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sexta-feira, 17 de julho de 2026

'Como a MPB acabou com a minha vida amorosa' ironiza o impacto de hits dos anos 80 e 90 nos relacionamentos

Em Neon: sexta-feira, 17 de julho de 2026


Comédia musical volta aos palcos para apenas duas apresentações no Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch

Nos dias 18 e 19 de julho, a atriz e cantora Flávia Santana sobe ao palco do Teatro Total Energies - Sala Adolpho Bloch para a comédia musical “Como a MPB acabou com minha vida amorosa". Acompanhada por músicos, a artista costura histórias reais, misturando memórias pessoais com a dramaturgia da diretora e roteirista Renata Mizrahi, questionando as narrativas intensas, obsessivas e melancólicas da MPB que antes eram vistas como o ápice do romantismo. 

Cada verso de Cazuza, Caetano Veloso, Kid Abelha ou Marisa Monte se transforma em espelho, conselho e armadilha. A personagem revisita suas histórias de amor sob a trilha sonora de uma MPB que, ao mesmo tempo que consola, também idealiza. “Lembro que tinha brigado com um namorado da escola e ficava sentada na porta da casa dele às sete da manhã, pensando em fazer tudo o que a música da Calcanhotto falava”, diverte-se Flávia. “De certa forma, essas canções ensinaram a viver o amor com uma profundidade quase impossível, criando expectativas amorosas irreais e, hoje, consideradas tóxicas.”

O espetáculo mistura música, humor e confissão, transformando a dor e a desilusão em arte e catarse. Mais do que um desabafo pessoal, o monólogo é uma declaração de amor à própria MPB e à capacidade que a arte tem de nos afetar profundamente — até o ponto de confundirmos a canção com a vida.

Teatro TotalEnergies – Sala Adolpho Bloch

Localizado no histórico Edifício Manchete, na Glória, Rio de Janeiro, projetado por Oscar Niemeyer, com paisagismo de Burle Marx, o Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch é palco de momentos célebres da cultura brasileira. Desde maio de 2019, o Instituto Evoé assumiu a missão de devolver à cidade esse ícone cultural, agora ainda mais moderno e plural.

Graças à genialidade de Niemeyer, que concebeu um palco reversível, tornou-se possível, inclusive durante o período desafiador da pandemia, realizar espetáculos e eventos tanto na área interna quanto na externa, ao ar livre, ou mesmo em ambos os espaços simultaneamente, em formato arena. Essa versatilidade proporciona aos artistas, produtores, cariocas e turistas múltiplas formas de criar, vivenciar e consumir arte e entretenimento.

Único teatro da cidade do Rio de Janeiro com um palco reversível, o Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch permite que o público se acomode também no jardim externo do espaço. Em 2021, o local foi adaptado para o formato arena, com capacidade para 359 lugares na área interna e 120 na externa, além de um palco de 140m², equipado com infraestrutura técnica de alto padrão.

O espaço abriga ainda um centro de convivência, cinco salas de ensaio (projetadas para receber diversas produções simultaneamente) e o bistrô Bettina Café & Arte. A programação valoriza a diversidade cultural e prioriza um entretenimento plural, pensado para públicos de todas as idades e estilos. Desde sua reabertura, já foram realizadas mais de 1000 apresentações, reunindo uma plateia de mais de 400.000  pessoas.

Serviço: Como a MPB acabou com a minha vida amorosa

18 e 19 de julho

Dias e horários: Sábado: às 20h e Domingo: às 18h

Vendas: https://www.ingresso.com/evento/como-a-mpb-acabou-com-a-minha-vida-amorosa/informacoes 

Valores:

Plateia Central: R$150 (inteira) | R$75 (meia)

Plateia Lateral: R$50 (inteira) | R$25 (meia)

Duração: 80 minutos

Classificação: 14 anos

Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch - Rua do Russel, 804 - Glória

'O Baterista', com Antônio Fragoso, segue em cartaz no Teatro Contemporâneo, em Botafogo


Todas as sextas-feiras de julho, às 20h, o Teatro Contemporâneo, em Botafogo, recebe o espetáculo "O Baterista", uma comédia que mistura música ao vivo, humor e emoção em uma narrativa envolvente sobre recomeços e superação.

Na trama, um baterista recém-divorciado volta a morar na casa do pai e decide dar aulas de bateria. No entanto, ao esquecer o dia da primeira aula, é surpreendido por uma plateia de alunos à sua espera. A partir desse encontro, ele transforma a aula em uma divertida viagem pela história da bateria, compartilhando curiosidades sobre o instrumento, histórias da música e reflexões sobre a vida, sempre com muito bom humor.

Com texto de Celso Taddei, atuação de Antônio Fragoso e direção de Diego Molina, o espetáculo tem duração de 60 minutos e classificação livre. A temporada segue até o dia 31 de julho, com apresentações sempre às sextas-feiras, às 20h, na Cia. de Teatro Contemporâneo, localizada na Rua Conde de Irajá, 253, em Botafogo.

Uma excelente opção para quem aprecia teatro, música e boas histórias, "O Baterista" promete divertir o público enquanto presta uma homenagem ao instrumento que marca o ritmo de diferentes estilos musicais e emociona gerações.

O BATERISTA com Antônio Fragoso

Local: no Teatro Contemporâneo

DIAS 17, 24 E 31 DE JULHO ÀS 21h

R$ 90,00

Inteira - 90 reais

meiactc - o ingresso passa para 45 reais

amigoctc - o ingresso passa para 30 reais

FICHA TÉCNICA

Texto: Celso Taddei

Atuação: Antônio Fragoso

Direção: Diego Molina

Diretor assistente: Alexandre Regis

Cenografia: Diego Molina e Patrícia Muniz

Direção musical: Marcio Lomiranda e Pedro Coelho

Iluminação: Anderson Ratto

Figurino: Patrícia Muniz

Programação visual: Daniel de Jesus

Fotografia: Caique Cunha

Filmagem: Bernardo Palmeiro

Direção de Produção: Botão Cultural

Produção: Antônio Fragoso e Celso Taddei

Realização: Levante42


MONÓLOGO MUSICAL REÚNE QUATRO CRAQUES DO HUMOR

A peça “O baterista” – que reúne Celso Taddei, Antônio Fragoso, Diego Molina e Alexandre Regis – estreiou em março de 2020 no Teatro Poeira, em Botafogo

O que têm em comum Robertinho Silva, João Barone e Igor Cavalera? Com certeza, todos enfrentaram problemas com os vizinhos reclamando de barulho. Afinal de contas, todos têm em comum a bateria como instrumento, ferramenta de trabalho e meio de expressão. Também têm “um pouco de torneiro mecânico, funileiro e mestre de obra", como diz o texto de Celso Taddei no monólogo “O baterista”.

O espetáculo foi idealizado pelo autor Celso Taddei, ex-roteirista do “Zorra”, programa da TV Globo, e demorou dois anos para ser montado. Taddei reuniu outros três craques do humor com os quais trabalhou no programa: o roteirista Diego Molina, que assumiu a direção da peça; e os atores Antônio Fragoso – que divide a produção com o autor e é “o baterista”, único ator em cena – e Alexandre Regis, que faz a assistência de direção.

Desse encontro, saiu do papel uma reflexão filosófica feita por um baterista que liga seu instrumento a toda mecânica da vida. E por que filosofar – com humor – utilizando a música, o ritmo, as batidas de uma bateria? Para o autor Celso Taddei – um apaixonado por música que toca mal vários instrumentos –, a bateria é um instrumento “dramaturgicamente interessante e complexo por causa de seu tamanho e porque faz muito barulho”. Além do mais, Taddei acha curioso o envolvimento de uma pessoa, durante toda a vida, com um instrumento; sobretudo quando se trata de um baterista, aquele que é “sempre o primeiro a chegar e o último a sair do estúdio”. Essa característica solitária dos bateristas é, de cara, um ótimo gancho para um monólogo.

Foi com todas essas ideias na cabeça, mais o amor pela música e a inspiração de autores como Tchekov e Patrick Süskind que Taddei resolveu esmiuçar o pensamento de um baterista louco por seu instrumento, com o qual tem um “relacionamento quase neurótico”. Assim, ele escreveu “O baterista”, que serviu, na medida, para o talento do ator Antônio Fragoso, com quem divide a produção do espetáculo, que não conta com patrocínio.

Para Fragoso, foi fácil entrar no personagem. Nos anos 1980, em Brasília, quando morava na mesma quadra de Herbert Vianna, Bi Ribeiro e Dado Villa-Lobos, ele fez parte de duas bandas de rock: Os Sociais, que montou com Pedro Ribeiro (irmão do Bi, dos Paralamas) e Fernando Bola, e Escola de Escândalo. Foi Pedro Ribeiro, aliás, que incentivou Antônio Fragoso a assumir a bateria, uma vez que ele já tocava tarol na banda marcial do Colégio Marista.

A direção é de Diego Molina, um dos roteiristas do “Zorra”, o que possibilita um ótimo entrosamento na equipe: “a gente já sabe como o outro funciona melhor, os maneirismos do ator, o ator já conhece o tipo de texto e de direção”. Tudo na intenção de “deixar tudo mais lúdico”, como ele explica. O diretor usa a expressão “partiturando” para se referir a seu modo de trabalhar, em que cada gesto é estudado, e nada é gratuito.

A trilha sonora, aliás, foi escolhida com cuidado, com alguns standards do início do ragtime, contextualizando a história da formação da bateria. “Preferi os clássicos para ajudar as pessoas a se situarem. Cada música foi escolhida como símbolo de determinada época, de determinada banda”, explica o autor Celso Taddei. Por isso, ele acha que o espetáculo ficou “divertido de ver e ouvir”. No repertório, há pot-pourri de canções dos Beatles e muito rock’n’roll: de Bill Haley a Led Zeppelin, passando por The Who, Cream, Sex Pistols, Black Sabbath, The Police e Nirvana. Bandas brasileiras – como Titãs e Paralamas do Sucesso – também marcam presença na trilha de “O baterista”.

O ESPETÁCULO

“O baterista” é uma comédia dramática musical escrita pelo dramaturgo e roteirista Celso Taddei (que foi roteirista-final do programa “Zorra”, da Rede Globo e autor do musical “Apesar de você”), com Antônio Fragoso no elenco (ator de peças como “Se meu apartamento falasse” e “Obsessão) e dirigida por Diego Molina (diretor de “Bette Davis e a máquina de Coca-Cola” e “Ela é meu marido”) e Alexandre Regis (diretor de “Buraco da Lacraia Dance Show” e “Nós da fita”).

A história se passa durante uma aula de bateria ministrada por um músico excêntrico, que  vive um relacionamento afetivo em crise. Ele é obrigado a encarar uma aula repleta de alunos exigentes pouco tempo depois de se separar da mulher. Com a cabeça na lua, ele se esquece da aula e se surpreende com a quantidade de pessoas que aparece na sua garagem – sua sala de aula improvisada. Mas o dia não vai ser fácil: sua bateria está completamente desmontada; e o lugar, todo bagunçado.

Durante a aula, o baterista organiza as coisas, ao mesmo tempo em que se vê às voltas com a ex-mulher, com quem troca diversas mensagens nas redes sociais. Como ainda é apaixonado por ela, o baterista transborda todas as suas emoções diante dos alunos, usando seu instrumento musical para expurgar suas desventuras e decepções, em cenas ora divertidas, ora comoventes.

O público acompanha a história da bateria – esse instrumento fascinante! – contada pelo músico, desde a percussão dos homens das cavernas até o rock’n’roll, passando por vários estilos como jazz, bebop, folk, blues, entre outros ritmos. Para ilustrar melhor sua aula, o baterista executa seu instrumento para tocar músicas de bandas e artistas famosos.

Ágil e divertido, o texto inédito de Celso Taddei também fala da relação do baterista com os outros músicos de uma banda, que muitas vezes deixam de valorizá-lo por considerá-lo um tipo inferior de músico, já que trabalha com percussão, e não com harmonia propriamente dita. Assim, o espetáculo faz um paralelo entre o preconceito que muitas vezes a música não erudita/não europeia tem com músicas consideradas “periféricas”, vindas da África e do Oriente. A bateria representa, na verdade, uma junção de diversas influências, de diversos lugares do planeta, a ponto de hoje ser um elemento fundamental na nossa cultura.

A peça toma como inspiração dois monólogos clássicos – “O contrabaixo”, de Patrick Süskind, e “Os malefícios do cigarro”, de Anton Tcheckhov – para criar um texto original e voltado para o público brasileiro, de todas as idades.

“O baterista” é o resultado da união de quatro artistas – Celso Taddei, Antônio Fragoso, Diego Molina e Alexandre Regis – que há anos vêm desenvolvendo trabalhos juntos no meio audiovisual e que agora constroem um espetáculo inteiramente artesanal; com grande pesquisa estética, musical e artística; e comprometido com o público.

quinta-feira, 16 de julho de 2026

Teatros Riachuelo e TotalEnergies recebem o 2º Festival de Teatro do Rio com mostra inédita

Em Neon: quinta-feira, 16 de julho de 2026


De 29 de julho a 16 de agosto, a mostra ‘Nova Cena’ ocupa os palcos com espetáculos da nova geração carioca, debates e oficinas produzidos pela Aventura

A segunda edição do Festival de Teatro do Rio contará com uma grande novidade: a mostra inédita Nova Cena, que vai trazer quatro espetáculos e um trabalho ainda em fase de criação para o público do evento. As montagens vem se unir à programação já anunciada pelo Festival em maio, com espetáculos como ‘(Um) Ensaio Sobre a Cegueira’, do Grupo Galpão, ‘Fim de Partida’, com Marco Nanini, e ‘Balada da Louca’, com Lília Cabral.

Produzido pela Aventura, de Aniela Jordan e Luiz Calainho, e com curadoria e direção geral de Maria Siman, o Festival ocupará os teatros Riachuelo e TotalEnergies de 29 de julho a 16 de agosto.

O eixo Nova Cena acontecerá na Sala Nova Cena, no Teatro TotalEnergies, em um espaço intimista idealizado especialmente para o evento. A ideia é trazer grupos e artistas em ascensão, além de apostas em jovens talentos emergentes da cena. 

A proposta é trazer  jovens artistas e criadores que estão renovando a linguagem e despontando na cena teatral. Queremos abrir uma janela para a vitalidade, a diversidade e a reinvenção constante do nosso teatro’, explica Maria Siman.

Entre os espetáculos selecionados, estão ‘O Dinossauro de Plástico’, estrelado por Rafael Saraiva e com direção de Barbara Duvivier, ‘Aqueles que Deixam Omelas', com João Pedro Zappa, ‘1 Peça Cansada’, com Natasha Corbelino, e ‘Na Quinta Dor’, com Dora de Assis. Com direção de Stella Rabello e texto de Bernardo Coimbra e João Miller, ‘O Buraco’ vai abrir o seu processo criativo e mostrar um ensaio aberto antes da estreia  com entrada gratuita.

"Ficamos muito felizes com o sucesso do Festival ano passado. Não somente com os espetáculos lotados, mas também com todo o interesse e os debates com nossas ações formativas, com uma plateia diversa e atenta. A ideia com o Festival é mesmo mobilizar a cena teatral carioca, fomentar a produção e também dar uma contribuição na formação de novas plateias’, comenta a diretora artística Aniela Jordan.

Sobre o 2º Festival de Teatro do Rio

Anunciada em maio, a programação do Festival seguirá com a proposta inicial do evento: apresentar montagens que impactaram a cena teatral no ano anterior, mas também fomentar e fortalecer o setor, além de debater a formação de novas plateias e novos profissionais. Todas as ações formativas (batizadas aqui de Palco 360, com debates, encontros e oficinas) serão anunciadas em breve.

Nos palcos, o público poderá conferir a estreia carioca de ‘Balada da Louca’, solo em que Lilia Cabral revive Rita Lee e cuja temporada de estreia foi totalmente esgotada em São Paulo. É o mesmo caso de ‘Fim de Partida’, que chega ao Rio após vender todos os ingressos em São Paulo, além de colher elogios da crítica especializada por este trabalho em que Marco Nanini é dirigido por Rodrigo Portella e divide o palco com Guilherme Weber, Ary França e Helena Ignez.

Os espectadores também terão a chance de rever espetáculos que tiveram concorridas temporadas por aqui, como ‘O Motociclista no Globo da Morte’, que rendeu diversos prêmios para Eduardo Moscovis, ‘Mulher em Fuga’, com Malu Galli  e Tiago Martelli, e ‘Deserto’, com direção de Luiz Felipe Reis.

2º FESTIVAL DE TEATRO DO RIO

Espetáculos:


(Um) Ensaio sobre a Cegueira’
– com o Grupo Galpão. Direção de Rodrigo Portella.

Dias 29 (abertura), 30 e 31 de julho (quarta, quinta e sexta), às 20h

Teatro Riachuelo

‘Como um Palhaço’

Dias 30 e 31 de julho, às 20h (quinta e sexta)

Teatro TotalEnergies

‘Um Sim à Vida’

Dia 1 de agosto (sábado), às 20h

Teatro Riachuelo

‘Ideias para Adiar o Fim do Mundo’

Dia 2 de agosto (domingo), às 18h

Teatro TotalEnergies


‘Negra Palavra: Poesia do Samba’

Dia 1 de agosto (sábado), às 20h

Teatro TotalEnergies

‘A Menina Escorrendo dos Olhos da Mãe’

Dia 2 de agosto (domingo), às 19h

Teatro Riachuelo

Foto: Miro

‘Rita Lee - Balada da Louca’

Dias 4 e 5 de agosto (terça e quarta), às 20h

Teatro Riachuelo

‘Meu Corpo Está Aqui’

Dia 4 de agosto (terça), às 20h

Teatro TotalEnergies


‘O Motociclista no Globo da Morte’

Dias 5 e 6 de agosto (quarta e quinta), às 20h

Teatro TotalEnergies

Foto: João Pacca

‘Mulher em Fuga’

Dia 7 de agosto (sexta), às 20h

Teatro Riachuelo


‘Histórias do Porchat’

Dia 8 de agosto (sábado), às 18h e 20h30

Teatro Riachuelo

‘A Pediatra’

Dia 9 de agosto (domingo), às 18h

Teatro Riachuelo

‘Deserto’

Dias 8 e 9 de agosto (sexta e sábado), às 20h

Teatro TotalEnergies


‘Fim de Partida’

De 13 a 16 de agosto (quinta a sábado, às 20h. Domingo, 18h)

Teatro TotalEnergies

Mostra Nova Cena – No Teatro TotalEnergies – Sala Nova Cena

‘Na Quinta Dor’

1 de agosto (sábado), às 20h30

‘O Dinossauro de Plástico’

8 de agosto (sábado), às 20h30

‘Aqueles que Deixam Omelas’

9 de agosto (domingo), às 18h30


‘O Buraco’

13 e 14 de agosto (quinta e sexta), às 20h30

*Espetáculo gratuito, ingressos liberados às 18h30 do dia da apresentação.

‘1 Peça Cansada’

15 de agosto (sábado), às 18h30 e 20h30

Mais informações em: https://festivaldeteatrodorio.com.br/ 

Teatro TotalEnergies – Sala Adolpho Bloch

Localizado no histórico Edifício Manchete, na Glória, Rio de Janeiro, projetado por Oscar Niemeyer, com paisagismo de Burle Marx, o Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch é palco de momentos célebres da cultura brasileira. Desde maio de 2019, o Instituto Evoé assumiu a missão de devolver à cidade esse ícone cultural, agora ainda mais moderno e plural.

Graças à genialidade de Niemeyer, que concebeu um palco reversível, tornou-se possível, inclusive durante o período desafiador da pandemia, realizar espetáculos e eventos tanto na área interna quanto na externa, ao ar livre, ou mesmo em ambos os espaços simultaneamente, em formato arena. Essa versatilidade proporciona aos artistas, produtores, cariocas e turistas múltiplas formas de criar, vivenciar e consumir arte e entretenimento.

Único teatro da cidade do Rio de Janeiro com um palco reversível, o Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch permite que o público se acomode também no jardim externo do espaço. Em 2021, o local foi adaptado para o formato arena, com capacidade para 359 lugares na área interna e 120 na externa, além de um palco de 140m², equipado com infraestrutura técnica de alto padrão.

O espaço abriga ainda um centro de convivência, cinco salas de ensaio (projetadas para receber diversas produções simultaneamente) e o bistrô Bettina Café & Arte. A programação valoriza a diversidade cultural e prioriza um entretenimento plural, pensado para públicos de todas as idades e estilos. Desde sua reabertura, já foram realizadas mais de 1000 apresentações, reunindo uma plateia de mais de 400.000  pessoas.

Teatro Riachuelo Rio

O prédio, tombado como patrimônio histórico-cultural, é imponente e se destaca na Rua do Passeio, número 40, reunindo passado, presente e futuro em um só lugar. O ícone da belle époque brasileira ficou com as portas fechadas por dois anos até 2016, quando foi devolvido à população como Teatro Riachuelo Rio, sempre com uma programação plural e acessível. Desde então, foram realizadas diversas peças, musicais, concertos e shows. 

Com uma área de aproximadamente 3.500 m², o teatro oferece uma estrutura completa para seus frequentadores, incluindo foyer, salas de ensaio, escritórios, camarins, área externa e uma grande sala com plateia para 999 pessoas. Mais do que um espaço físico, o teatro representa um compromisso com a promoção da cultura e da arte em suas diversas formas. O espaço conta ainda como o Bettina, Café & Arte, que além de abrir como bomboniere para atender ao público do teatro, funciona também para café da manhã e almoço.

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Montagem de 7 Gatinhos revisita Nelson Rodrigues a partir de uma forte presença trans em cena e nos bastidores

Em Neon: segunda-feira, 13 de julho de 2026


Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona e Viradas da Encruza encenam clássico; com Jup do Bairro integra a montagem que tem direção de Joana Medeiros

Fotos: Pedro Martins

Em cartaz no Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona entre 20 de junho e 16 de agosto de 2026, a montagem de 7 Gatinhos propõe uma leitura contemporânea do clássico de Nelson Rodrigues a partir da presença expressiva de artistas trans em diferentes áreas da criação. Com direção de Joana Medeiros, o espetáculo mantém integralmente a dramaturgia original, mas desloca a ação para um cortiço do Bixiga (SP) e faz das discussões sobre gênero, corpo e patriarcado um dos seus principais campos de investigação.

Para o diretor de cena Gii Lisboa, revisitar Nelson Rodrigues hoje significa justamente confrontar sua obra com subjetividades historicamente excluídas dos palcos. “Ao mesmo tempo que Nelson se mostra muito atual, a gente tem que lembrar que também houve um tantão de montagens dele. Então como reatualizar e renovar Nelson? Nada como irmos ao encontro dele na integridade de nossas subjetividades dissidentes”, afirma o artista. Segundo ele, a presença trans não suaviza os conflitos da dramaturgia, mas potencializa sua dimensão crítica. “Aqui a gente tem total alinhamento da construção em cena desta violência para chegarmos à queda desse patriarca, à execução desta podridão de patriarcado. A presença trans indica também a força dessas dissidências na nossa luta cotidiana em sociedade para enterrar o patriarcado.”

As discussões sobre gênero atravessaram toda a construção do espetáculo. Gii destaca que a própria dramaturgia já aborda temas como o controle dos corpos femininos, a virgindade e as relações de poder dentro da família, mas que a montagem amplia essas questões a partir de experiências contemporâneas. Um dos exemplos está no personagem Silene, interpretado por Zizi Yndio do Brasil. “Na nossa montagem, a gente desvira Nelson apresentando uma Silene trans, que não tem útero e está grávida, e que se diz inclusive ‘até mais mulher’ que as irmãs. Em vez de retalhar a dramaturgia ou apagar suas contradições, respondemos com a própria presença em cena, lembrando ao público que existe mulher sem útero, sim.”

Gii Lisboa, que também faz o personagem Bordalo, ressalta que a presença de pessoas trans tensiona os próprios limites da representação teatral. “Se Nelson já chega com uma dramaturgia para escancarar a família, o ideal burguês e a misoginia, quando acrescentamos artistas trans à nossa montagem também escancaramos a estrutura dos binarismos e da cisgeneridade. Espatifamos o gênero.” Em cena, atores e atrizes interpretam personagens de diferentes identidades de gênero sem buscar uma correspondência naturalista. “O gênero não é impeditivo para se estar em cena. Todo atuante tem alguma possibilidade de encarnar aquelas figuras sem abrir mão do próprio corpo. A gente expande possibilidades.”

Essa perspectiva também alcança a linguagem audiovisual do espetáculo. Responsável por uma das câmeras que operam o cinema ao vivo característico do Teatro Oficina, Luz Barbosa destaca que a discussão sobre gênero atravessa o próprio olhar que constrói as imagens projetadas durante a peça. “A câmera nunca é neutra. Ela é uma ferramenta de poder e aponta para o que deve ser visto”, afirma.

Ao lado de uma segunda câmera e de uma operação de corte realizada ao vivo, Luz ajuda a construir imagens que comentam a ação dramática, ampliando relações de poder e produzindo novas leituras sobre os personagens. “Sobrepor Aracy em cena com uma projeção enorme de Noronha evidencia a relação de poder. Enquadrar Silene com uma auréola de luz beatifica a Silene travesti que traiu a expectativa de pureza aplicada ao feminino. Filmar Noronha do alto do terceiro andar, aos olhos de Deus, ou transformar Bibelot em um sex symbol também produz sentidos. O elenco contracena não só entre si, mas com essas telas preenchidas por intenções.”

Para Luz, a participação de artistas trans no processo não está ligada a uma lógica de inclusão simbólica, mas à potência crítica que essas vivências trazem para a discussão. “A presença de pessoas trans deve ser considerada em todos os processos. Em 2026, nos próximos e pagando a dívida dos anos anteriores. Já estamos em atraso.” Ele acrescenta: “Pessoas trans cruzaram fronteiras, passaram pela migração, negaram o gênero imposto. Isso amadurece a discussão. Não significa que pessoas trans sejam isentas de falhas, mas que precisam ter lugar na mesa se você não quiser discutir gênero de forma rasa.”

Ao colocar corpos trans no centro da cena e também nos mecanismos que constroem o olhar sobre ela, 7 Gatinhos transforma uma das obras mais conhecidas de Nelson Rodrigues em um campo de disputa sobre quem pode representar, narrar e ocupar determinados espaços. Sem alterar uma linha da dramaturgia, a montagem responde ao autor a partir da própria presença de artistas que desafiam as normas de gênero e ampliam as possibilidades de leitura de um clássico brasileiro.


Sinopse

Dona Aracy, a Gorda, e Seu Noronha, contínuo da Câmara dos Deputados, vivem num cortiço do Bixiga com suas cinco filhas. Entre silêncios, tapas, gritos e pequenas barganhas, o pai fecha os olhos para os rumos que cada uma toma, contanto que a engrenagem da casa continue girando.

Mas é a virgem Silene — guardada em um colégio interno como promessa de pureza e futuro — que desmancha o equilíbrio frágil da família. Seu retorno inesperado desencadeia tensões que transbordam os limites da casa, trazendo à tona todo mal cheiro e podridão que se escondiam nas frestas do cortiço.

O público está envolvido pelos habitantes desse cortiço, são testemunhas e cúmplices dos crimes, numa proximidade promíscua, ou no mínimo duvidosa.

No coração do Bixiga, uma família apodrece em um retrato fiel de uma sociedade inteira.


FICHA TÉCNICA

TEAT(R)O OFICINA UZYNA UZONA

VIRADAS DA ENCRUZA

Dramaturgia: Nelson Rodrigues

Direção: Joana Medeiros

Assessoria de direção: Ana Clara Cantanhede y Victor Rosa

Atuação: Ana Clara Cantanhede, Bianca Terraza, Gii Lisboa, Henrique Maria, Joana Medeiros, Larissa Silva, Marina Wisnik, Raphael Calheiros, Victor Rosa, Viviane Clara Gangá, Zizi Yndio do Brasil

Cantora do cortiço: Jup do Bairro

O Ponto: Artur Medeiros

Banda: Adriano Salhab, André Santana, Fefê Camilo, Victor Rosa

Direção Musical: Adriano Salhab y Viradas da Encruza

Sonoplastia: Adriano Salhab y Nine

Desenho e operação de som: Nine

Técnico de som: DJ Clevinho y Julia Ávila

Bateria Mirim do Vai-Vai

Diretor Musical do Vai-Vai: Danilo Alves

Direção de Cena: Gii Lisboa, Larissa Silva

Direção de Arte y Cenografia: Alex de Tata y Viradas da Encruza

Direção de Luz: Angel Taize

Operação de foco móvel: Adler Cristian, Afonso Costa, Felipe Soares, Victória Pedrosa

Direção de Comunicação: Zizi Yndio do Brasil

Assessoria de Comunicação: Ana Clara Cantanhede

Assessoria de Imprensa: Canal Aberto Comunicação

Fotografia: Pedro Martins

Desenho e Operação de vídeo: Diego Arvate

Câmera ao vivo: Aleph Antialeph, Lufe Bollini, Luz Barbosa

Camareira: Sellma Paiva

Contrarregras: Artur Medeiros, Rafael Castilho, Yan

Produção: Sônia Esper y Raphael Calheiros

Produção de Campo: João Estevão

Assessoria de produção: Victor Rosa, Zizi Yndio do Brasil

Produção Executiva e Administração Teat(r)o Oficina: Anderson Puchetti

Bilheteria: Artur Medeiros, João Estevão, Rafael Castilho, Sônia Esper

Figurino: Arianne Vitale y Casa de Acervo Oficina

Assessoria de Figurino: Mandy Justo

Objetos de cena: Arianne Vitale y Casa de Acervo Oficina

Maquiagem: Erica Gabriela y Zizi Yndio do Brasil

Bombeira: Amanda Aguiar

Conselheira-poeta: Camila Mota 

Conselheiros Poetas Cósmicos: Catherine Hirsch, Denise Assunção,Vera Valdez, Zé Celso Martinez Corrêa y Zuria

Apoio de Monique Gardenberg

FICHA TÉCNICA DA CASA DE ACERVO OFICINA

Gestão: A Arte da Direção de Cena

Consultoria de Preservação y Restauro do Acervo: Claudia Nunes

Diretor Executivo da Cia: Anderson Puchetti

Camareira Guardiã dos Figurinos: Cida Melo

Alessandra Cavaco, Elisete Jeremias, Bianca Terraza, Gii Lisboa, Fernanda Pappalardo, Isabela Porto, Mabel Ikeda Alves, Larissa Silva,  Thamires Marquês, Victor Rosa, Zizi Yndio do Brasil. 

APOIOS

Beale Bebidas, Casa de Acervo. Oficina, Centro de Memória do Circo, Cordeiro Lima, Dueto Produções, Mercadinho Monteiro, Mercado Condemerc, Piolin, Oplay Mercado, Sacolão Bela Vista, Start Clean Fa beleza, Fabio Araujo e Kazuo Ota

AGRADECIMENTOS

Aboud, Alex de Tata, Cafira Zoé, Camila Mota, Cesalpina, Cris Cordeiro, Cristiano Vieira de Lisboa, Dan Salas, Diego Monte, Fernanda Araújo, Giovanna Barros, Igor Marotti, Joel Carlos, Juraci Vieira, Lidia Lisboa, Marília Piraju, Marli dos Santos Lima, Monique Gardenberg, Vera Valdez, Verônica Tamaoki, Paloma Silva, Roseli Aparecida Ferreira de Oliveira, Saphirah, Vick Nefertiti e Water Mancini

SERVIÇO

7 GATINHOS

Duração: 150 minutos | Classificação: 16 anos

Temporada estendida:

Data: 20 de junho a 16 de agosto de 2026

Sextas e sábados, às 20h e domingos, às 19h*

Local: Teatro Oficina - Rua Jaceguai, 520 – Bixiga, São Paulo, SP

* Nas sextas dias 17, 24 e 31/7 não haverá sessões.

Ingressos vendidos pela Sympla, por lotes:

R$ 100 | R$ 50

ENXOVAL DE SILENE (ingresso de apoio ao espetáculo) - 150 reais 

Ingressos disponíveis enquanto durarem os estoques. 

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Enel Festival de Inverno Rio celebra o Dia Mundial do Rock com line-up que reúne grandes nomes do gênero


Capital Inicial, Titãs, Charlie Brown Jr. (Thiago Castanho & Marcão Britto) e IRA! protagonizam a tradicional noite de rock da 9ª edição do festival, que terá virada de lote às 23h59 de hoje

Celebrado em 13 de julho, o Dia Mundial do Rock ganha um motivo especial para os fãs do gênero no Rio de Janeiro. Faltando poucos dias para o início da 9ª edição do Enel Festival de Inverno Rio, o evento faz contagem regressiva para sua tradicional noite dedicada ao rock nacional, marcada para o sábado, dia 25 de julho, reunindo no mesmo palco alguns dos maiores nomes da história: Titãs, Capital Inicial, IRA! e Charlie Brown Jr. (Thiago Castanho & Marcão Britto).

A noite foi pensada para celebrar diferentes momentos do rock brasileiro, reunindo bandas que ajudaram a construir a história do gênero e seguem arrastando multidões pelo país. Os Titãs apresentam o espetáculo Cabeça Dinossauro, em homenagem ao álbum lançado em 1986 que marcou o rock nacional com clássicos como Homem Primata e Polícia. 

“O disco permanece muito atual e eu acho que isso se deve muito porque os temas são temas constantes. Em tempos em que a política fica muito efervescente, o disco também faz muito sentido, porque ele é um disco a favor da liberdade, a favor da democracia, contra o autoritarismo e contra a ditadura”, relembrou Tony Bellotto, guitarrista e compositor da banda.

Já Capital Inicial  leva ao palco a turnê Música Urbana, com sucessos como Primeiros Erros, Tudo Que Vai e À Sua Maneira, além de músicas do EP Movimento.  O IRA! comemora os 20 anos do histórico Acústico MTV, revisitando canções que se tornaram parte da memória afetiva do público, como O Girassol, Tarde Vazia e Envelheço na Cidade. 

“Às vezes o tempo passa e a gente não fica ouvindo os mesmos discos do passado, mas o nosso álbum acústico mostrou que muitas músicas entraram no nosso repertório para nunca mais sair. Girassol e Eu Quero Sempre Mais, por exemplo, são um dos maiores sucessos da nossa carreira", afirmou Nasi, vocalista do Ira!.

Fechando a programação, Charlie Brown Jr. (Thiago Castanho & Marcão Britto) presta homenagem ao legado de uma das bandas mais influentes do rock brasileiro em um show intimista que passeia por diferentes fases da carreira, reunindo sucessos como Proibida pra Mim, Zóio de Lula, Dias de Luta, Dias de Glória, Só os Loucos Sabem e Céu Azul. 

A 9ª edição do Enel Festival de Inverno Rio acontece entre os dias 24 de julho e 2 de agosto, na Marina da Glória, reunindo alguns dos principais nomes da música brasileira. Além da tradicional noite do rock, o festival recebe artistas como Ludmilla, Luísa Sonza, Seu Jorge, Belo, Nando Reis, Marina Lima, Ana Carolina, Samuel Rosa, Anavitória, Marcelo D2, Criolo, Maria Gadú, Gilsons, Geraldo Azevedo, Chico César, Arnaldo Antunes, Rael, Negra Li e Gabi Melim, entre outros.

Os ingressos estão à venda pelo site e aplicativo da Bilheteria Digital. Esta é a última oportunidade para garantir a entrada com valores mais em conta, já que o lote vira às 23h59 desta segunda-feira (13). A opções são para os setores Pista e Lounge. O evento contará ainda com um pavilhão de experiências e uma ampla praça de alimentação.

Produzido e idealizado pela PECK, uma das maiores produtoras de festivais de música do país, o Enel Festival de Inverno Rio se consolidou como um dos principais eventos do calendário cultural carioca, movimentando o turismo e a economia criativa durante a baixa temporada. Desde sua criação, em 2017, o festival já recebeu mais de 500 mil pessoas e chega à nona edição mantendo a proposta de transformar o inverno na estação mais musical da cidade.

SERVIÇO

Festival de Inverno Rio 2026

Local: Marina da Glória – Av. Infante Dom Henrique, s/n – Glória – Rio de Janeiro

Datas: 24 de julho a 2 de agosto de 2026

Horários: 

Sextas-feiras: abertura dos portões às 19h

Sábados: abertura dos portões às 17h

Domingos: abertura dos portões às 15h

LINE-UP

Sexta-feira | 24 de julho

Samuel Rosa + Negra Li

Nando Reis + Arnaldo Antunes

Geraldo Azevedo + Chico César


Sábado | 25 de julho

Titãs apres. Cabeça Dinossauro

Capital Inicial

Charlie Brown Jr. (Thiago Castanho & Marcão Britto)

IRA!


Domingo | 26 de julho

Marina Lima

Ana Carolina

Maria Gadú


Sexta-feira | 31 de julho

Ludmilla

Luísa Sonza

Marina Sena


Sábado | 1º de agosto

ANAVITÓRIA

BK’

Gilsons


Domingo | 2 de agosto

Seu Jorge + Marcelo D2

Criolo + Rael

Belo + Gabi Melim


Vendas: https://www.bilheteriadigital.com/busca/inverno 

Valor: a partir de R$200,00 (até hoje 23h59)

Após virada de lote, a partir de R$ 210,00

Forró e musical são as atrações do Rival Petrobras nesta semana


Agende-se e confira o que tem de bom no Rival nesta semana:


Pimenta do Reino - "Daqui, de lá, do mundo"

Baião, xote, xaxado, forró. É o show bem temperado da banda Pimenta do Reino. Com composições próprias, o grupo mantém a referência dos grandes mestres da nossa música, como Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro e Trio Nordestino. E já dividiu palcos com grandes artistas. Zé Ramalho, Alceu Valença, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo. 
PIMENTA DO REINO – “DAQUI, DE LÁ, DO MUNDO”

17 de Julho

Sexta às 19h30

Horários referentes ao local do evento.

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro


“Josephine Baker – A Vênus Negra” com Aline Deluna

O premiadíssimo espetáculo “Josephine Baker – a Vênus Negra” é a atração do Teatro Rival Petrobras no dia 18 de julho. Idealizado e estrelado por Aline Deluna, o musical conta a história de Josephine Baker, artista afro-americana que – com seu talento, suas controvérsias e seu ativismo – conquistou o mundo. Com texto de Walter Daguerre e direção de Otávio Muller, o espetáculo conquistou público e crítica com uma combinação de texto, música e dança.


ALINE DELUNA EM “JOSEPHINE BAKER – A VÊNUS NEGRA”

18 de Julho

Sábado às 19h30

Horários referentes ao local do evento.

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Evanescência, ballet sobre o Alzheimer, estreia no TeatroTotal Energies e é inspirado na história real do coreógrafo Éric Frédéric

Em Neon: quinta-feira, 9 de julho de 2026


Espetáculo da Cia de Ballet Dalal Achcar transforma em dança os impactos da doença sobre uma família e faz parte dos cinco anos de criação da companhia

A perda gradual da memória, a delicadeza do cuidado e a permanência do amor diante do esquecimento são o ponto de partida de “Evanescência”, novo espetáculo do coreógrafo belga Éric Frédéric para a Cia de Ballet Dalal Achcar, que estreia nos dias 10, 11 e 12 de julho, no Teatro Total Energies, no Rio de Janeiro. A estreia integra uma triple bill que marca os cinco anos da Cia de Ballet Dalal Achcar, patrocinada pela Vale, com a realização da Associação de Ballet do Rio de Janeiro e produção Aventura, via Lei Federal de Incentivo à Cultura.

O programa reúne também “Macabéa”, com coreografia de Márcia Jaqueline inspirada em A Hora da Estrela, de Clarice Lispector, e o pas de deux “Tarde Azul”, extraído de “Floresta Amazônica”, balé criado por Dalal Achcar a partir da música de Heitor Villa-Lobos. A obra de Éric Frédéric encerra a noite.

Inspirado na experiência pessoal de Frédéric após o diagnóstico de Alzheimer da mãe, dona Florentine, "Evanescência" transforma em dança a travessia silenciosa da doença e seus impactos sobre toda a família. Concebido como uma homenagem, o espetáculo parte de uma história íntima para alcançar diferentes públicos, retratando o desaparecimento progressivo das lembranças e dando destaque não apenas sobre quem vive com o Alzheimer, mas também sobre aqueles que permanecem ao seu lado, sustentando laços de afeto, cuidado e presença. No palco, os bailarinos representam Florentine, o próprio coreógrafo e seu irmão mais velho, Marc, traduzindo esse processo com leveza e emoção. 

“A melhor maneira, para mim, de colocar um sentimento para fora é por meio da dança, da coreografia. Minha mãe morreu há 17 anos, e passei todo esse tempo processando essa perda e imaginando este espetáculo. Foi somente depois de assistir ao primeiro ensaio completo que consegui, enfim, chorar o luto”, conta Éric Frédéric, que cresceu nos bastidores da Ópera de Liège, na Bélgica, onde a mãe trabalhava e o incentivava a seguir a carreira artística.

Com duração aproximada de 90 minutos, a apresentação completa da Triple Bill celebra os cinco anos da Cia de Ballet Dalal Achcar reunindo obras que transitam entre a literatura, a música brasileira e a criação contemporânea. Em uma única noite, o público acompanha três coreografias que representam diferentes momentos e linguagens da companhia, refletindo a diversidade de seu repertório.

Sobre Macabéa

Inspirada no romance A Hora da Estrela, de Clarice Lispector, a bailarina e coreógrafa Márcia Jaqueline apresenta Macabéa. A obra parte da trajetória da protagonista criada por Clarice para propor uma reflexão sobre a indiferença nas relações humanas e a invisibilidade social de pessoas que, muitas vezes, passam despercebidas em meio à rotina acelerada da vida contemporânea.

Segundo Márcia, o livro marcou sua vida e foi a inspiração para desenvolver a coreografia, que convida o público a refletir sobre a importância da empatia e do olhar para o outro. A montagem aborda como o ritmo acelerado do cotidiano pode nos afastar das necessidades e dos sentimentos de quem está ao nosso lado, tornando a indiferença um traço cada vez mais presente na sociedade.

Sobre Floresta Amazônica

O espetáculo também apresenta o pas de deux Tarde Azul, um dos momentos mais românticos do balé Floresta Amazônica, criado por Dalal Achcar a partir da obra A Floresta do Amazonas, de Heitor Villa-Lobos. A montagem original estreou em 1975, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e coreografia assinada por Dalal Achcar e Sir Frederick Ashton.

O ballet narra a história de amor entre um homem branco e uma deusa indígena que se transforma em mulher. Em Tarde Azul, esse romance ganha destaque ao som da música de Villa-Lobos sobre poema de Dora Vasconcellos, na interpretação de Maria Lucia Godoy.

Sobre a CIA de Ballet Dalal Achcar

A Cia de Ballet Dalal Achcar se apoia em mais de cinco décadas de dedicação da fundadora, a diretora e coreógrafa Dalal Achcar, à dança e à formação artística no país, em trajetória ligada também à Associação de Ballet do Rio de Janeiro. À frente da companhia, Dalal imprime um trabalho que combina rigor técnico e expressão artística, guiado pela convicção de que a arte é também um espaço de afeto, encontro e transformação. Formada por 18 bailarinos de diferentes origens, a companhia reúne no palco excelência técnica, sensibilidade e um repertório que transita entre o clássico e o contemporâneo.

Sobre os coreógrafos

https://docs.google.com/document/d/1bV0nIVyV2oPfSlP3GFACAlk_RxlzLb-K8Q2xPnBI86E/edit?usp=sharing 

Sobre a Vale

A Vale acredita que a cultura transforma vidas. Pelo sexto ano consecutivo é a maior apoiadora privada da Cultura no Brasil, patrocinando e fomentando projetos em parcerias que promovem conexões entre pessoas, iniciativas e territórios. Seu compromisso é contribuir com uma cultura cada vez mais acessível e plural, ao mesmo tempo em que atua para o fortalecimento da economia criativa.

Desde a sua criação, em 2020, o Instituto Cultural Vale já esteve ao lado de mais de 1.000 projetos, contemplando as cinco regiões do país com investimento de mais de R$ 1 bilhão em recursos próprios da Vale e via Lei Federal de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet. Dentre eles, uma rede de espaços culturais próprios, com visitação gratuita, identidade e vocação únicas: Memorial Minas Gerais Vale (MG), Museu Vale (ES), Centro Cultural Vale Maranhão (MA) e Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA). Onde tem Cultura, a Vale está. Visite o site do Instituto Cultural Vale: institutoculturalvale.org

Teatro TotalEnergies – Sala Adolpho Bloch

Localizado no histórico Edifício Manchete, na Glória, Rio de Janeiro, projetado por Oscar Niemeyer, com paisagismo de Burle Marx, o Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch é palco de momentos célebres da cultura brasileira. Desde maio de 2019, o Instituto Evoé assumiu a missão de devolver à cidade esse ícone cultural, agora ainda mais moderno e plural.

Graças à genialidade de Niemeyer, que concebeu um palco reversível, tornou-se possível realizar espetáculos e eventos tanto na área interna quanto na externa, ao ar livre, ou mesmo em ambos os espaços simultaneamente, em formato arena. Essa versatilidade proporciona aos artistas, produtores, cariocas e turistas múltiplas formas de criar, vivenciar e consumir arte e entretenimento.

Único teatro da cidade do Rio de Janeiro com um palco reversível, o espaço permite que o público se acomode também no jardim externo. Em 2021, o local foi adaptado para o formato arena, com capacidade para 359 lugares na área interna e 120 na externa, além de um palco de 140m², equipado com infraestrutura técnica de alto padrão. O espaço abriga ainda um centro de convivência, cinco salas de ensaio e o bistrô Bettina Café & Arte. Desde sua reabertura, já foram realizadas mais de 1000 apresentações, reunindo uma plateia de mais de 400.000 pessoas.

Serviço:

Espetáculo “Evanescência”

Cia de Ballet Dalal Achcar – Triple Bill / 5 anos

Teatro: Teatro TotalEnergies – Sala Adolpho Bloch

Endereço: Rua do Russel, 804 – Glória – Rio de Janeiro

Datas e horários: 10 de julho, às 20h; 11 e 12 de julho, às 17h

Programa: Macabéa (35 min), Tarde Azul – pas de deux de Floresta Amazônica (7 min) e Evanescência (35 min)

Duração: Aproximadamente 90 minutos (incluindo intervalo de 15 minutos)

Ingressos: Plateia A – R$ 70 (inteira) / R$ 35 (meia-entrada) | Plateia B – R$ 50 (inteira) / R$ 25 (meia-entrada)

Classificação: Livre 

segunda-feira, 6 de julho de 2026

'A Moratória' chega à terceira temporada no Teatro Dulcina, um espaço Funarte

Em Neon: segunda-feira, 6 de julho de 2026


“A Moratória, de Jorge Andrade, fala da queda de um mundo e da dificuldade de aceitar o fim. Mais do que uma crise econômica, a peça expõe personagens que tentam adiar a perda, suspender o tempo e preservar identidades que já não se sustentam.” — Daniel Herz

O clássico “A Moratória”, de Jorge Andrade, chega à sua terceira temporada. Dessa vez, no Teatro Dulcina, no Centro do Rio de Janeiro, de 3 a 19 de julho de 2026, integrando a programação da Funarte. A montagem teatral – que já ocupou o Teatro dos 4 em março e a Casa de Cultura Laura Alvim em junho – é realizada pela ArKano Produções em parceria com a Cia. Churros de Polvo e tem ingressos a preços populares e propõe uma leitura contemporânea de um dos textos mais importantes da dramaturgia brasileira.

Com direção de Daniel Herz, o espetáculo reúne jovens atores da Cia. Churros de Polvo e aposta em um processo de imersão histórica sobre o ciclo do café. O projeto tem como proponente o produtor e diretor de produção Marcos Arzua, que convidou a Cia. Churros de Polvo e Daniel Herz para levar à cena o clássico do teatro brasileiro, propondo uma leitura contemporânea da obra.


Escrita nos anos 1950, a peça retrata o colapso de uma família tradicional diante da perda de status social e da incapacidade de adaptação a um mundo em transformação. Ao abordar a decadência das elites agrárias após a crise do café de 1929, o texto expõe tensões econômicas, afetivas e morais que ainda ecoam na sociedade brasileira.

O processo de criação do espetáculo começou com um intenso trabalho de contextualização e imersão histórica, ministrado por Marcos Arzua. Antes mesmo do início dos ensaios de cena, o elenco foi convidado a mergulhar no universo social, econômico e cultural que atravessa a obra de Jorge Andrade.

Como parte desse processo, os atores visitaram diferentes lugares ligados à história do café e à formação econômica do país. No Rio de Janeiro, o grupo esteve no Centro Cultural Banco do Brasil, edifício que já abrigou a antiga Bolsa de Valores, além de diversos pontos históricos da cidade. Entre os locais visitados estão também a Floresta da Tijuca e o Parque Lage, áreas que no século XIX sofreram intenso desmatamento para a plantação de café.

A pesquisa seguiu para o Vale do Café, com destaque para a cidade de Vassouras. O elenco visitou a Casa da Hera, importante patrimônio histórico da região e o único imóvel que mantém preservados seus interiores e mobiliário originais de época. O casarão terminou pertencendo a Eufrásia Teixeira Leite, cuja atuação foi fundamental para a preservação da memória ligada ao ciclo do café.

O espetáculo é interpretado por Aldrin Cordeiro, Ana Clara Winter, André Andrade, Bruno Jugend, Fernanda Sarriá, Marcela Garcia, Raphael Montenegro e Rebeca Souza. E, como escolha dramatúrgica da encenação, os personagens Lucília, Marcelo e a tia Elvira são interpretados em sistema de revezamento entre os integrantes da companhia, permitindo que diferentes presenças revelem novas camadas desses papéis ao longo da temporada.


SERVIÇO

A Moratória

Apoio: Funarte

Local: Teatro Dulcina (R. Alcindo Guanabara, 17, Condomínio do Edifício Teatro Regina, Centro, Rio de Janeiro/RJ )

Temporada: 3 a 19 de julho de 2026 (exceto em dias de jogo do Brasil na Copa)

Horários: Quintas, sextas e sábados, 19h | Domingos, 18h

Classificação: 12 anos

Ingressos:R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia)

Link para compra de ingresso: Carlos Eduardo Muniz Regis em Rio de Janeiro - Sympla


FICHA TÉCNICA

Texto: Jorge Andrade

Elenco: Aldrin Cordeiro, Ana Clara Winter, André Andrade, Bruno Jugend, Fernanda Sarriá, Marcela Garcia, Raphael Montenegro e Rebeca Souza @churrosdepolvo

Direção e Concepção: Daniel Herz

Direção de Movimento: Marcia Rubin

Direção de Produção: Marcos Arzua e Kadu Muniz – ArKano Produções

Produção Executiva: Kadu Muniz

Contextualização: Marcos Arzua

Assessor Teórico: Antonio Gilberto

Cenografia: José Dias

Iluminação: Aurélio de Simoni

Figurino: Wanderley Gomes

Direção Musical: Marcello H

Assistente de Direção: Lara Bereta

Operador de som: Júlia Nepomuceno

Operador de luz: Vitória Arruda

Cenotécnico: José Galdino (Pará)

Assistente de Cenografia: Talita Nascimento

Cinegrafia e Edição: Renato de Paula

Fotografia: Simone Kontraluz

Controller: Fabrício Castro de Carvalho

Contrarregragem: Edson Costa Rodrigues e João Vitor Rodrigues

Arte Visual: André Andrade

Designer Gráfico: Wellington Falcão

Mídias Sociais: Fernanda Sarriá

Assessoria de imprensa Natasha Stein 21 96969-0111

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sexta-feira, 3 de julho de 2026

Lançamento do single 'Tomo Controle Contigo' da cantora brasileiro-americana Suzy McCalley

Em Neon: sexta-feira, 3 de julho de 2026


O empoderamento feminino atravessa fronteiras, tanto geográficas quanto temporais. A cantora brasileiro-americana Suzy McCalley é prova viva disso. Bebendo na fonte das músicas brasileira e americana, Suzy está lançando no dia 3/7/26 a música “Tomo Controle Contigo”, contando a história de um date em que a moça “faz a hora, não espera acontecer”. O lançamento será pela ADA BRASIL MUSIC e estará disponível em todas as plataformas musicais.

“A inspiração para essa música é o posicionamento da mulher no momento do flerte, da atração. Ela está entrando num clube, há aquele momento de tensão sexual, e no final é a mulher que escolhe o parceiro”, conta Suzy.

O single faz parte de um projeto chamado “Amor e Atitude”, que terá outras músicas lançadas ao longo do ano. No caso de “Tomo Controle Contigo”, a vocação de Suzy para extrapolar fronteiras aparece também numa batida meio caribenha, fruto da troca de experiências com o produtor Carlos Yael, vencedor de cinco Grammys. Suzy nasceu no Brasil, filha de mãe brasileira e pai americano, ambos músicos. Mudou-se para os Estados Unidos aos 9 anos e mora lá até hoje, mas está sempre no Brasil e nos últimos três anos intensificou sua imersão musical, visitando Minas Gerais e o Nordeste, sempre em busca de novas influências e conhecimentos.  Nos Estados Unidos, Suzy tornou-se uma espécie de embaixadora da cultura brasileira. Além de se apresentar com sua banda, realiza eventos que incluem, além de música, dança e gastronomia brasileiras.

“É incrível compartilhar a cultura brasileira. Principalmente onde moro agora, na Carolina do Norte, onde as pessoas normalmente só conhecem “Garota de Ipanema” e uma ou outra música de Sergio Mendes.

Voltando à questão do empoderamento e dos marcos de tempo, Suzy dá prova de que o tema é sempre presente por sua própria cultura musical. Para quem acha que o debate nasceu semana passada nas redes sociais, a cantora mostra que a coisa vem de longe, por exemplo em vozes de divas como Elis Regina e Gal Costa, intérpretes das quais Suzy é fã.

“Entrei em contato com essas maravilhas através da minha mãe”, conta ela, que começou cedo a trilhar seu caminho na música.

Aos 5 anos, Suzy já tinha entrado em estúdio para colocar voz em algumas músicas. Tem também formação como multi-instrumentista e já mostrou seu lado de autora e atriz no musical “Little Bird In The Night”, uma história densa, que mostra sua fase de crescimento e um trauma profundo que viveu. A obra foi encenada na Off Brodway.

Suzy pretende mostrar sua mistura de influências ao vivo no Brasil num show em setembro. Por enquanto, curte o carinho dos brasileiros quando se apresenta nos Estados Unidos mesmo.

“A comunidade brasileira sente muita falta. Alguns já chegaram chorando depois de me ouvir cantar”, emociona-se.

Você pode conhecer mais sobre o trabalho desta cantora no @suzymacmusic/ @suziemacmusic /@suzymccalley /@SuzyMacMusi

Tomo Controle Contigo

By Suzy McCalley and Yauggy 

VERSO

Não vejo limite no meu céu

O jeito e meu Que eu vivo ao leu As luzes chamando

Você olhando

Vai no seu tempo

Mas não vou te esperando

Eu sei  E voce tambem  That I chose you That I chose you

REFRÃO Tomo Controle Contigo  VERSO  Vem Faz teu lance Te dou a chance Mostra o seu alcance Eu sinto teu avance, avance Tipo um Romance 

Teu lance  Eu sei  E voce tambem  That I chose you That I chose you REFRÃO Tomo Control Contigo 

SUZY MAC

Mini Bio

Suzy Mac é uma cantora e compositora brasileira-americana que transita entre a MPB, o soul, o jazz, a bossa nova e o pop contemporâneo. Nascida no Rio de Janeiro e radicada entre o Brasil e os Estados Unidos, a artista construiu uma trajetória marcada pelo diálogo entre culturas, pela busca de autenticidade e pela força emocional de suas interpretações.

Em 2017, lançou seu primeiro álbum, Into the Flame, trabalho que marcou o início de sua carreira autoral e já apontava a mistura de referências brasileiras e norte-americanas presente em sua obra. Gravado na Carolina do Norte, o disco reuniu influências do soul contemporâneo, do jazz e da canção intimista, revelando uma artista interessada em emoção, identidade e conexão humana.

Depois de anos dedicados também a projetos sociais, arte, bem-estar e desenvolvimento humano, Suzy retorna ao centro de sua criação musical com um trabalho ainda mais maduro e visceral. Suas canções exploram temas como pertencimento, desejo, reinvenção, feminilidade e liberdade, unindo sonoridades brasileiras a uma linguagem contemporânea e internacional.

Influenciada por nomes como Elis Regina, Gal Costa e Maria Rita, Suzy também incorpora referências do soul e do jazz norte-americano em performances intensas, sensíveis e cinematográficas.

Seu novo projeto, Amor e Atitude, marca uma nova fase da artista: um encontro entre raízes brasileiras, sofisticação musical e uma visão artística global.

quinta-feira, 2 de julho de 2026

Programação semanal do Teatro Rival

Em Neon: quinta-feira, 2 de julho de 2026


MPB, Drags e Feijoada, estão entre as programações do Rival Petrobras nesta semana. Confira:



Alberto Continentino em "Cabeça a mil e corpo lento"

Celebrando um ano do lançamento do álbum “Cabeça a mil e o corpo lento”, Alberto Continentino convida seus parceiros que, de múltiplas formas artísticas, contribuíram para esse trabalho. Entre eles, estão Dora Morelenbaum, Nina Becker, Leticia Pedrosa, Domenico Lancellotti, Kassin, Rodrigo Cabelo, Quito Ribeiro e Copacabana Horns. O show reúne as composições do novo álbum, além de outras obras e parcerias de sua trajetória, propondo ao público uma experiência musical única e envolvente. Uma imersão no universo sonoro de Alberto Continentino.

ALBERTO CONTINENTINO EM “CABEÇA A MIL E O CORPO LENTO

3 de Julho

Sexta às 19h30

Horários referentes ao local do evento.

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro



Drag Star "The New Era" – Seletivas oficiais da 14ª temporada.

Começa uma nova era, a próxima estrela drag está por vir. Depois de 13 temporadas revelando talentos, emocionando plateias e construindo uma das maiores competições de drags do Rio de Janeiro, o DragStar retorna com uma edição ainda mais ambiciosa no Teatro Rival Petrobras, no dia 8 de julho. Mais do que um concurso, o Dragstar é uma vitrine para artistas que desejam mostrar sua criatividade, elevar sua arte e conquistar espaço na cena drag. Ao longo de sua trajetória, o projeto revelou grandes nomes e proporcionou performances inesquecíveis que marcaram o público.

DRAGSTAR – THE NEW ERA Seletivas oficiais da 14ª temporada

8 de Julho

Quarta às 20h00

Horários referentes ao local do evento.

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro


Quarteto do Rio - 10 anos

O Quarteto do Rio celebra sua primeira década de trajetória com o show “Quarteto do Rio – 10 anos”. O grupo, que iniciou suas atividades em 2016 com integrantes remanescentes do lendário Os Cariocas, apresenta agora uma nova formação. Eloi Vicente, no violão e voz, e Leandro Freixo, no piano e voz, recebem os músicos Rômulo Gomes, no baixo e voz, e Kalebe, na bateria e voz.

QUARTETO DO RIO – 10 ANOS

10 de Julho

Sexta às 19h30

Horários referentes ao local do evento.

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro


Feijoada do Rival com Ito Melodia

No dia 18 de julho, tem mais uma edição da Feijoada do Rival, sob o comando do grande intérprete do carnaval carioca Ito Melodia, cinco vezes premiado com o Estandarte de Ouro como Melhor Puxador. No repertório, clássicos do samba, composições próprias – como “A cigana” e “Amor de pai” – e, claro, sambas-enredo de todos os tempos. E, como nos eventos anteriores, Ito Melodia vai contar com participações especiais.

FEIJOADA DO RIVAL COM ITO MELODIA E SUA RODA DE SAMBA

12 de Julho

Domingo às 13h00

Horários referentes ao local do evento.

TEATRO RIVAL PETROBRAS - Rua Álvaro Alvim ,33 - Subsolo, Rio de Janeiro 


 
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