflix dirigido por Fernando Meirelles, indicado a quatro Globos de Ouro, cinco BAFTAs e três Oscars - incluindo o de Melhor Roteiro.

A história parte do momento em que Bergoglio viaja à Roma decidido a pedir sua aposentadoria. Para sua surpresa, é convocado a uma conversa pessoal com Bento XVI, que considera renunciar ao cargo diante das pressões enfrentadas pela Igreja. O que se segue é um diálogo carregado de tensão, respeito e humor, no qual visões antagônicas encontram espaço para escuta, conflito e transformação.

Além de Celso Frateschi e Zécarlos Machado, o espetáculo conta com vozes femininas que ficam a cargo das atrizes Carol Godoy e Eliana Guttman, intérpretes de fortes personagens próximas aos protagonistas: Irmã Sofia, freira idealista transformada pela ditadura argentina e pelos ensinamentos de Bergoglio, e Irmã Brigitta, uma mulher rígida, editora de livros religiosos e amiga confidente de Bento XVI.

ESTREIA INTERNACIONAL E TRAJETÓRIA

Com estreia mundial em junho de 2019 no Royal & Derngate Theatre, na Inglaterra, a peça chegou ao Brasil em março de 2025, com produção da Gengibre Multimídia e da Zug Produções.

O espetáculo teve sua estreia nacional no SESC-SP, com sucesso de público e crítica, e foi convidado para inaugurar a Sala Nobre do Teatro Cultura Artística. Ainda na capital paulista, a peça chegou aos palcos do Itaú Cultural e BTG Pactual Hall, e também passou por outras capitais, como Porto Alegre, Belo Horizonte e Curitiba.

Elenco

Celso Frateschi – Cardeal Bergoglio

Zécarlos Machado – Papa Bento XVI

Carol Godoy – Irmã Sofia

Eliana Guttman – Irmã Brigitta

Participação em vídeo: Rafa Steinhauser

FICHA TÉCNICA:

Direção e Equipe Criativa Direção: Munir Kanaan.

Dramaturgia: Anthony McCarten.

Tradução: Rui Xavier. 

Diteror Assistente: Gustavo Trestini.

Trilha Sonora: Dan Maia.

Videomapping: André Grynwask e Pri Argoud.

Cenário: Eric Lenate.

Figurino: Carol Roz.

Iluminação: Beto Bruel.

Produção: Gengibre Multimídia, Zug Produções e Fomenta Consultoria.

Direção de Produção: Carol Godoy.

Coordenação de projeto: Fomenta Consultoria

Coordenação de produção local: Felipe Valle - Trupe Produções Artísticas.

Produção Executiva local: Juliana Trimer.

Assessoria de imprensa: Adriana Balsanelli e Renato Fernandes.

Patrocínio: La Serenissima e 2S Inovações.

Apoio Cultural: Quality Digital e Eletromídia

SERVIÇOS:

DOIS PAPAS

LOCAL: Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch

Endereço: Rua do Russel, 804 - Glória, Rio de Janeiro - RJ.

Duração: 110 minutos.

Classificação: +14

Datas das apresentações: de 12 de junho ao dia 05 de julho de 2026.

Horário de Início do Espetáculo: Sextas e sábados, às 20h. Domingos, às 17h.

Vendas AQUI

Não haverá apresentações nos dias 13 e 19 de junho por conta dos jogos do Brasil na Copa do Mundo.

RJ: Selva Solidão em curta temporada - até 26/06


Foto: Paulo Aragon

Após o fim da novela ‘Três Graças’, onde interpretou o personagem Vandilson, Vinícius Teixeira retorna aos palcos com o seu solo ‘Selva: solidão’. No monólogo, de autoria de Jefferson Almeida e do próprio ator, Vinicius dá a três personagens buscando provocar reflexões sobre a solidão LGBTQIAPN+. A produção é da A Marica Latina e faz temporada no Teatro Glaucio Gill, Copacabana (RJ), até 26 de junho, com sessões às quintas e sextas às 20h.

Sinopse: Jonathan, um atendente de fast food, Luiz Felipe, um garoto de programa e Antônio, um professor universitário aposentado, três homens gays que têm suas vidas cruzadas. Através dos desenvolvimentos de suas trajetórias e das relações que se estabelecem entre eles, “Selva: Solidão” convida o público a refletir sobre os efeitos de se crescer como uma pessoa LGBTQIAPN+ em um mundo heteronormativo, e sobre o constante sentimento de solidão presente na comunidade.

“Sinto que é de extrema importância colocar dramaturgias originais escritas e pensadas por pessoas LGBTQIAPN+ nos teatros, nos palcos, nos livros, enfim, em toda a parte! Sinto que estamos num momento, inclusive, em que as questões da nossa comunidade podem e precisam ser aprofundadas nesses projetos e discursos. Entendo que ainda vivemos em um país extremamente LGBTQIAPN+fóbico que, inclusive, é o país que mais mata pessoas LGBTQ+ por 14 anos seguidos e que, por isso, ainda são necessários projetos que falem sobre as descobertas relacionadas a sexualidade e as questões de gênero. Mas percebo que existe, também, uma necessidade de cavar mais fundo e falar sobre todas as complexidades das vivências de pessoas da comunidade como solidão, etarismo, afeto, relação com o corpo, sexo, ansiedade, depressão, abandono, abuso de drogas e muitas outras. Ainda percebo muita dificuldade de viabilizar esse tipo de projeto, visto que muitas empresas não quererem se associar a projetos que tratem de questões relacionadas a comunidade LGBTQIAPN+, por isso também costumo sempre dizer que é de extrema importância que as pessoas da comunidade ocupem os teatros, divulguem essas produções e contribuam para que elas continuem existindo. Tanto para que possamos ver cada vez mais produções com essas temáticas criadas por nós mesmos acontecendo, quanto para que as questões levadas a cena possam ser pensadas por mais pessoas e que, assim, possamos criar um novo imaginário coletivo e uma comunidade com práticas mais saudáveis e acolhedoras”, ressalta o ator sobre a importância de trazer a luz história como as de ‘Selva: solidão’.

Os ingressos para a temporada de ‘Selva: Solidão’ podem ser adquiridos AQUI 

 

SP: Roberto Cordovani traz o espetáculo ‘Olhares de Perfil (O Mito Greta Garbo)’, com temporada até 21 de junho


Foto: Marisa Pereirinha

O ator e diretor Roberto Cordovani traz o espetáculo ‘Olhares de Perfil (O Mito Greta Garbo)’, com temporada até 21 de junho, ao Teatro Paiol Cultural, Vila Buarque (SP). A peça, de Roberto Cordovani e Alejandra Guibert, teve início em março de 1987 e já percorreu 300 cidades do exterior em nove países da Europa. A produção, que no Brasil foi encenado pela primeira vez no Auditório Augusta e posteriormente encerrou temporada no Teatro Municipal de São Paulo, em 1989, fala sobre um ator que interpreta a atriz Greta Garbo em uma casa noturna e começa a ser investigado por um fotógrafo que suspeita dele ser a própria famosa, desaparecida em 1939. Além de Roberto, a peça conta com os atores Ruben Gabira e Custódio Jr.

Sinopse: Em 1940, no mesmo período em que é indicada pela segunda vez ao Oscar pela comédia 'Ninotchka', a atriz Greta Garbo desaparece dos olhos da mídia e dos poderosos da produtora de filmes Metro-Goldwyn-Mayer. Paralelamente a isso, um ator, vivido por Roberto Cordovani, faz numa casa noturna apresentações como a artista, porém de uma maneira como Hollywood nunca a descreveu ou autorizou fazer. Durante esse tempo desaparecida, surgem especulações sobre Garbo ser, na verdade, um homem e que estava servindo ao exército durante a Segunda Guerra Mundial. Numa noite, enquanto fazia papéis mais ambíguos da atriz, um fotógrafo freelancer (Custódio Jr) começa a fotografar a apresentação e suspeita que o ator seja a própria Garbo. Durante o espetáculo, um jogo de imagens e intenções, o fotógrafo e o Crossdresser (Ruben Gabira) amigo do ator e que também suspeita dele ser Garbo vão entrando, junto ao público, numa temática de possibilidades para tentar descobrir se Greta é ou não esse ator.

“O que eu guardo dela é a sua masculinidade. É paradoxal, mas ao interpretar Greta Garbo eu aprendi que ser masculino também pode ser feminino, porque na delicadeza ou na fragilidade, às vezes está a força. É paradoxal, né? Então ela, para mim, é um exemplo de masculinidade no corpo de um ser andrógeno. É um espetáculo que fala sobre androgenia. O que é mais marcante é essa Garbo homem-mulher, reservada, ativista político de esquerda, que quis realmente fazer muito pela humanidade, em termos de liberdade de expressão, de opção política. Ela foi perseguida por ser comunista, por ser homossexual, por ser livre, por ser uma mulher atemporal. Para mim, isso é o que mais me empolga e por isso que é um espetáculo de 'hoje', não tem nada de ficção. Eu digo de hoje porque todo mundo vai se identificar”, diz Cordovani sobre a proposta do espetáculo.

As sessões acontecem aos sábados (21h) e domingos (19h30). Ingressos AQUI 

 

Teatro TotalEnergies recebe o espetáculo “Escafandristas cantam Buarque” no dia 18 de junho


No dia 18 de junho, o grupo Escafandristas chega ao Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch para uma apresentação especial. O quarteto, recém-formado com o único objetivo de celebrar a vasta obra de Chico Buarque, traz o espetáculo “Escafandristas cantam Buarque”, um convite para celebrar um dos grandes nomes da MPB.

Formado em 2024 por Alice Passos (voz, flauta, violão e percussão), Luisa Lacerda (voz e violão), Renato Frazão (voz e baixo) e Thiago Amud (voz e violão), o grupo traz integrantes que encontraram a sua própria maneira de ser. O trabalho é, ao mesmo tempo, autoral e popular, sofisticado e generoso com quem ouve, cômico e poético, cínico e apaixonado.

Os Escafandristas não fazem só mais uma entre tantas homenagens a Chico Buarque. Eles vão além: canções pouco conhecidas soam como grandes sucessos, enquanto os grandes sucessos parecem inéditos. É como se tivessem adentrado algum cômodo escondido da alma buarqueana para revelar novos tesouros, como se não bastassem os que já tinham em mãos. A turnê nacional dos Escafandristas é um trabalho intimista, mas destinado a grandes plateias. Merece ser vivido, compartilhado e desfrutado, como se algo muito familiar nos estivesse sendo apresentado pela primeira vez — o que tem sido atestado por todos que já assistiram ao show. Inclusive o próprio Chico.

Sobre Escafandristas por Gregório Duvivier:

Há quem considere o popular e o erudito como retas paralelas: só se encontram no infinito. Quem acredita nisso nunca veio ao Brasil. Por aqui, nossa música vive nessa encruzilhada impossível: aqui a filosofia faz esquina com o assobio. Quem melhor entendeu o espírito do país fez isso cantando samba. "Só é possível filosofar em alemão", disse um filósofo que nunca ouviu Chico Buarque cantando o "Tempo e o Artista". Oswald de Andrade sonhou há cem anos atrás: "a massa ainda há de comer o biscoito fino que fabrico." Seu sonho não se realizou. Ainda. A poesia, no Brasil, nunca ganhou estádios, como aconteceu na Rússia. Ou melhor, conseguiu, mas através da música. A canção popular, essa sim, conseguiu realizar o sonho oswaldiano. E Chico Buarque mora no encontro das paralelas: erigiu uma obra nessa encruzilhada. Francisco Buarque de Hollanda fez oitenta anos. Se o artista não fosse avesso a homenagens e celebrações, teria sido feriado nacional. As festas aconteceram sem a presença do artista: no bip bip vararam (varamos!) a madrugada tocando e cantando seis horas de sucessos ininterruptos do Chico- sem repetir nenhuma música. Não foi o bastante. Faltava alguma coisa. Faltava isso: os Escafandristas, grupo recém-formado com o único objetivo de celebrar a vasta obra de Chico Buarque. A banda reúne quatro dos nomes mais interessantes da nova música brasileira: Thiago Amud, Renato Frazão, Luisa Lacerda e Alice Passos. Cada um encontrou a sua maneira de ser ao mesmo tempo autoral e popular, sofisticado e generoso com quem ouve, cômico e poético, cínico e apaixonado. Como Chico Buarque. Afinal Chico não está sozinho nessa encruzilhada do transcendente e do imanente sob a forma da canção. Deixou uma legião de filhos e netos, compositores e letristas que acreditam que a melodia sinuosa é compatível com a palavra cantada e usam a canção pra contar histórias e fundar mundos. Amud, Frazão, Lacerda e Passos, para além de cantores e instrumentistas, são "cantautores"e, dos melhores que há. Produziram o que ouvi de melhor nos últimos anos no quesito letra e música trabalhando juntos, naquele casamento perfeito, como tem que ser. Aqui, no entanto, o quarteto não cantará suas próprias composições mas se dedicará exclusivamente a celebrar a vasta obra do seu maestro soberano - no caso, Chico. Tão vasta que me surpreenderam, no repertório, com músicas que nunca ouvi - eu que achei que tivesse exaurido Chico Buarque, e conhecesse até o lado B. Ledo engano. Chico não tem dois lados, mas trinta e sete. Os quatro provam que ainda há muitos mundos a se explorar dentro do universo buarquiano: fragmentos de cartas, mentiras, poemas, retratos, vestígios de estranha civilização. 

Teatro TotalEnergies – Sala Adolpho Bloch

Localizado no histórico Edifício Manchete, na Glória, Rio de Janeiro, projetado por Oscar Niemeyer, com paisagismo de Burle Marx, o Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch é palco de momentos célebres da cultura brasileira. Desde maio de 2019, o Instituto Evoé assumiu a missão de devolver à cidade esse ícone cultural, agora ainda mais moderno e plural.

Graças à genialidade de Niemeyer, que concebeu um palco reversível, tornou-se possível, inclusive durante o período desafiador da pandemia, realizar espetáculos e eventos tanto na área interna quanto na externa, ao ar livre, ou mesmo em ambos os espaços simultaneamente, em formato arena. Essa versatilidade proporciona aos artistas, produtores, cariocas e turistas múltiplas formas de criar, vivenciar e consumir arte e entretenimento.

Único teatro da cidade do Rio de Janeiro com um palco reversível, o Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch permite que o público se acomode também no jardim externo do espaço. Em 2021, o local foi adaptado para o formato arena, com capacidade para 359 lugares na área interna e 120 na externa, além de um palco de 140m², equipado com infraestrutura técnica de alto padrão.

O espaço abriga ainda um centro de convivência, cinco salas de ensaio (projetadas para receber diversas produções simultaneamente) e o bistrô Bettina Café & Arte. A programação valoriza a diversidade cultural e prioriza um entretenimento plural, pensado para públicos de todas as idades e estilos. Desde sua reabertura, já foram realizadas mais de 1000 apresentações, reunindo uma plateia de mais de 400.000  pessoas.

Serviço:
Escafandristas cantam Buarque

18 de junho

Dias e horários: Quinta - feira: às 20h00 e às 22h00

Vendas: https://www.ingresso.com/espetaculos/escarfandristas 

Valores:


R$100 (inteira) | R$50 (meia)

Duração: 75 minutos

Classificação: 12 anos

Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch - Rua do Russel, 804 - Glória

Confirmada! Garanta sua vaga na 6ª Corrida do Orgulho LGBT+


Destaques da Parada SP: Acompanhe as principais novidades da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, ONG responsável pela maior Parada LGBT+ do mundo.

No dia 28 de junho, data em que o mundo celebra o Dia Internacional do Orgulho LGBT+, temos um encontro marcado nas ruas de São Paulo para a 6ª Corrida do Orgulho LGBT+.

Mais do que uma corrida, o evento é um convite para celebrar a diversidade, promover saúde, bem-estar e ocupar os espaços da cidade com orgulho, respeito e cidadania.

Nesta edição, a corrida ganha um significado ainda mais especial ao acontecer pela primeira vez nas ruas do Centro Histórico de São Paulo, reunindo pessoas de todas as idades em um percurso de 5 km, que pode ser realizado correndo ou caminhando.

As vagas são limitadas. Garanta já a sua inscrição! CLIQUE AQUI

Serviço

6ª Corrida do Orgulho LGBT+

📅 Data: 28 de junho de 2026 (domingo)

⏰ Horário: Concentração às 6h30 | Largada às 7h30

📍 Local: Praça do Patriarca – Centro Histórico de São Paulo

🏃 Percurso: 5 km (corrida ou caminhada)

📝 Inscrições: até 20 de junho de 2026

💰 Valor: a partir de R$ 65

Venha celebrar o Orgulho também através do esporte. Chame amigos, familiares e faça parte deste momento de saúde, inclusão e visibilidade.

Patrocínio: Amstel Ultra

Copatrocínio: FILA

Apoio: Decathlon

Organização: Confederação Brasileira de Esporte e Namastê Esportes

Realização: Associação da Parada do Orgulho LGBT de SP


EM EDIÇÃO HISTÓRIA, PARADA SP REÚNE MILHÕES DE PESSOAS NA AVENIDA PAULISTA!

A Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo entrou para a história mais uma vez.

Com o tema "30 anos da Parada SP: A rua convoca, a urna confirma", MILHÕES de pessoas ocuparam a Avenida Paulista em uma poderosa demonstração de orgulho, diversidade, cidadania e defesa dos direitos humanos.

Segundo a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a edição de 2026 movimentou aproximadamente R$466,2 milhões na economia da cidade, consolidando a Parada SP como um dos principais eventos do calendário paulistano. O resultado ganha ainda mais relevância diante dos desafios enfrentados nesta edição, marcada pela redução de aproximadamente 60% no número de patrocinadores em relação ao ano anterior. 

Os números desta edição mostram a força da maior Parada do Orgulho LGBT+ do mundo:

Milhões de pessoas reunidas na Avenida Paulista ao longo do dia

14 trios elétricos percorrendo o trajeto da Parada

Mais de 150 artistas na programação oficial

Mais de 30 instituições e organizações da sociedade civil contribuindo com a construção do evento

Mais de 1.000 profissionais atuando na realização da Parada SP

Mais do que uma celebração, a Parada SP reafirmou a força de um movimento que segue ocupando as ruas, promovendo visibilidade, defendendo direitos e fortalecendo a cidadania.

Fomento: Proac SP

Patrocínio: Amstel

Copatrocínio: Grupo L'Oréal no Brasil

Apoio: Amstel Vibes, Philip Morris Brasil, Camarote Pride e Camarote Paulista

Apoio Operacional: Sympla, Accor, Zurich e Cultura de Acesso

Apoio de Comunicação: Eletromidia, Agência FOME, POPline e Climatempo

Produção Geral: Groupe 360, Observe Eventos e Gofriendly

Aquecimento Oficial: Festa Black

Transmissão Oficial: DiaTV

Organização: Associação da Parada do Orgulho LGBT de SP

Realização: Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo


FEIRA DA DIVERSIDADE TRANSFORMOU O ANHANGABAÚ EM ESPAÇO DE INCLUSÃO E CULTURA

A Feira da Diversidade mostrou, mais uma vez, a força da cultura, do empreendedorismo e da comunidade LGBT+.

Realizada no Vale do Anhangabaú, a edição de 2026 reuniu mais de 25 mil pessoas em um dia de celebração, convivência e valorização da diversidade.

Os números refletem o sucesso do evento:

🎭 Mais de 100 artistas na programação cultural

🏪 Mais de 60 expositores e empreendedores

⏰ Mais de 10 horas de programação gratuita

📚 Espaços dedicados à literatura, moda, gastronomia e cultura

🤝 Rodas de conversa, ações sociais e ativações de marcas parceiras

Ao longo do dia, o público pôde prestigiar apresentações artísticas, conhecer iniciativas empreendedoras da comunidade LGBT+ e participar de atividades que promoveram cidadania, inclusão e geração de oportunidades.

Muito mais do que um evento, a Feira da Diversidade reafirma seu papel como um dos maiores espaços de encontro, visibilidade e fortalecimento da comunidade LGBT+ no Brasil.

Fomento: PROAC SP

Patrocínio: Amstel, Banco do Brasil e Governo do Brasil

Apoio: Amstel Vibes, Umbro e Team Eventos

Apoio de Comunicação: Agência FOME

Apoio Operacional: Sympla, Zurich e Cultura de Acesso

Produção Geral: Groupe 360, Observe Eventos e Everest Comunicação e Eventos

Apoio Institucional: Novo Anhangabaú

Organização: Associação da Parada do Orgulho LGBT de SP

Realização: Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo.


TRANSMISSÃO DA PARADA SP AO VIVO NA DIATV EXPANDIU O ALCANCE DAS RUAS

A transmissão oficial da 30ª Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, realizada pela DiaTV, ampliou ainda mais o alcance da maior Parada do Orgulho LGBT+ do mundo e levou nossa mensagem para pessoas em todo o país.

Os números mostram a força dessa parceria:

Mais de 1 milhão de impressões

Mais de 200 mil visualizações totais

Mais de 20 mil interações

Mais de 15 mil dispositivos conectados simultaneamente no pico da transmissão

A cobertura especial permitiu que pessoas de diferentes cidades e regiões acompanhassem a Parada SP, fortalecendo nossa mensagem de diversidade, cidadania e defesa dos direitos humanos para muito além da Avenida Paulista.

Porque o Orgulho não tem fronteiras!

📺 Perdeu a transmissão ao vivo?

Não tem problema. Você pode assistir à cobertura completa da 30ª Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo pelo link abaixo e reviver os principais momentos desta edição histórica.

Assista agora: CLIQUE AQUI


MUSEU DA DIVERSIDADE SEXUAL ESTÁ COM EXPOSIÇÃO INÉDITA QUE CELEBRA OS 30 ANOS DA PARADA SP!

Como parte das celebrações pelos 30 anos da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, o Museu da Diversidade Sexual apresenta uma ocupação especial de sua fachada com cartazes históricos que marcaram diferentes edições da Parada. 

A exposição convida o público a revisitar três décadas de luta, resistência, visibilidade e conquista de direitos da população LGBT+ brasileira. 

Instalada em um dos pontos de maior circulação da cidade, na Estação República do Metrô, a mostra transforma o trajeto cotidiano em um encontro com a memória e a cultura LGBTQIA+, aproximando milhares de pessoas da trajetória da maior Parada do Orgulho LGBT+ do mundo e de sua importância para a construção de uma sociedade mais diversa e democrática. 

Serviço: Exposição: 30 anos da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo

📍 Museu da Diversidade Sexual – Estação República do Metrô (corredor entre as saídas Arouche e Marquês de Itu)

📅 De 01/06 a 30/06

🎟️ Entrada gratuita

Venha conhecer de perto a história, a memória e o legado de um movimento que transformou São Paulo em um dos maiores símbolos de orgulho e cidadania do mundo. 


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É aqui que a nossa voz ecoa, que nossas pautas ganham alcance e que a luta se fortalece todos os dias.

Cada curtida, comentário e compartilhamento ajuda a dar visibilidade, pressionar e transformar.


Faça parte da Parada SP!

A Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOLGBT-SP) é a organização responsável por realizar a maior Parada LGBT+ do mundo.

Nossa missão é promover cidadania, visibilidade e direitos para a comunidade LGBT+, por meio da cultura, do esporte, da educação, do lazer e de ações de mobilização social.

Ao se tornar uma pessoa associada, você fortalece o movimento, contribui para que nossos projetos aconteçam e ajuda a construir uma sociedade mais diversa, justa e inclusiva.

✨ Junte-se a nós e faça parte dessa transformação.

👉 Associe-se e fortaleça a Parada SP

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segunda-feira, 8 de junho de 2026

30ª Parada do Orgulho LGBT+ transforma a Avenida Paulista em um grande palco de diversidade e celebração

Em Neon: segunda-feira, 8 de junho de 2026




Por Eduardo Moraes

A Avenida Paulista voltou a ser tomada pelas cores do arco-íris neste domingo (7), foi palco de uma das maiores manifestações de diversidade do mundo: a 30ª Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo. Em sua edição histórica, o evento celebrou três décadas de mobilização social, defesa dos direitos humanos e visibilidade da população LGBTQIA+, reunindo milhares de pessoas em um ato marcado pela alegria, representatividade e conscientização política.














Desde as primeiras horas da manhã, participantes vindos de diversas regiões do Brasil ocuparam a avenida com bandeiras, fantasias, cartazes e mensagens de conscientização. O clima foi de festa, mas também de reflexão sobre a importância da luta por igualdade de direitos e pelo combate à discriminação.












Com o tema “30 Anos Parada SP: A Rua Convoca, a Urna Confirma”, a organização destacou a importância da participação democrática e do voto como ferramentas fundamentais para a garantia e ampliação dos direitos da comunidade LGBTQIA+. A proposta reforçou a conexão entre a ocupação dos espaços públicos e o exercício da cidadania, especialmente em um ano eleitoral. Muitas falas políticas aconteceram durante o percurso, mas principalmente no primeiro trio, antes do Hino Nacional, cantado por Divina Valéria. As falas foram muito aplaudidas, principalmente os discursos inflamados da bela trans Erika Hilton. 








Ao longo do percurso, trios elétricos animaram o público com apresentações musicais, performances artísticas e manifestações culturais que destacaram a pluralidade presente na comunidade LGBTQIA+. O evento reuniu pessoas de diferentes idades, estilos e origens, reforçando o caráter inclusivo que tornou a Parada de São Paulo uma referência internacional.














A edição de 2026 teve um significado especial por celebrar os 30 anos do movimento na capital paulista. O que começou como uma manifestação em busca de visibilidade e respeito transformou-se, ao longo das últimas três décadas, em um dos principais símbolos da defesa dos direitos humanos e da diversidade no país.











Além do aspecto festivo, a Parada também serviu como espaço para debates sobre cidadania, inclusão social e participação democrática. Diversas organizações, coletivos e representantes da sociedade civil aproveitaram a ocasião para promover ações de conscientização e incentivar o diálogo sobre temas relacionados à igualdade e ao respeito às diferenças.











Segundo levantamento divulgado pelo Monitor do Debate Político da USP/Cebrap em parceria com a ONG More in Common, cerca de 36,8 mil pessoas participaram da manifestação ao longo do dia, demonstrando a relevância contínua do evento para a sociedade brasileira. Esse número trouxe muitas divergências, pois quem viu sabe que a multidão presente era enorme.











O comércio, o setor de turismo e a rede hoteleira da cidade também sentiram os reflexos positivos da movimentação gerada pelo evento. Restaurantes, bares, hotéis e estabelecimentos da região central registraram aumento no fluxo de visitantes durante o fim de semana, reforçando a importância econômica da Parada para São Paulo.











Entre música, dança, manifestações culturais e encontros emocionantes, a edição comemorativa dos 30 anos mostrou que a Parada do Orgulho LGBT+ continua sendo muito mais do que uma festa. O evento permanece como um espaço de visibilidade, acolhimento e fortalecimento de uma mensagem que atravessa gerações: a defesa do respeito, da diversidade e da liberdade de cada pessoa ser quem é.














Ao final do dia, a sensação entre os participantes era de celebração, mas também de continuidade. Trinta anos depois da primeira edição, a Parada segue mobilizando pessoas, promovendo inclusão e reafirmando a importância da convivência baseada no respeito e na igualdade.






























 
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